{"id":2427,"date":"2025-01-10T14:06:06","date_gmt":"2025-01-10T17:06:06","guid":{"rendered":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/?p=2427"},"modified":"2025-01-10T14:06:06","modified_gmt":"2025-01-10T17:06:06","slug":"sobre-a-santissima-trindade-santo-agostinho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/2025\/01\/10\/sobre-a-santissima-trindade-santo-agostinho\/","title":{"rendered":"Sobre a Sant\u00edssima Trindade. Santo Agostinho"},"content":{"rendered":"\n<p style=\"font-size:22px\">[Fabio Dionisi] fabiodionisi@terra.com.br<\/p>\n\n\n\n<p>_________________________________________________________________________<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">N\u00e3o poucas vezes constatei a import\u00e2ncia do Mist\u00e9rio da Sant\u00edssima Trindade para a Igreja Cat\u00f3lica Apost\u00f3lica Romana; um de seus mais complexos dogmas.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">E justamente por se tratar de tema basilar para nossos irm\u00e3os Cat\u00f3licos, tanto quanto o pecado original, decidi-me aprofundar conhecimentos \u00e0 respeito <strong><sup>*<\/sup><\/strong>. O que me levou, naturalmente, \u00e0 Santo Agostinho&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Sempre presente em suas cogita\u00e7\u00f5es, quando j\u00e1 crist\u00e3o, acredita-se que tenha sido ele quem deu o acabamento final \u00e0 Doutrina da Trindade.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Adotando o seu princ\u00edpio de \u201ccrer para compreender, compreender para crer\u201d, isto \u00e9, <em>\u201ca f\u00e9 revela verdades ao homem de forma direta e intuitiva. Vem depois a raz\u00e3o esclarecendo aquilo que a f\u00e9 j\u00e1 antecipou\u201d<\/em> <strong><sup>2 (p. 112)<\/sup><\/strong>, Agostinho parte da F\u00e9, sem questionar, para compreeder <em>\u201cde que existe um s\u00f3 Deus que \u00e9 Trindade, e de que Pai, Filho e Esp\u00edrito Santo s\u00e3o ao mesmo tempo distintos e coessenciais, numericamente um em subst\u00e2ncia.\u201d<\/em> <strong><sup>1 (p. 205)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Toda sua obra <em>De trinitate<\/em> <strong><sup>&nbsp;<\/sup><\/strong>constitui-se numa tentativa de compreens\u00e3o da Trindade.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\"><em>\u201cSeu imenso esfor\u00e7o teol\u00f3gico \u00e9 uma tentativa de compreens\u00e3o, sendo esse o exemplo supremo de seu princ\u00edpio de que a f\u00e9 deve preceder a compreens\u00e3o.\u201d<\/em> <strong><sup>1 (p. 205)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Aqui \u00e9 importante comentar que mesmo fazendo, igualmente, um esfor\u00e7o enorme na tentativa de reconciliar \u00e0 quest\u00e3o da F\u00e9 e da Raz\u00e3o, d\u00e1 \u00e0 primeira uma primazia, afirmando que h\u00e1 coisas que compreendemos, por isso cremos, mas somente a F\u00e9 nos faz crer em coisas que nem sempre entenderemos pela raz\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Para n\u00e3o alongar o assunto, pe\u00e7o ao meu caro leitor que confirme essas assertivas&nbsp; em dois de seus livros: <em>O Mestre <\/em>(Item 37), e <em>A Trindade<\/em> (XV. 2).<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Afirmam seus estudiosos que a grande contribui\u00e7\u00e3o de Aurelius Augustinus (354\u2013430 d.C.<sup>+<\/sup>), para consolidar a Doutrina da Trindade, foi o de estabelecer que (1) Deus \u00e9 um ser absoluto, simples, indivis\u00edvel e imut\u00e1vel, e que (2) esta \u00e9 a natureza da pr\u00f3pria Trindade, onde nenhum dos tr\u00eas \u00e9 menor que a pr\u00f3pria Trindade.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">No seu livro <em>A Cidade de Deus <\/em>encontramos: <em>\u201cA Trindade, simples e imut\u00e1vel, Pai, Filho e Esp\u00edrito Santo, \u00e9 um s\u00f3 Deus. Nela n\u00e3o h\u00e1 distin\u00e7\u00e3o entre a qualidade e a subst\u00e2ncia.\u201d<\/em> <strong><sup>&nbsp;<\/sup><\/strong><strong><sup>(11.10)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">O que exclui qualquer tipo de subordinacionismo, e que equivale dizer que nem o Pai \u00e9 o ponto de partida e nem o Filho e o Esp\u00edrito Santo s\u00e3o menos que o primeiro; da\u00ed, n\u00e3o serem subordinados ao Pai.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Pai, Filho e Esp\u00edrito Santo n\u00e3o s\u00e3o tr\u00eas indiv\u00edduos separados. E, sob o ponto de vista de ess\u00eancia, cada um dos tr\u00eas \u00e9 id\u00eantico \u00e0 pr\u00f3pria subst\u00e2ncia divina. Uma concep\u00e7\u00e3o trinit\u00e1ria, por\u00e9m, n\u00e3o tr\u00edplice.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">E, tamb\u00e9m, como consequ\u00eancia: <em>\u201ca Trindade possui a\u00e7\u00e3o \u00fanica, indivis\u00edvel, e uma \u00fanica vontade (&#8230;). Elas operam inseparavelmente.\u201d <\/em><strong><sup>1 (p. 206)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Contudo, inicialmente, para Agostinho isso pareceu eliminar a diferen\u00e7a de papeis entre os tr\u00eas; portanto, porque seriam tr\u00eas se tudo \u00e9 exatamente igual entre eles?<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Ao que ele mesmo responde: <em>\u201ccada uma das pessoas possui a natureza divina de modo particular\u201d<\/em>, e que \u00e9, portanto, <em>\u201cjusto atribuir a cada uma d\u2019Elas, na opera\u00e7\u00e3o externa da Divindade, o papel que Lhe \u00e9 pr\u00f3prio em virtude de Sua origem\u201d.<\/em> <strong><sup>1 (p. 206)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Ou seja, afirma que a diferen\u00e7a est\u00e1 nas rela\u00e7\u00f5es m\u00fatuas dentro da Divindade, e n\u00e3o em diferen\u00e7as quanto \u00e0 subst\u00e2ncia divina.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\"><em>\u201cPai, Filho e Esp\u00edrito Santo s\u00e3o desse modo rela\u00e7\u00f5es, no sentido de que tudo aquilo que cada um \u00e9, Ele \u00e9 em rela\u00e7\u00e3o a um d\u2019Eles ou a ambos.\u201d<\/em><strong><sup> 1 (p. 207)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">O Pai que se distingue dos demais porque gera o Filho, e este Se distingue do primeiro porque \u00e9 gerado, enquanto que o Esp\u00edrito \u00e9 o amor m\u00fatuo do Pai e do Filho, <em>\u201co v\u00ednculo consubstancial que Os une.\u201d<\/em> <strong><sup>1 (p. 208)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">E, prossegue Kelly <strong><sup>1 (p. 208)<\/sup><\/strong>: <em>\u201co Esp\u00edrito Santo n\u00e3o \u00e9 o Esp\u00edrito de um d\u2019Eles, mas de ambos. (&#8230;) Respondendo \u00e0 obje\u00e7\u00e3o de que, uma vez que o Filho e o Esp\u00edrito derivam do Pai, deve haver dois filhos, ele [Agostinho] declarou \u201cO Filho vem do Pai, o Esp\u00edrito tamb\u00e9m vem do Pai. Mas o primeiro \u00e9 gerado, o \u00faltimo procede. De sorte que o primeiro \u00e9 Filho do Pai, de quem \u00e9 gerado, mas o \u00faltimo \u00e9 o Esp\u00edrito de ambos, visto que procede de ambos&#8230;\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Para auxiliar o entendimento, Agostinho desenvolve analogias a respeito <em>\u201cdo mist\u00e9rio da unicidade absoluta e, ao mesmo tempo, da distin\u00e7\u00e3o real dos tr\u00eas.\u201d <\/em><strong><sup>1 (p. 208)<\/sup><\/strong> Por exemplo, em <em>De trinitate<\/em> <strong><sup>(8.12)<\/sup><\/strong> ele se utiliza da ideia do amor, ao decompor em tr\u00eas: quem ama, o objeto amado e o amor que os une.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Impressionante \u00e0 complexidade criada, caro leitor&#8230; O Hiponense dedicaria uma obra inteira \u00e0 respeito: <em>De trinitate<\/em>; considerada uma de suas melhores produ\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Felizmente, com o advento do Espiritismo, seus pros\u00e9litos aprenderam a compreender as figuras dos tr\u00eas, e da necessidade de individualiz\u00e1-las; al\u00e9m da subordina\u00e7\u00e3o de toda a cria\u00e7\u00e3o ao Pai, inclu\u00edndo Filho e Esp\u00edrito [Santo].<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\"><strong>Pai<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Criador de tudo que existe no universo: toda a mat\u00e9ria e todos os Esp\u00edritos:<em> \u201cDeus \u00e9 a intelig\u00eancia suprema, causa primeira de todas as coisas.\u201d <\/em><strong><sup>LE (Q. 1)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Tamb\u00e9m, no O Livro dos Esp\u00edritos <strong><sup>LE (Q. 13)<\/sup><\/strong> encontramos seus atributos, o que fazem Dele \u00fanico e supremo: eterno, imut\u00e1vel, imaterial, \u00fanico, onipotente, soberanamente justo e bom.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\"><strong>Filho<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Jesus o Cristo; isto \u00e9, o filho ungido (escolhido) pelo Pai para ser o respons\u00e1vel espiritual da humanidade terrestre. &nbsp;Filho, como n\u00f3s o somos; por\u00e9m, j\u00e1 de alta patente espiritual.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Na obra <em>A Caminho da Luz<\/em>, Emmanuel, ao tratar da g\u00eanese planet\u00e1ria e da vida organizada, refere-se ao Seu papel de lideran\u00e7a e coordena\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\"><em>\u201c(&#8230;) existe uma Comunidade de Esp\u00edritos Puros e Eleitos pelo Senhor Supremo do Universo, em cujas m\u00e3os se conservam as r\u00e9deas diretoras da vida de todas as coletividades planet\u00e1rias. Essa Comunidade de seres ang\u00e9licos e perfeitos, <strong>da qual \u00e9 Jesus um dos membros divinos<\/strong>, (&#8230;) j\u00e1 se reuniu (&#8230;), para a (&#8230;) organiza\u00e7\u00e3o e da dire\u00e7\u00e3o do nosso planeta, por duas vezes (&#8230;). A primeira verificou-se quando o orbe terrestre se desprendia da nebulosa solar (&#8230;).\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\"><em>\u201c(&#8230;) O Divino Escultor (&#8230;), com as suas legi\u00f5es de trabalhadores divinos, (&#8230;) operou a escultura geol\u00f3gica do orbe terreno (&#8230;). Com os seus ex\u00e9rcitos de trabalhadores (&#8230;) estatuiu os regulamentos dos fen\u00f4menos f\u00edsicos da Terra (&#8230;). Organizou o cen\u00e1rio da vida, criando (&#8230;) o indispens\u00e1vel \u00e0 exist\u00eancia dos seres do porvir (&#8230;). E quando serenaram os elementos do mundo nascente (&#8230;), viu-se, ent\u00e3o, descer sobre a Terra (&#8230;) uma nuvem de for\u00e7as c\u00f3smicas. (&#8230;) nascia no orbe o protoplasma e, com ele, lan\u00e7ara Jesus \u00e0 superf\u00edcie do mundo o germe sagrado dos primeiros homens.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\"><em>\u201c(&#8230;) sob a orienta\u00e7\u00e3o misericordiosa e s\u00e1bia do Cristo (&#8230;), os artistas da espiritualidade edificavam (&#8230;) a constru\u00e7\u00e3o das formas organizadas e inteligentes dos s\u00e9culos porvindouros.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Em seu outro livro, <em>O Consolador<\/em> <strong><sup>(Q. 283)<\/sup><\/strong>, novamente, Emmanuel registra o encargo que Ele recebeu do Pai:<em> \u201cDiretor ang\u00e9lico do orbe\u201d.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\"><strong>Esp\u00edrito Santo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">\u00c9 o Esp\u00edrito, a centelha divina criada por Deus; isto \u00e9, cada um de n\u00f3s&#8230; Por\u00e9m, segundo Emmanuel, em <em>O Consolador<\/em> <strong><sup>(Q. 312)<\/sup><\/strong>, esta express\u00e3o refere-se, mais especificamente, \u00e0queles Esp\u00edritos Angelicais que ajudaram Jesus.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\"><em>\u201cComo interpretar a afirmativa de Jo\u00e3o: \u201cTr\u00eas s\u00e3o os que fornecem testemunho no c\u00e9u: o Pai, o Verbo e o Esp\u00edrito Santo?\u201d. &#8212; Jo\u00e3o referia-se ao Criador, a Jesus, que constitu\u00eda para a Terra a sua mais perfeita personifica\u00e7\u00e3o, e \u00e0 legi\u00e3o dos Esp\u00edritos redimidos e santificados que cooperam com o Divino Mestre, desde os primeiros dias da organiza\u00e7\u00e3o terrestre, sob a miseric\u00f3rdia de Deus.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">***<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Ademais ao que foi dito, caro leitor, este dogma nem deveria ter surgido; pois, em pelo menos duas ocasi\u00f5es, Jesus n\u00e3o deu nenhuma margem para que se acreditasse na exist\u00eancia de uma Trindade Divina.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\"><em>\u201cCerto chefe o interrogou, dizendo: Bom Mestre, fazendo o que herdarei a vida eterna? Disse-lhe Jesus: por que dizes \u201cbom\u201d? Ningu\u00e9m \u00e9 bom sen\u00e3o um, Deus.\u201d <\/em><strong><sup>(Lucas, 18:18-19)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\"><em>\u201cSe me am\u00e1sseis, certamente hav\u00edeis de folgar que eu v\u00e1 para o Pai, porque o Pai \u00e9 maior do que eu.\u201d <\/em><strong><sup>(Jo\u00e3o, 14:28)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Nem Ele [Jesus] se igualou \u00e0 Deus&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\"><strong><sup>*<\/sup><\/strong><em>In memorian<\/em> ao Pe. Onelio Dionisi<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:22px\"><strong><sup>1<\/sup><\/strong> KELLY, J. N. D. <em>Patr\u00edstica: origem e desenvolvimento das doutrinas centrais da f\u00e9 crist\u00e3.<\/em> S\u00e3o Paulo: Vida Nova, 2009.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:22px\"><strong><sup>2<\/sup><\/strong> COTRIM, Gilberto. <em>Fundamentos da Filosofia: Hist\u00f3ria e Grandes Temas.<\/em> S\u00e3o Paulo: Editora Saraiva. 2006<\/p>\n\n\n\n<p>_________________________________________________________________________<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:22px\">O autor \u00e9 presidente do CE \u201cRecanto de Luz \u2013 Irm\u00e3 Scheilla\u201d, em Ribeir\u00e3o Pires (SP)<\/p>\n\n\n\n<p>www.irmascheilla.org.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[Fabio Dionisi] fabiodionisi@terra.com.br _________________________________________________________________________ N\u00e3o poucas vezes constatei a import\u00e2ncia do Mist\u00e9rio da Sant\u00edssima Trindade para a Igreja Cat\u00f3lica Apost\u00f3lica<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":593,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[27,6],"tags":[],"class_list":["post-2427","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos","category-destaque"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2427","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2427"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2427\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2428,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2427\/revisions\/2428"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/media\/593"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2427"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2427"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2427"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}