{"id":2262,"date":"2024-03-30T13:36:03","date_gmt":"2024-03-30T16:36:03","guid":{"rendered":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/?p=2262"},"modified":"2024-03-30T13:36:54","modified_gmt":"2024-03-30T16:36:54","slug":"como-surgiu-o-espirito-de-scheilla","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/2024\/03\/30\/como-surgiu-o-espirito-de-scheilla\/","title":{"rendered":"Como surgiu o Esp\u00edrito de Scheilla"},"content":{"rendered":"\n<p style=\"font-size:22px\">Fabio Dionisi&nbsp;&nbsp; |&nbsp; <a href=\"mailto:fabiodionisi@terra.com.br\">fabiodionisi@terra.com.br<\/a><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\"><a>Caros leitores,<\/a> este tema ser\u00e1 baseado (a) no extenso depoimento do professor Pierre Tavares Ribeiro, incorporado na obra de Humberto Vasconcelos, Materializa\u00e7\u00e3o do amor <strong><sup>1 (p. 77-86)<\/sup><\/strong>, (b) nas pr\u00f3prias lembran\u00e7as do autor do livro <strong><sup>1 (p. 51)<\/sup><\/strong>, e (c) num artigo publicado pelo &nbsp;professor Tavares Ribeiro, no jornal O Imortal<strong><sup> 2 (p. 6)<\/sup><\/strong>, que pode ser encontrado na obra Irm\u00e3 Scheilla: Mission\u00e1ria do Amor <strong><sup>3 (nota i; p. 285-286)<\/sup><\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Quanto \u00e0s fontes bibliogr\u00e1ficas, sabemos que Humberto Vasconcelos foi um dos genros de Francisco Peixoto Lins (Peixotinho) <strong><sup>1 (p. 182)<\/sup><\/strong>. Em Materializa\u00e7\u00e3o do amor, ele registrou depoimentos, obtidos de parentes, amigos, confrades e participantes das reuni\u00f5es de materializa\u00e7\u00e3o e cura de Peixotinho; um deles, foi a de Pierre Tavares.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Este \u00faltimo foi um professor macaense, dirigente escolar na cidade. Um dos dirigentes do Grupo Esp\u00edrita Pedro, em Maca\u00e9, onde atuava o m\u00e9dium Peixotinho, foi autor de um dos mais longos depoimentos sobre a sua vida e obra <strong><sup>1 (p. 187)<\/sup><\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Agora que contextualizamos nossas fontes de consulta, voltemos ao surgimento da veneranda Irm\u00e3 Scheilla, logo ap\u00f3s seu desencarne, na Alemanha, em 1943. <strong><sup>3 (p. 14-16)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Tudo come\u00e7ou no Grupo Esp\u00edrita Pedro. Numa reuni\u00e3o de preces, por conta da segunda guerra mundial, ou, segundo outros, durante uma reuni\u00e3o de desobsess\u00e3o <strong><sup>1 (p. 82-83)<\/sup><\/strong>; quando um Esp\u00edrito, ainda perturbado em virtude de violento desencarne, comunicou-se fazendo refer\u00eancia \u00e0 guerra na Alemanha. <strong><sup>1 (p. 51, 82-83)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Ap\u00f3s o esclarecimento, a entidade informou que era Esp\u00edrita, e que vivera na Alemanha nazista, onde residia seu pai, um m\u00e9dico homeopata Esp\u00edrita de nome Fritz, e uma irm\u00e3 chamada Scheilla. <strong><sup>1 (p. 82-83)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">T\u00e3o logo sua perturba\u00e7\u00e3o foi superada, durante o esclarecimento, e j\u00e1 conseguindo comunicar-se razoavelmente, a entidade narrou que fora convocado para a guerra, e que, logo no primeiro combate com a Pol\u00f4nia, ocorrido em 1939, na qualidade de tenente, fora designado para participar de um pelot\u00e3o de fuzilamento <strong><sup>1 (p. 82)<\/sup><\/strong>. Por ter-se negado, foi fuzilado ao lado do grupo de inimigos vencidos. <strong><sup>1 (p. 51)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">A este respeito, transcreveremos tr\u00eas exposi\u00e7\u00f5es, muito semelhantes; duas que se encontram na obra Materializa\u00e7\u00e3o do amor <strong><sup>1<\/sup><\/strong>, e uma terceira, no artigo j\u00e1 mencionado <strong><sup>2<\/sup><\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">A primeira \u00e9 de Humberto Vasconcelos: \u201cReuni\u00e3o rotineira no Grupo Pedro, cidade de Maca\u00e9, fins de 1939, come\u00e7o de 1940. Um esp\u00edrito egresso do conflito incorpora-se aos trabalhadores da Casa (&#8230;). Soldado alem\u00e3o, ele se recusara a acionar a sua arma contra os inimigos dominados e perfilados \u00e0 frente do pelot\u00e3o. N\u00e3o mataria a sangue frio. Foi executado para servir de exemplo aos que exibissem a mesma fraqueza (&#8230;).\u201d <strong><sup>1 (p. 51)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">A segunda, extra\u00edda do depoimento de Pierre Tavares Ribeiro ao Humberto Vasconcelos: \u201cNegara-se a matar a sangue-frio, dizendo que esse procedimento entrava em choque com suas convic\u00e7\u00f5es religiosas crist\u00e3s. Havia aceito a convoca\u00e7\u00e3o para a guerra por respeito ao seu pa\u00eds, mas, (&#8230;) diante de advers\u00e1rios presos e indefesos, n\u00e3o lhe parecia l\u00edcito matar. Diante da recusa, foi condenado como traidor e executado junto com os ditos inimigos.\u201d <strong><sup>1 (p. 82-83)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">E, por fim, um trecho do artigo do professor: \u201cNa \u00e9poca da guerra (&#8230;), pela mediunidade de Peixotinho, comunica-se um Esp\u00edrito expressando: \u2018Guerra, guerra, guerra&#8230;\u2019, o que repetiu v\u00e1rias vezes. Depois, identificou-se. Disse ter sido um alem\u00e3o que fora convocado para a guerra (&#8230;). Aconteceu que, na primeira vit\u00f3ria da Alemanha sobre a Pol\u00f4nia, os oficiais poloneses vencidos foram enfileirados para serem executados. Dentre os oficiais alem\u00e3es, um deles se recusou a matar a sangue frio (&#8230;). Essa recusa valeu-lhe a morte, porque foi executado junto aos poloneses.\u201d <strong><sup>2<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Durante as conversa\u00e7\u00f5es, contou que a partir do momento em que se recusou a matar, passou a se sentir anestesiado, de tal modo que nada sofreu com a morte. E que aquele era, naquela reuni\u00e3o, o seu primeiro ato, como desencarnado, que participava conscientemente; e que somente agora se encontrava esclarecido de sua situa\u00e7\u00e3o atual. <strong><sup>1 (p. 83)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Continuando a conversa, o doutrinador perguntou-lhe como havia chegado a uma reuni\u00e3o t\u00e3o longe da Alemanha, ao que respondeu de que podia identificar, naquele momento, uma afinidade com um membro da reuni\u00e3o. No final, disse chamar-se Fritz, e que tinha o mesmo nome de seu pai, um m\u00e9dico, e que havia deixado uma irm\u00e3 de nome Scheilla, uma musicista. <strong><sup>1 (p. 83)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">O mesmo professor, que fez o depoimento acima, onde mencionou que Scheilla fora musicista, no seu artigo publicado no jornal O Imortal, relata que o irm\u00e3o de Scheilla, em uma outra reuni\u00e3o no Grupo Esp\u00edrita Pedro, contou que possu\u00eda uma irm\u00e3 enfermeira e m\u00e9dium, de nome Scheilla. E acrescentou que o pai era m\u00e9dico homeopata e Esp\u00edrita. <strong><sup>2 (p. 6)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Nossa hip\u00f3tese de trabalho \u00e9 de que quando o irm\u00e3o disse que ela era musicista, n\u00e3o quis dizer que sua profiss\u00e3o era esta, e sim de que tocava algum instrumento musical.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Desculpem-nos mais uma digress\u00e3o&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">No livro de Humberto, no depoimento de Pierre Tavares, vimos que o irm\u00e3o mencionou que tinha o mesmo nome do pai, o de Fritz. <strong><sup>1 (p. 82-83)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Mais adiante, no mesmo livro, encontramos registros de algumas Atas de Reuni\u00f5es, das atividades de materializa\u00e7\u00e3o no Grupo Esp\u00edrita Andr\u00e9 Luiz. Dentre elas existe uma, de uma reuni\u00e3o ocorrida em 25 de janeiro de 1947, que registra: \u201cRodolfo Fritz, o esp\u00edrito amigo que fora irm\u00e3o carnal de Scheilla, fala-nos em voz direta (&#8230;).\u201d <strong><sup>1 (p. 148)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Como se trata de uma Ata de Reuni\u00e3o, e por esta informa\u00e7\u00e3o ter sido capturada por um dos genros do Peixotinho, daqui por diante iremos considerar que: (a) o irm\u00e3o de Scheilla chamava-se Rodolfo Fritz, (b) o pai tinha como sobrenome Fritz, e (c) o nome da irm\u00e3 era Scheilla Fritz.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Regressemos aos nossos relatos&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Interessante que, ap\u00f3s sua primeira comunica\u00e7\u00e3o, ele compareceu outras vezes. Em uma delas, informou de que havia notificado seu pai e irm\u00e3, por vias medi\u00fanicas, sobre o grupo que o acolhera, exortando-os a comunicar-se com os membros, por carta; principalmente, com o fito de comprovar suas informa\u00e7\u00f5es, aos familiares. <strong><sup>1 (p. 83)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Isso s\u00f3 n\u00e3o ocorria, segundo Rodolfo, devido aos conflitos. A guerra n\u00e3o permitia o envio de cartas, por isso, eles n\u00e3o haviam ainda recebido uma. <strong><sup>2<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Interessante notar que Scheilla era Esp\u00edrita, m\u00e9dium, e que j\u00e1 estava ao par das atividades do irm\u00e3o junto ao grupo de materializa\u00e7\u00f5es de Peixotinho&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Passado mais um tempo, Fritz retorna a se comunicar, solicitando que fosse realizada uma reuni\u00e3o para ajudar a sua irm\u00e3, \u201cporque ela estava em estado de coma, pois havia ca\u00eddo em cima de sua casa um avi\u00e3o, que matara o pai e a deixara sofrendo muito.\u201d<strong><sup> 2<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">A mesma informa\u00e7\u00e3o encontra-se em Materializa\u00e7\u00e3o do amor. <strong><sup>1 (p. 83)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">No artigo, em O Imortal, Pierre Tavares Ribeiro ratifica estas informa\u00e7\u00f5es. <strong><sup>2 (p. 6)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Tamb\u00e9m relata que o atendimento foi realizado nesta mesma reuni\u00e3o. E continua, escrevendo que, nesta mesma reuni\u00e3o, foram informados, pelos protetores do grupo, sobre o \u00eaxito do trabalho e do desenlace da nossa irm\u00e3. <strong><sup>2 (p. 6)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Neste ponto, caro leitor \u00e9 importante pontuarmos o que o professor disse, no jornal: \u201cque fizemos a reuni\u00e3o, o atendimento foi prestado, a pedido do Esp\u00edrito Fritz\u201d <strong><sup>2 (p. 6)<\/sup><\/strong>; portanto, podemos inferir que est\u00e1 contado o que presenciou, e n\u00e3o apenas o que ouviu falar&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">O fato \u00e9 que, tempos depois, ela materializou-se de corpo inteiro, aparecendo como \u201cum esp\u00edrito de extraordin\u00e1rio fulgor, cabelos que se alongavam em tran\u00e7as repousadas sobre o colo, sempre exalando maravilhoso perfume.\u201d <strong><sup>1 (p. 83)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Informa\u00e7\u00e3o que ele tamb\u00e9m ratifica, cerca de cinquenta anos depois, no mencionado jornal, adicionando que ela se identificou e confirmou o que dissera seu irm\u00e3o. Seu retrato pode ser encontrado neste artigo. <strong><sup>2 (p. 6) e 3 (p. 285-286)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Esperando termos atingido o objetivo, desejamos a todos muita paz.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">_______________________________________________________<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong><sup><ins>1<\/ins><\/sup><\/strong><ins> VASCONCELOS, <\/ins><ins>Humberto<\/ins><ins>. <strong>Materializa\u00e7\u00e3o do amor.<\/strong> <\/ins>1. ed. <ins>Recife: Fraternidade Esp\u00edrita Francisco Peixoto Lins, 1994.<\/ins><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong><sup>2<\/sup><\/strong> Como surgiu Scheilla. Pierre Tavares Ribeiro. Jornal <strong>O Imortal<\/strong>. Camb\u00e9, Paran\u00e1. Abril, 1996.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong><sup>3<\/sup><\/strong> DIONISI, Fabio. Irm\u00e3 Scheilla: Mission\u00e1ria do Amor. 3. ed. Ribeir\u00e3o Pires: Editora Dionisi, 2023.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">_________________________________<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">O autor \u00e9 editor, articulista, escritor, palestrante, jornalista; respons\u00e1vel pelo CE Recanto de Luz \u2013 Pronto Socorro Espiritual Irm\u00e3 Scheilla, em Ribeir\u00e3o Pires (SP). <a href=\"http:\/\/www.irmascheilla.org.br\">www.irmascheilla.org.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fabio Dionisi&nbsp;&nbsp; |&nbsp; fabiodionisi@terra.com.br Caros leitores, este tema ser\u00e1 baseado (a) no extenso depoimento do professor Pierre Tavares Ribeiro, incorporado<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":1265,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[27,6],"tags":[],"class_list":["post-2262","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos","category-destaque"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2262","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2262"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2262\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2264,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2262\/revisions\/2264"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1265"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2262"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2262"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2262"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}