{"id":1358,"date":"2021-06-03T16:57:46","date_gmt":"2021-06-03T19:57:46","guid":{"rendered":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/?p=1358"},"modified":"2021-06-03T17:27:49","modified_gmt":"2021-06-03T20:27:49","slug":"os-desafios-do-discipulado-jesus-e-a-decisao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/2021\/06\/03\/os-desafios-do-discipulado-jesus-e-a-decisao\/","title":{"rendered":"Os desafios do discipulado. Jesus e a decis\u00e3o."},"content":{"rendered":"\n<p style=\"font-size:22px\">[Fabio Dionisi] <a href=\"mailto:fabio@editoradionisi.com.br\">fabio@editoradionisi.com.br<\/a><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\" class=\"has-text-align-center\"><em>\u201cE a outro disse Jesus: Segue-me. E ele lhe disse: Senhor, permite-me que v\u00e1 eu primeiro enterrar meu pai. E Jesus lhe respondeu: Deixa que os mortos enterrem os seus mortos, e tu vai, e anuncia o Reino de Deus (Lucas, IX: 59-60).\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Certa feita, lendo o livro: <strong>Jesus e Atualidade<\/strong> <strong><sup>1<\/sup><\/strong>, mais especificamente o cap\u00edtulo: \u201cJesus e decis\u00e3o\u201d, deparamo-nos, novamente, com a passagem do jovem disposto a abra\u00e7ar a Boa Nova, mas que pediu para enterrar seu genitor, que havia morrido, antes de segui-Lo.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">N\u00e3o fora a primeira vez; a bem da verdade, dezenas de vezes hav\u00edamos lido e comentado esta passagem, quer publicamente, ou em nossos Evangelhos no lar.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Nosso enfoque sempre tendeu a ser sobre a quest\u00e3o do apego aos bens materiais, e como isso costuma ser um entrave \u00e0 valoriza\u00e7\u00e3o e vivencia dos bens espirituais.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Todavia, desta vez, percebemos mais um sentido para esta multifacetada passagem: os desafios do discipulado, ou, de forma mais clara ao entendimento: as exig\u00eancias da voca\u00e7\u00e3o apost\u00f3lica; frase que d\u00e1 t\u00edtulo \u00e0 estes vers\u00edculos, na <strong>B\u00edblia de Jerusal\u00e9m<\/strong> (Lucas IX, 57 \u2013 62). <strong><sup>2<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">A riqueza de t\u00e3o poucas palavras, proferidas pelo Mestre dos mestres, n\u00e3o pode ser olvidada, por ser t\u00e3o ampla em ensinamentos. Por isso, n\u00e3o nos furtaremos a registrar alguns ensinamentos, antes de passarmos \u00e0 quest\u00e3o dos nossos desafios, a partir do momento que decidimos ser Seu disc\u00edpulo.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Em <strong>O Evangelho segundo o Espiritismo<\/strong>, Allan Kardec sintetiza v\u00e1rios deles. <strong><sup>3 (cap. 23; it. 7-8)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Jesus n\u00e3o censurou o amor filial que imp\u00f5em o dever moral de sepultar o genitor que se despediu desta exist\u00eancia terrena, transit\u00f3ria e passageira. E que devemos respeitar nossos mortos, atrav\u00e9s da lembran\u00e7a, e n\u00e3o no que se refere \u00e0 mat\u00e9ria.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Kardec enfatiza um sentido mais profundo nas palavras de Jesus: a vida espiritual \u00e9 a verdadeira vida do Esp\u00edrito. A encarna\u00e7\u00e3o \u00e9, a bem da verdade, uma esp\u00e9cie de morte, quando comparada \u00e0 atividade da vida espiritual.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Segundo o Mestre Lion\u00eas, interpretando a resposta do jovem: <em>\u201cEra isso que aquele homem n\u00e3o podia compreender por si mesmo.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Nas palavras de Jesus, estava inserido o ensinamento de que: <em>\u201cN\u00e3o vos inquieteis com o corpo, mas pensai antes no Esp\u00edrito; ide pregar o Reino de Deus; ide dizer aos homens que a sua p\u00e1tria n\u00e3o se encontra na Terra, mas no C\u00e9u, porque somente l\u00e1 \u00e9 que se vive a verdadeira vida.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Encontramos outras interpreta\u00e7\u00f5es interessantes, como \u00e9 o caso da passagem: \u201cAs duas mortes\u201d, em <strong>Par\u00e1bolas e ensinos de Jesus<\/strong>. <strong><sup>4 (p. 166-167)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Seu enfoque \u00e9 sobre a exist\u00eancia de duas vidas e, como consequ\u00eancia, a de dois tipos de morte: a morte concreta e a morte abstrata.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">A primeira \u00e9 a do corpo f\u00edsico, a segunda \u00e9 a morte da alma. Nesta \u00faltima, enrijece-se o censo moral, onde o frio da descren\u00e7a caracteriza a alma morta&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Quanto ao ser humano, deparamo-nos com dois extremos: a alma morta no corpo vivo e a alma viva no corpo morto.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Nesta \u00faltima, a liberta\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito! Enquanto na primeira, <em>\u201ca morte abstrata (em vida), que adormece, desfigura, deprime a individualidade.\u201d<\/em><strong><sup> 4 (p. 167)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\"><em>\u201cA morte da alma \u00e9 a abstra\u00e7\u00e3o de tudo o que interessa \u00e0 Vida Imortal, \u00e9 a aus\u00eancia de todos os bens incorrupt\u00edveis, \u00e9 o desconhecimento da Divindade, \u00e9 a pobreza dos sentimentos nobres, do car\u00e1ter, da virtude.\u201d<\/em><strong><sup> 4 (p. 167)<\/sup><\/strong><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Por sua vez, Joanna de \u00c2ngelis levanta v\u00e1rias interessantes possibilidades para justificar a resposta do jovem.<strong><sup> 1 (p. 59-60)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Segundo a veneranda, talvez a justificativa dada fosse o motivo real, fazendo-o adiar, por algum tempo, a aceita\u00e7\u00e3o do convite; mas poderiam ser outros os motivadores&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Afinal, n\u00e3o deve ter sido \u00e0 toa que o Nosso Senhor, que certamente j\u00e1 havia perscrutado a real inten\u00e7\u00e3o do mo\u00e7o, respondeu: <em>\u201cDeixa aos mortos o cuidado de sepultar os seus mortos; mas tu, vem construir no cora\u00e7\u00e3o o reino de Deus.\u201d<\/em><strong><sup> 1 (p. 59)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">N\u00e3o sabemos qual tenha sido a raz\u00e3o do rapaz, que de in\u00edcio, pelo menos aparentemente, estava interessado a ingressar na Nova Era; podemos imaginar, mas n\u00e3o ter a certeza&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Uma coisa parece \u00f3bvia, ele devia ocultar alguma inten\u00e7\u00e3o ao esquivar-se do convite sob a justificativa de que iria antes sepultar seu pai.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">A primeira hip\u00f3tese poderia ser ligada \u00e0 algum interesse subalterno, para n\u00e3o perder a heran\u00e7a e ser bem-visto pelos presentes ao vel\u00f3rio e \u00e0 inuma\u00e7\u00e3o do cad\u00e1ver. Talvez a exist\u00eancia de alguma disposi\u00e7\u00e3o testament\u00e1ria, a exigir-lhe o cumprimento dessa obriga\u00e7\u00e3o final, sob a pena de perder a heran\u00e7a.<strong><sup>1 (p. 60)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Outra hip\u00f3tese aplaus\u00edvel, para quem ainda era jovem, seria a de n\u00e3o querer renunciar aos gozos da juventude.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Ou, qui\u00e7\u00e1, medo de assumir uma responsabilidade t\u00e3o grande, levando-o a desculpar-se com o argumento apresentado.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\"><em>\u201cO convite de Jesus faz-se acompanhar de um programa intenso, iniciando-se na renova\u00e7\u00e3o \u00edntima para melhor, e prosseguindo na a\u00e7\u00e3o construtiva do bem em toda parte.\u201d<\/em><strong><sup> 1 (p. 60)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Retomemos, agora, a quest\u00e3o dos desafios do discipulado, ou, se preferirem, a das exig\u00eancias da voca\u00e7\u00e3o apost\u00f3lica.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">A passagem evang\u00e9lica \u00e9 a de um convite claro e direto: Segue-me!&#8230; Foi feito para todos os que se interessaram pela Boa Nova; contudo, para todos n\u00f3s da lide Esp\u00edrita, sem exce\u00e7\u00e3o, ele tem um car\u00e1ter adicional.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Vivemos uma hora crucial, em tempos de transforma\u00e7\u00e3o do orbe e de sua humanidade terrestre.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Em nossa esmagadora maioria, ele foi feito para que apress\u00e1ssemos nossos resgates e nos engaj\u00e1ssemos o quanto antes \u00e0s tarefas redentoras, tanto &nbsp;as individuais, quanto as coletivas.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Individuais, pela renova\u00e7\u00e3o \u00edntima; coletivas, na a\u00e7\u00e3o construtiva do bem em toda a parte.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">O conhecimento que nos foi dado, com o advento do Consolador Prometido, ao que gostamos de adicionar como sendo o de \u201clibertador de consci\u00eancias\u201d, inclui-nos na posi\u00e7\u00e3o vanguardeira de soldados da linha de frente.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Vanguardeira, pois a humanidade ainda est\u00e1 alijada sobre o conhecimento do que est\u00e1 acontecendo, e soldados da linha de frente, pois temos o dever de participar desta transforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Pela transforma\u00e7\u00e3o individual, ocorrer\u00e1 a transforma\u00e7\u00e3o coletiva. Pela constru\u00e7\u00e3o do Evangelho em nossos cora\u00e7\u00f5es, tornar-nos-emos a P\u00e1tria do Evangelho e o Cora\u00e7\u00e3o do Mundo.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">\u201c<em>O Brasil n\u00e3o est\u00e1 somente destinado a suprir as necessidades materiais dos povos mais pobres do planeta, mas, tamb\u00e9m, a facultar ao mundo inteiro uma express\u00e3o consoladora de cren\u00e7a e de f\u00e9 raciocinada e a ser o maior celeiro de claridades espirituais do orbe inteiro (Emmanuel).\u201d<\/em> <strong><sup>5 (p. 10)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">A pergunta que n\u00e3o quer calar: o que estamos fazendo dos tesouros que nos foram confiados?<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Estamos trabalhando como dev\u00edamos? Estamos exercendo a fraternidade, inclusive entre n\u00f3s Esp\u00edritas, em conformidade ao convite feito? Estamos trilhando o caminho que Jesus nos indicou? E quanto \u00e0 caridade para com o pr\u00f3ximo?<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">O medo de assumir compromissos, como pode ter sido a raz\u00e3o \u00edntima do jovem, ao esquivar-se do convite, impede nosso desenvolvimento e a dos outros, o que \u00e9 mais grave.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">A constata\u00e7\u00e3o nua e crua \u00e9 a de que o <em>front<\/em> est\u00e1 perigosamente desguarnecido dos trabalhadores convocados nesta \u00faltima hora. A linha de frente necessita do engajamento de todos aqueles que parecem dispostos a ingressar nesta Nova Era, mas que se estacionam na rotina despreocupada e mon\u00f3tona do seu dia a dia.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\"><em>\u201cExistem duas vidas, existem duas mortes; existem duas estradas, duas portas; existem dois senhores, sigamos o Senhor do C\u00e9u e deixemos que os mortos enterrem os seus mortos!\u201d<\/em><strong><sup> 4 (p. 167)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Reflitamos sobre as s\u00e1bias palavras do venerando Cairbar Schutel! Oxal\u00e1 nos ajudem a despertar para as responsabilidades e compromissos assumidas \u00e0s v\u00e9speras de nossa reencarna\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Fiquem em paz.<\/p>\n\n\n\n<p>___________________________________________________________________________<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:22px\"><a><strong><sup>1<\/sup><\/strong><\/a><strong><sup> <\/sup><\/strong>FRANCO, Divaldo P. <strong>Jesus e Atualidade.<\/strong> Pelo Esp\u00edrito Joanna de \u00c2ngelis. 16. ed. S\u00e3o Paulo: Editora Pensamento, 2014.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:22px\"><strong><sup>2<\/sup><\/strong><ins> <strong>A B\u00edblia de Jer<\/strong><\/ins><strong><ins>u<\/ins><\/strong><strong><ins>sal\u00e9m<\/ins><\/strong><ins>. Ed<\/ins>i\u00e7\u00e3o revista<ins>. S\u00e3o Paulo: <\/ins><ins>Edi\u00e7\u00f5es Paulinas,<\/ins><ins> 1986<\/ins>.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:22px\"><strong><sup>3<\/sup><\/strong> KARDEC, Allan. <strong>O Evangelho segundo o Espiritismo.<\/strong> 73. ed. S\u00e3o Paulo: Lake, 2014.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:22px\"><strong><sup>4<\/sup><\/strong> SCHUTEL, Cairbar. <strong>Par\u00e1bolas e ensinos de Jesus.<\/strong> 12. ed. Mat\u00e3o: O Clarim, 1987.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:22px\"><strong><sup>5<\/sup><\/strong> XAVIER, Francisco C\u00e2ndido. <strong>Brasil, cora\u00e7\u00e3o do mundo, p\u00e1tria do Evangelho.<\/strong> Pelo Esp\u00edrito de Humberto de Campos. 19. ed. Bras\u00edlia: FEB, 1992.<\/p>\n\n\n\n<p>_________________________________________________________________________<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:22px\">O autor \u00e9 editor, articulista, escritor, palestrante, jornalista; respons\u00e1vel pelo CE Recanto de Luz \u2013 Pronto Socorro Espiritual Irm\u00e3 Scheilla, em Ribeir\u00e3o Pires (SP). <a href=\"http:\/\/www.irmascheilla.org.br\">www.irmascheilla.org.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[Fabio Dionisi] fabio@editoradionisi.com.br \u201cE a outro disse Jesus: Segue-me. 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