{"id":1738,"date":"2022-07-10T18:11:46","date_gmt":"2022-07-10T21:11:46","guid":{"rendered":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/?p=1738"},"modified":"2022-07-10T18:25:11","modified_gmt":"2022-07-10T21:25:11","slug":"deus-nao-pune-a-sua-criatura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/2022\/07\/10\/deus-nao-pune-a-sua-criatura\/","title":{"rendered":"Deus n\u00e3o pune a sua criatura"},"content":{"rendered":"\n<p style=\"font-size:22px\">[Fabio Dionisi] <a href=\"mailto:fabiodionisi@terra.com.br\">fabiodionisi@terra.com.br<\/a><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Pena, puni\u00e7\u00e3o, castigo, expia\u00e7\u00e3o, palavras que expressam a quest\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Em O Evangelho segundo o Espiritismo, encontramos: \u201cO homem suporta sempre a consequ\u00eancia das suas faltas; n\u00e3o h\u00e1 uma s\u00f3 falta \u00e0 lei de Deus que n\u00e3o tenha puni\u00e7\u00e3o.\u201d <strong><sup>1<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Nele encontramos que a severidade do castigo \u00e9 proporcional \u00e0 gravidade da falta. E que a dura\u00e7\u00e3o do castigo, para qualquer falta cometida, n\u00e3o tem prazo marcado, uma vez que depende somente do arrependimento do culpado e seu retorno \u00e0 senda do bem. Mantendo-se no mal, sua pena prolonga-se indefinidamente; mas que \u00e9 de curta dura\u00e7\u00e3o caso se arrependa logo. Todavia, n\u00e3o basta o remorso, \u00e9 necess\u00e1ria a repara\u00e7\u00e3o. Esse \u00e9 motivo pelo qual o culpado passa por novas provas, para que, pelo uso de sua vontade, fa\u00e7a o bem em repara\u00e7\u00e3o ao mal que fez.Da\u00ed o sentimento de perpetuidade do calceta impenitente.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Obviamente que Deus tem seus mecanismos para acordar a alma que dorme: a dor; uma vez que n\u00e3o quer que sua criatura sofra eternamente.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Allan Kardec continua o item 21 explicando que o Esp\u00edrito \u00e9 quem arbitra sua pr\u00f3pria sorte; podendo abreviar seu supl\u00edcio ou prolong\u00e1-lo indeterminadamente.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Neste ponto precisamos, tamb\u00e9m, abordar a Justi\u00e7a Divina. Para isso, nada mais apropriado iniciar pela obra: O c\u00e9u e o inferno, ou Justi\u00e7a Divina segundo o Espiritismo. <strong><sup>2<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Mister come\u00e7armos, sem medo de errar, afirmando que a Justi\u00e7a Divina s\u00f3 pode ser perfeita, uma vez que \u00e9 de Deus.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Al\u00e9m de equitativa \u00e9 equ\u00e2nime: \u201cA justi\u00e7a divina patenteia-se na igualdade absoluta que preside \u00e0 cria\u00e7\u00e3o dos Esp\u00edritos.\u201d <strong><sup>2<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Em O c\u00e9u e o inferno, no cap\u00edtulo VII, encontramos o C\u00f3digo penal da vida futura. Nele pin\u00e7aremos os conceitos que nos dizem respeito.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">(item 3\u00ba) Absolutamente toda imperfei\u00e7\u00e3o gera consequ\u00eancia funesta e inevit\u00e1vel. Sendo que a soma das penas \u00e9 proporcional \u00e0 soma das imperfei\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">(item 5\u00ba) A alma traz consigo o pr\u00f3prio castigo ou pr\u00eamio, onde quer que se encontre, sem necessidade de lugar circunscrito.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">(item 7\u00ba) Sofrendo pelo mal que fez, sua aten\u00e7\u00e3o volta-se para as consequ\u00eancias; desta forma, \u00e9 levado a melhor compreender os seus inconvenientes e tratar de se corrigir.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">(item 9) Todo mal realizado \u00e9 uma d\u00edvida contra\u00edda que dever\u00e1 ser paga; agora ou futuramente. Uma vez quitada, n\u00e3o ser\u00e1 cobrada uma segunda vez.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">(item 10\u00ba) Aqui ou no mundo espiritual, expiamos as faltas cometidas na presente ou em precedentes exist\u00eancias.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">(item 11\u00ba) A expia\u00e7\u00e3o varia segundo a natureza e gravidade da falta, e conforme as circunst\u00e2ncias, atenuantes ou agravantes, em que for cometida.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">(item 13\u00ba) O que Deus exige para p\u00f4r termo aos sofrimentos \u00e9 um melhoramento s\u00e9rio, efetivo, sincero, e o retorno ao bem.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Neste ponto, Kardec interv\u00e9m e explica que Deus, que \u00e9 justo, pune o mal enquanto ele existe, e deixa de punir quando o mal deixou de existir.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Mas atentem para a sua frase seguinte: \u201cOu, se quisermos, sendo o mal moral a pr\u00f3pria causa do sofrimento, este dura somente enquanto aquele subsiste e a sua intensidade diminui \u00e0 medida que o mal vai desaparecendo.\u201d <strong><sup>2<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">(item 16\u00ba) O arrependimento n\u00e3o \u00e9 suficiente; a expia\u00e7\u00e3o e a repara\u00e7\u00e3o s\u00e3o necess\u00e1rias.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Arrependimento, expia\u00e7\u00e3o e repara\u00e7\u00e3o constituem as tr\u00eas condi\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para apagar os tra\u00e7os de uma falta e suas consequ\u00eancias.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">(item 17\u00ba) A repara\u00e7\u00e3o consiste em fazer o bem \u00e0queles a quem se havia feito o mal. No caso de deveres negligenciados, volta-se para se cumprir o que n\u00e3o foi realizado.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">(item 27\u00ba) Protelar n\u00e3o \u00e9 bom, uma vez que, quanto mais demorarmos para reparar, mais penosa e rigorosa ser\u00e1, no futuro, a repara\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">(item 29\u00ba) A miseric\u00f3rdia de Deus \u00e9 infinita, mas n\u00e3o \u00e9 cega. Enquanto n\u00e3o houver satisfeito \u00e0 justi\u00e7a, o culpado sofre a consequ\u00eancia dos seus erros.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">(item 33\u00ba) O c\u00f3digo penal da vida futura pode resumir-se nestes tr\u00eas princ\u00edpios: 1\u00ba O sofrimento \u00e9 inerente \u00e0 imperfei\u00e7\u00e3o; 2\u00ba Toda imperfei\u00e7\u00e3o, assim como toda falta dela promanada, traz consigo o pr\u00f3prio castigo nas consequ\u00eancias naturais e inevit\u00e1veis; 3\u00ba Podendo todo homem libertar-se das imperfei\u00e7\u00f5es por efeito da vontade, pode igualmente anular os males consecutivos e assegurar a futura felicidade.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Neste ponto, fa\u00e7amos uma incurs\u00e3o nas obras ditadas pelo Esp\u00edrito Andr\u00e9 Luiz.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">No Prontu\u00e1rio de Andr\u00e9 Luiz <strong><sup>3<\/sup><\/strong>, no verbete \u201cJusti\u00e7a Divina\u201d, encontramos uma rela\u00e7\u00e3o de treze obras onde este tema \u00e9 abordado!<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Em Os Mensageiros, cap\u00edtulo XIII: \u201cPondera\u00e7\u00f5es de Vicente\u201d, temos o relato sobre um Esp\u00edrito de m\u00e9dico falido que, quando encarnado, impressionado pelas aquisi\u00e7\u00f5es monet\u00e1rias, deslocava a mente das obriga\u00e7\u00f5es, mesmo durante suas interven\u00e7\u00f5es cir\u00fargicas. Notando lhe a irresponsabilidade, muitos atribu\u00edram-lhe a causa da morte f\u00edsica, passando a odi\u00e1-lo. Dois deles o esperaram no limiar do sepulcro, atormentando-o ap\u00f3s o desenlace f\u00edsico.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Leiamos um trecho do di\u00e1logo entre Andr\u00e9 Luiz e Vicente: \u201cSe ele (&#8230;) n\u00e3o \u00e9 culpado da desencarna\u00e7\u00e3o desses advers\u00e1rios (&#8230;), como pode ser atormentado desse modo? (&#8230;). \u2014 Realmente, n\u00e3o tem a culpa da morte deles. Nada fez para lhes interromper a exist\u00eancia f\u00edsica. Mas \u00e9 respons\u00e1vel pela inimizade e incompreens\u00e3o criadas (&#8230;), porque, n\u00e3o estando seguro do seu dever, nem tranquilo com a consci\u00eancia, (&#8230;) julga-se culpado, em raz\u00e3o das outras falhas a que se entregou. (&#8230;) portanto, ele n\u00e3o resgata crimes inexistentes, mas repara certas faltas graves e aprende a conhecer-se a si mesmo, a entender as obriga\u00e7\u00f5es nobres e pratic\u00e1-las.\u201d <strong><sup>4 (p. 88)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Este caso \u00e9 interessante, pois atesta que \u00e9 a nossa consci\u00eancia a ditar nossa senten\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">As Leis Divinas encontram-se em nossa consci\u00eancia, ensinou-nos o Esp\u00edrito que respondeu \u00e0 pergunta Q. 621, feita por Kardec.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">\u00c9, portanto, a nossa consci\u00eancia a nos cobrar os desvios. Uma vez conscientes do erro, sabemos e aceitamos, como natural, a necessidade do pagamento (ressarcimento). O m\u00e9dico reconhece que errou por neglig\u00eancia, e, embora, n\u00e3o tenha deliberadamente matado ningu\u00e9m, sabe que tinha tudo para fazer melhor.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Dando prosseguimento, sobre a puni\u00e7\u00e3o e a Justi\u00e7a Divina, na mesma obra, em \u201cO caluniador\u201d, contamos com a hist\u00f3ria de Paulo, que destruiu a felicidade do casal Ism\u00e1lia e Alfredo; onde encontramos Paulo ainda em tratamento, apresentando transtornos de longo curso.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">A esse respeito, Aniceto explica que: \u201cO criminoso nunca consegue fugir da verdadeira justi\u00e7a universal, porque carrega o crime cometido, em qualquer parte. Tanto nos c\u00edrculos carnais, como aqui, a paisagem real do Esp\u00edrito \u00e9 a do campo interior. Viveremos, de fato, com as cria\u00e7\u00f5es mais \u00edntimas de nossas almas.\u201d <strong><sup>&nbsp;4 (p. 172)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">A consci\u00eancia de Paulo o acusa, e ele mantem as imagens das coisas erradas que cometeu, e suas consequ\u00eancias. Ele mesmo se culpa, ele mesmo sente remorso, n\u00e3o conseguindo desvencilhar-se dos efeitos: o sofrimento em decorr\u00eancia do tormento que seus erros lhes causam.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Deus n\u00e3o decretou que ele sofreria e, muito menos, por quanto tempo. Apenas, estabeleceu leis, e as colocou em todos n\u00f3s, para que as conhec\u00eassemos e as respeit\u00e1ssemos. Nossa consci\u00eancia incumbe-se de nos acusar, at\u00e9 que restabele\u00e7amos o equil\u00edbrio.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Embora a Justi\u00e7a Divina seja, inexoravelmente, exercida, sempre existem atenuantes para quem j\u00e1 conquistou o remorso e se disp\u00f4s \u00e0 percorrer os caminhos do resgate e da regenera\u00e7\u00e3o pessoal.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Neste ponto, caso a d\u00favida ainda perdure (\u201cDeus pune a sua criatura?), leiamos um trecho em O Esp\u00edrito da Verdade, em \u201cNem castigo nem perd\u00e3o\u201d: \u201cDeus \u00e9 Equidade Soberana, n\u00e3o castiga nem perdoa, mas o ser consciente profere para si mesmo as senten\u00e7as de absolvi\u00e7\u00e3o ou culpa ante as Leis Divinas. Nossa conduta \u00e9 o processo, nossa consci\u00eancia o tribunal.\u201d <strong><sup>5 (cap. 82)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Fiquem em paz.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">_________________________________________________________________________\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:22px\"><a><strong><sup>1<\/sup><\/strong><\/a> KARDEC, Allan. O Evangelho segundo o Espiritismo. Cap. 27. Item 21. S\u00e3o Paulo: Lake, 2016.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:22px\"><strong><sup>2<\/sup><\/strong> KARDEC, Allan. O c\u00e9u e o inferno, ou Justi\u00e7a Divina segundo o Espiritismo. Cap. 7. S\u00e3o Paulo: Lake, 2002.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:22px\"><strong><sup>3<\/sup><\/strong> PINHEIRO, Ney da Silva. Prontu\u00e1rio de Andr\u00e9 Luiz. 1.ed. Araras: IDE, 1998.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:22px\"><strong><sup>4<\/sup><\/strong> XAVIER, Francisco C\u00e2ndido. Os mensageiros. Ditado pelo Esp\u00edrito Andr\u00e9 Luiz. Rio de Janeiro: FEB, 2008.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:22px\"><strong><sup>5<\/sup><\/strong> XAVIER, Francisco C\u00e2ndido e VIEIRA, Waldo. O Esp\u00edrito da Verdade. Ditado por diversos esp\u00edritos. Bras\u00edlia: FEB, 2008.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[Fabio Dionisi] fabiodionisi@terra.com.br Pena, puni\u00e7\u00e3o, castigo, expia\u00e7\u00e3o, palavras que expressam a quest\u00e3o. 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