{"id":2331,"date":"2024-08-03T23:47:03","date_gmt":"2024-08-04T02:47:03","guid":{"rendered":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/?p=2331"},"modified":"2024-08-03T23:59:58","modified_gmt":"2024-08-04T02:59:58","slug":"uma-comparacao-entre-as-leis-de-taliao-contrapasso-e-causa-e-efeito","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/2024\/08\/03\/uma-comparacao-entre-as-leis-de-taliao-contrapasso-e-causa-e-efeito\/","title":{"rendered":"Uma compara\u00e7\u00e3o entre as leis de Tali\u00e3o, Contrapasso e Causa e Efeito"},"content":{"rendered":"\n<p style=\"font-size:22px\">Fabio Dionisi\u00a0\u00a0 |\u00a0 \u00a0fabiodionisi@terra.com.br<\/p>\n\n\n\n<p>___________________________________________________________________________<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Caro leitor, das tr\u00eas iniciaremos pela menos conhecida: a lei do contrapasso, tamb\u00e9m denominada reciprocidade de a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Na Suma Teol\u00f3gica<strong><sup> 1<\/sup><\/strong> de S\u00e3o Tom\u00e1s de Aquino, no Art. 4 (Se o justo \u00e9 absolutamente o mesmo que a reciprocidade de a\u00e7\u00e3o), da Quest\u00e3o 61 (Summa Theologiae, II-II, q. 61, a. 4, Co.), contrapasso encontra-se definido como reciprocidade de a\u00e7\u00e3o ou a\u00e7\u00e3o rec\u00edproca; e registrando que \u201co que se chama reciprocidade de a\u00e7\u00e3o implica numa igualdade de recompensa entre a paix\u00e3o e a a\u00e7\u00e3o que a precedeu. O que (&#8230;) se diz das paix\u00f5es e a\u00e7\u00f5es injustas, pelas quais lesamos \u00e0 pessoa do pr\u00f3ximo; assim, se a ferirmos, devemos ser feridos. E esta forma da justi\u00e7a est\u00e1 determinada pela lei antiga. Dar\u00e1 vida por vida, olho por olho. E sendo tamb\u00e9m uma a\u00e7\u00e3o injusta privar outrem do que lhe pertence, por isso, emprega-se, relativamente a esse caso, e em sentido secund\u00e1rio, a express\u00e3o reciprocidade de a\u00e7\u00e3o, para significar que quem causou um dano a outro deve tamb\u00e9m sofr\u00ea-lo no que \u00e9 seu.\u201d<strong><sup> 1<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Valendo a importante ressalva que esta justi\u00e7a \u00e9 exercida por Deus, n\u00e3o podendo ser executada por quem sofreu o dano.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Quanto \u00e0 pena de tali\u00e3o, na B\u00edblia Sagrada da Barsa, no Dicion\u00e1rio Pr\u00e1tico encontramos: \u201cAntiga lei penal que condena o culpado a sofrer o mesmo dano que causou com seu delito: \u2018vida por vida, olho por olho, dente por dente\u2019 (&#8230;) (Ex. 21, 23ss).\u201d <strong><sup>2 (p. 261)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Neste caso, ao contr\u00e1rio do contrapasso, o prejudicado tem o direito de executar a puni\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Chegamos ao momento de fazermos uma rela\u00e7\u00e3o entre as duas primeiras leis com a Doutrina Esp\u00edrita, e, portanto, com a lei da causa e efeito.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">\u201cPara a Doutrina Esp\u00edrita a lei da causa e efeito est\u00e1 (&#8230;) relacionada aos atos humanos, mas a manifesta\u00e7\u00e3o da lei de causa e efeito reflete apenas a escolha de provas definidas no planejamento reencarnat\u00f3rio: (&#8230;) tais provas est\u00e3o sempre em rela\u00e7\u00e3o com as faltas que deve expiar (&#8230;). Allan Kardec: O livro dos Esp\u00edritos, Q. 399.\u201d<strong><sup> 3 (p. 216)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Embora muitos considerem esta lei como um sin\u00f4nimo da pena de tali\u00e3o, h\u00e1 uma diferen\u00e7a importante entre as duas.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">\u201cPena de tali\u00e3o: consiste na rigorosa reciprocidade que existe entre o crime e a puni\u00e7\u00e3o \u2014 apropriadamente chamada retalia\u00e7\u00e3o. Esta lei, frequentemente expressa pela m\u00e1xima olho por olho, dente por dente, \u00e9 uma das mais antigas leis conhecidas, cujos ind\u00edcios foram encontrados no C\u00f3digo de Hamurabi [escrito por Hamurabi, na Babil\u00f4nia, em 1780 a.C.].\u201d <strong><sup>3 (p. 218)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Para n\u00f3s, Esp\u00edritas, sabemos que a lei de tali\u00e3o desconsidera as causas e poss\u00edveis atenuantes, e tampouco leva em quest\u00e3o o perd\u00e3o. \u201cObviamente, que a todo erro ou crime cometido segue-se a repara\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o da forma t\u00e3o radical explicitada pela lei de tali\u00e3o.\u201d <strong><sup>3 (p. 218)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Mois\u00e9s, que veio para nos trazer a lei da justi\u00e7a, ensinava o olho por olho, dente por dente, mas, Jesus esclareceu-nos que o amor cobre a multid\u00e3o dos pecados; portanto, a justi\u00e7a divina est\u00e1 sempre associada \u00e0 miseric\u00f3rdia.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Muitas quest\u00f5es est\u00e3o envolvidas na aplica\u00e7\u00e3o da lei de causa e efeito.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Na balan\u00e7a divina s\u00e3o levadas em considera\u00e7\u00e3o: (a) o bem que realizamos, (b) a vontade de reparar os erros cometidos, compensar os preju\u00edzos criados, (c) atenuantes como a inten\u00e7\u00e3o do indiv\u00edduo, o grau de conscientiza\u00e7\u00e3o, sa\u00fade mental, sa\u00fade psicol\u00f3gica, influencia\u00e7\u00e3o espiritual ou mesmo obsess\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Enfim, cada caso \u00e9 um caso; mas, a lei de causa e efeito est\u00e1 diretamente relacionada \u00e0 no\u00e7\u00e3o que se tem da justi\u00e7a e, mais ainda, da justi\u00e7a divina.<strong><sup> 3 (p. 221)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Quanto ao bem que realizamos, o Esp\u00edrito Emmanuel ensina: \u201cA lei de tali\u00e3o prevalece para todos os Esp\u00edritos que n\u00e3o edificaram ainda o santu\u00e1rio do amor nos cora\u00e7\u00f5es (&#8230;). (&#8230;) o profeta hebraico apresentava a Revela\u00e7\u00e3o como face divina da Justi\u00e7a; mas, com Jesus, o homem do mundo recebeu o c\u00f3digo perfeito do Amor. Se Mois\u00e9s ensinava o \u2018olho por olho\u2019, Jesus Cristo esclarecia que o \u2018amor cobre a multid\u00e3o dos pecados\u2019.\u201d <strong><sup>4 (p. 187)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Para terminarmos, pontuaremos algumas caracter\u00edsticas da lei de causa e efeito: (1) mesmo que n\u00e3o tenhamos um bom entendimento do processo de a\u00e7\u00e3o-rea\u00e7\u00e3o, e tampouco no\u00e7\u00e3o exata das consequ\u00eancias dos seus atos, a nossa consci\u00eancia nos alertar\u00e1 que cometemos um erro contra a Lei de Deus, (2) a voz da consci\u00eancia \u00e9 o mecanismo regulador da vida; assim como avisa quando estamos equivocados, tamb\u00e9m sinaliza quando estamos em ordem com a Lei divina, (3) nossos desacertos s\u00e3o reparados por meio de prova\u00e7\u00f5es, nesta reencarna\u00e7\u00e3o ou nas pr\u00f3ximas, sob a \u00e9gide do amor-justi\u00e7a-miseric\u00f3rdia divinos, (4) nos processos reencarnat\u00f3rio s\u00e3o definidos os processos de repara\u00e7\u00e3o, (5) estes n\u00e3o s\u00e3o inflex\u00edveis, uma vez que podem ser atenuados pela viv\u00eancia do amor ao pr\u00f3ximo (o amor que apaga a multid\u00e3o dos pecados); e que, portanto, podem modificar o programa reencarnat\u00f3rio, (6) em cada per\u00edodo reencarnat\u00f3rio, a manifesta\u00e7\u00e3o da lei de causa e efeito refletir\u00e1: (a) as provas que foram definidas (ou impostas) pelos Esp\u00edritos respons\u00e1veis por nossa reencarna\u00e7\u00e3o, (b) as provas que pedimos e foram autorizadas por estes Esp\u00edritos, (c) as provas propostas pelos coordenadores reencarnacionista e aceitas pelo reencarnante, e tais provas est\u00e3o sempre em rela\u00e7\u00e3o com as faltas que o Esp\u00edrito deve expiar. <strong><sup>3 (p. 223-224)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Nosso leitor poder\u00e1 objetar que na esmagadora maioria das vezes, o reencarnante n\u00e3o lembra de nada, portanto, como pode saber o porqu\u00ea do sofrimentos atual?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Em O livro dos Esp\u00edritos, na Q. 399, Allan Kardec nos fornece a resposta: \u201cO esquecimento das faltas cometidas n\u00e3o \u00e9 obst\u00e1culo \u00e0 melhoria do Esp\u00edrito, porque, mesmo que n\u00e3o se lembrando delas com precis\u00e3o, o fato de as ter conhecido na erraticidade e o desejo de repar\u00e1-las o guia por intui\u00e7\u00e3o e lhe d\u00e1 o pensamento de resistir ao mal. Esse pensamento \u00e9 a voz da consci\u00eancia, secundada pelos Esp\u00edritos que o assistem, se escuta as boas inspira\u00e7\u00f5es que lhe sugerem.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Estudando o que passa, pode saber, com bom grau de precis\u00e3o, de que falta est\u00e1 se redimindo&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Mas, novamente, o senhor poder\u00e1 objetar, perguntando-nos: e para aqueles casos em que a expia\u00e7\u00e3o foi compuls\u00f3ria, sem o conhecimento e o aceite do reencarnante?<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Como o leitor muito bem colocou, trata-se de uma expia\u00e7\u00e3o. O aprendizado ser\u00e1 pela dor. Sentindo na \u201cpr\u00f3pria pele\u201d as consequ\u00eancias de seus atos, mesmo que n\u00e3o tenha a m\u00ednima no\u00e7\u00e3o do porqu\u00ea, ter\u00e1 o ensejo de n\u00e3o desejar o mesmo para quem quer que seja. Ter\u00e1 aprendido a n\u00e3o fazer ao pr\u00f3ximo o que n\u00e3o gosta que seja feito com ele; e, caso n\u00e3o entenda da primeira vez, passar\u00e1 por quantas vezes sejam necess\u00e1rias para \u201ccair a ficha\u201d e deixar de prejudicar o pr\u00f3ximo naquele quesito em espec\u00edfico.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Para fazermos um sum\u00e1rio do que pudemos aurir de tudo o que foi escrito at\u00e9 aqui:<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">1)&nbsp; Na lei de tali\u00e3o, Mois\u00e9s concedia o direito de vingan\u00e7a para quem fosse prejudicado; sem abordar a quest\u00e3o de que numa reencarna\u00e7\u00e3o futura haveria consequ\u00eancias ao delituoso, pelo preju\u00edzo que ele ocasionou. A vingan\u00e7a era pessoal. Al\u00e9m disso, portanto, inexor\u00e1vel; sem escapat\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">2)&nbsp; Na lei do contrapasso (reciprocidade de a\u00e7\u00e3o ou a\u00e7\u00e3o rec\u00edproca), da teologia crist\u00e3 ap\u00f3s Jesus Cristo, mormente \u00e0 de S\u00e3o Tom\u00e1s de Aquino, a pr\u00f3pria lei divina \u00e9 que pune o culpado; n\u00e3o sendo permitida a vingan\u00e7a pessoal. Novamente, inexor\u00e1vel e sem escapat\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">3)&nbsp; Na lei da causa e efeito, da Doutrina Esp\u00edrita, temos que a Lei Divina, para quem n\u00e3o se arrepende do que fez, imp\u00f5em o mesmo preju\u00edzo (expia\u00e7\u00e3o); por\u00e9m, para os que se arrependam e queiram compensar os preju\u00edzos causados, possam atrav\u00e9s \u2018do amor que cobre a multid\u00e3o dos pecados\u2019, realizar esta compensa\u00e7\u00e3o sem a dor da expia\u00e7\u00e3o. <a>N\u00e3o sendo permitido, ao prejudicado, realizar esta compensa\u00e7\u00e3o&#8230;<\/a><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Fiquem na paz que Jesus procurou nos ensinar.<\/p>\n\n\n\n<p>____________________________\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad_____________________________________________<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:22px\"><strong><sup>1<\/sup><\/strong> Suma Teol\u00f3gica. [Dispon\u00edvel em:&lt;https:\/\/sumateologica.wordpress.com\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/suma-teolc3b3gica.pdf&gt; Acesso em 01 jul. 2024.]<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:22px\"><strong><sup>2 <\/sup><\/strong>B\u00edblia Sagrada. Edi\u00e7\u00e3o Barsa para a fam\u00edlia cat\u00f3lica. Rio de Janeiro: Barsa, 1965.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:22px\"><strong><sup>3 <\/sup><\/strong>EADE. Estudo aprofundado da Doutrina Esp\u00edrita. Filosofia e ci\u00eancia esp\u00edritas. Livro 5. Bras\u00edlia: FEB, 2017.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:22px\"><strong><sup>4 <\/sup><\/strong>XAVIER, Francisco C\u00e2ndido. O consolador. Pelo Esp\u00edrito Emmanuel. Bras\u00edlia: FEB, 2023.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">________________________________________________________<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:22px\">O autor \u00e9 editor, articulista, escritor, palestrante, jornalista; respons\u00e1vel pelo CE Recanto de Luz \u2013 Pronto Socorro Espiritual Irm\u00e3 Scheilla, em Ribeir\u00e3o Pires (SP). <a href=\"http:\/\/www.irmascheilla.org.br\">www.irmascheilla.org.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fabio Dionisi\u00a0\u00a0 |\u00a0 \u00a0fabiodionisi@terra.com.br ___________________________________________________________________________ Caro leitor, das tr\u00eas iniciaremos pela menos conhecida: a lei do contrapasso, tamb\u00e9m denominada reciprocidade<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":2335,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[27,6],"tags":[],"class_list":["post-2331","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos","category-destaque"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2331","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2331"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2331\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2336,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2331\/revisions\/2336"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2335"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2331"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2331"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2331"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}