{"id":2452,"date":"2025-02-05T15:23:49","date_gmt":"2025-02-05T18:23:49","guid":{"rendered":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/?p=2452"},"modified":"2025-02-07T23:15:24","modified_gmt":"2025-02-08T02:15:24","slug":"sinopse-do-medium-de-cura-edson-barbosa-de-souza-40-anos-de-atividade-publica-1985-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/2025\/02\/05\/sinopse-do-medium-de-cura-edson-barbosa-de-souza-40-anos-de-atividade-publica-1985-2025\/","title":{"rendered":"Sinopse sobre o m\u00e9dium de cura Edson Barbosa de Souza (40 anos de atividade p\u00fablica &#8211; 1985-2025)"},"content":{"rendered":"\n<p style=\"font-size:22px\">Fabio A R Dionisi [fabiodionisi@terra.com.br]<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Edson Barbosa de Souza \u00e9 natural do Estado do Paran\u00e1. Nasceu na cidade de S\u00e3o Carlos do Iva\u00ed (PR), no dia 19 de maio de 1958. Filho de Jos\u00e9 Barbosa de Souza e Waldeci dos Anjos Dias.<br>M\u00e9dium Esp\u00edrita, desde 1982, atua como m\u00e9dium p\u00fablico de curas e cirurgias espirituais desde o ano de 1985.<br>Edson \u00e9 casado com Maria Aparecida Sim\u00e3o de Souza, brasileira, nascida em 24\/03\/1957, na cidade de Monte Alto (SP). Seus pais s\u00e3o Jos\u00e9 Sim\u00e3o e Benedita Bianchi Sim\u00e3o.<br>Desde crian\u00e7a, aos quatro ou cinco anos de idade, em sua cidade natal S\u00e3o Carlos do Iva\u00ed (PR), Edson Barbosa de Souza percebeu que podia sentir a presen\u00e7a de esp\u00edritos. <em>\u201cEu n\u00e3o entendia bem o que acontecia, mas podia v\u00ea-los e at\u00e9 conversar com eles\u201d<\/em>, diz Edson que, desde o in\u00edcio dessas manifesta\u00e7\u00f5es, ganhou o apoio da m\u00e3e, D. Waldeci.<br>S\u00f3 em 1981, quando fez uma visita a Chico Xavier, em Uberaba, ficou sabendo da sua sensibilidade medi\u00fanica. Ele recebeu todas as orienta\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias e adotou o Espiritismo.<br>Em 1983, finalmente, ocorreu o primeiro contato com o seu mentor espiritual, Dr. Arthur Neiva (at\u00e9 pouco tempo conhecido, entre n\u00f3s, pelo pseud\u00f4nimo de Dr. Stefani Oswald). Esp\u00edrito de um not\u00e1vel m\u00e9dico brasileiro, que em vida [\u00faltima reencarna\u00e7\u00e3o] foi sanitarista, bi\u00f3logo, bot\u00e2nico, profundo conhecedor de ci\u00eancias naturais e, tamb\u00e9m, pesquisador da doen\u00e7a de Chagas.<br>Dr. Arthur Neiva trabalhou no projeto Manguinhos, com a equipe de Carlos Chagas, para o desenvolvimento da vacina contra a febre amarela e contra a mal\u00e1ria.<br>Possuidor de v\u00e1rios dons medi\u00fanicos, Edson Barbosa de Souza, al\u00e9m de m\u00e9dium sensitivo de cura, \u00e9 psic\u00f3grafo desde 1981.<br>Intermedi\u00e1rio entre os vivos e a alma dos [ditos] mortos, durante as reuni\u00f5es de consulta e de cirurgia, recebe mensagens, em geral, do Dr. Arthur Neiva, que ap\u00f3s examinar as pessoas que o procuram em busca da cura, orienta sobre qual a doen\u00e7a estabelecida e as provid\u00eancias que devem ser tomadas.<br>No dia 13\/02\/2025, o m\u00e9dium Edson Barbosa completar\u00e1 43 anos de Doutrina; dos quais, 40 anos em trabalho p\u00fablico, em atividade medi\u00fanica ligada \u00e0 cura.<br>No in\u00edcio, por 3 anos, realizou trabalho semelhante ao do m\u00e9dium Carlos A. Baccelli, por meio da psicografia p\u00fablica, consolando aos aflitos que o procuravam.<br>Em seguida, em 1985, iniciaram-se as atividades de cura no Centro Esp\u00edrita Ceddre (Centro de Estudos e Divulga\u00e7\u00e3o das Doutrinas Reencarnacionistas), em Santo Andr\u00e9 (SP).<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\"><strong>Origens do M\u00e9dium<\/strong><br>Seu bisav\u00f4 materno \u00e9 origin\u00e1rio de uma tribo ind\u00edgena, chamada de Pankararu, ou Pankarau, localizada no Estado de Pernambuco.<br>Hoje, neste local, situa-se uma cidade: Tacaratu. Na regi\u00e3o do Agreste; zona conhecida como a da fome.<br>O local foi habitado por v\u00e1rias etnias, todos de l\u00edngua Kariri; contudo, a dos Pankararu s\u00e3o coisas de algumas centenas de anos.<br>Os Pankararus eram \u00edndios bravos, e, curiosamente, a despeito de serem \u00edndios n\u00e3o eram parecidos como tais. N\u00e3o tinham cabelos lisos.<br>Segundo informa\u00e7\u00e3o obtida pelo m\u00e9dium, encontram-se muitas gravuras nas rochas e cavernas da regi\u00e3o, o que comprova a exist\u00eancia desta tribo h\u00e1 muito tempo; presumivelmente, desde os s\u00e9culos XVI e XVII.<br><em>\u201cNesta tribo, no s\u00e9culo XVII, portanto antes de meu bisav\u00f4, um dos seus l\u00edderes espirituais, cacique e paj\u00e9 da tribo, foi um \u00edndio cujo nome aportuguesado \u00e9 Luiz Damandaia. Curiosamente, ele \u00e9 um dos integrantes da equipe espiritual do Dr. Arthur Neiva, no Pronto Socorro Espiritual Irm\u00e3 Scheilla.<br>O nome aportuguesado do meu bisav\u00f4 materno era Jo\u00e3o de Souza. Ele tamb\u00e9m se tornou paj\u00e9 e curador da tribo.\u201d<\/em><br>Em verdade, \u00e9 importante registrar que muitas informa\u00e7\u00f5es da \u00e9poca foram passadas pelo pr\u00f3prio bisav\u00f4 materno ao m\u00e9dium Edson, por meio da mediunidade deste \u00faltimo.<br>Jo\u00e3o de Souza, como quase todos os \u00edndios da regi\u00e3o, foi capturado e \u201ccivilizado\u201d pelo branco; contudo, n\u00e3o perdeu sua cultura ind\u00edgena e manteve suas atividades de cura junto aos caboclos da regi\u00e3o.<br>Ele tinha v\u00e1rios dons medi\u00fanicos, por\u00e9m, o que mais se destacava era o de efeitos f\u00edsicos; embora desconhecesse isso, pois na \u00e9poca era ignorante destas coisas relativas \u00e0 mediunidade.<br>Atendia as pessoas com suas benzeduras.<br>Caso uma pessoa tivesse dor de dente, ele l\u00e1 ia fazer suas preces, em concentra\u00e7\u00e3o, e colocando sua m\u00e3o, sobrepondo o local, no caso o dente, ocorria a desinflama\u00e7\u00e3o e no prazo de doze horas o dente caia!<br>Dores de cabe\u00e7a eram curadas s\u00f3 com a imposi\u00e7\u00e3o das m\u00e3os. \u00dalceras, atrav\u00e9s de po\u00e7\u00f5es de ervas nativas.<br><em>\u201cO meu av\u00f4 materno Jos\u00e9 de Souza Dias, filho de Jo\u00e3o de Souza, nasceu no final do s\u00e9culo XIX, na vila chamada Tacaratu; lembrando que a origem da cidade foi a tribo. O nome de minha av\u00f3 materna \u00e9 Maria dos Anjos de Souza Dias\u201d.<\/em><br>Voltando \u00e0s origens, Edson tamb\u00e9m nos relatou que Luiz Damandaia tinha por esposa, com nome abrasileirado, Maria Cacuruta.<br>Os Pankararus, e outras tribos menores, tais como os Uma\u00fas, Vouvea e Geritic\u00f3, foram aldeados em uma miss\u00e3o, a dos padres oratorianos, dando origem a Vila de Tacaratu. Provavelmente, a funda\u00e7\u00e3o desta vila deu-se entre o final do s\u00e9culo XVII e in\u00edcio do s\u00e9culo XVIII.<br>Embora j\u00e1 da vila, este pessoal todo n\u00e3o tinha cultura alguma; eram analfabetos; caboclos como se diz aqui no Brasil.<br><em>\u201cO meu av\u00f4 era tamb\u00e9m meu padrinho; eu sou o \u00fanico afilhado dele.\u201d<\/em><br>Foi um lenhador, mateiro (conhecedor profundo de plantas). Se algu\u00e9m tivesse sede, fome, ou mesmo uma dor de dente, ele sabia qual planta usar para tir\u00e1-la de voc\u00ea.<br><em>\u201cNo campo da mediunidade, meu av\u00f4 era benzedor, como o pai; curador, ele fazia simpatias e benzidos, como, por exemplo, para afastar cobras da pastagem.<br>Sabia fazer benzidos para curar bicheira de animais, as quais caiam, passado certo tempo. Fazia simpatias para picadas de cobra, tanto em seres humanos quanto em animais.<br>Para afastar cobras da pastagem, costumava fazer um c\u00edrculo grande, o qual ele n\u00e3o fechava. Sentando-se no centro dele, por umas duas horas, de vez em quando dava pequenos assobios. As cobras entravam neste c\u00edrculo, sem atac\u00e1-lo; e, em seguida, atrav\u00e9s de ordens mentais, ele as mandava embora, para um determinado lugar da propriedade. Por\u00e9m, para que n\u00e3o lhes faltasse alimento, tamb\u00e9m encaminhava para estes locais ratos, roedores, camundongos, p\u00e1ssaros, etc.<br>A \u00fanica coisa que pedia, para fazer este trabalho, era que n\u00e3o se matasse uma \u00fanica cobra.<br>Quando algu\u00e9m era picado por uma cobra, ele ia at\u00e9 o local socorrer a pessoa. Apanhando uma determinada folha de \u00e1rvore, entrava em prece de c\u00f3coras, trazendo a cobra at\u00e9 a folha. Esta regurgitava uma esp\u00e9cie de gosma sobre a folha, a qual ele aplicava como ant\u00eddoto.<br>Curava quebrantos, ventre virado, mal de simioto, cobreiros. Tudo isso atrav\u00e9s de benzeduras, emplastros, etc.\u201d<br><\/em>O mal de simioto \u00e9 tamb\u00e9m conhecida como a doen\u00e7a do macaco. A crian\u00e7a com esta doen\u00e7a ficava magrinha e acabava morrendo.<br><em>\u201cJos\u00e9 de Souza Dias, meu av\u00f4 materno, era capaz de cur\u00e1-la em 9 semanas.\u201d<\/em><br>Ele era, tamb\u00e9m, um m\u00e9dium inconsciente de incorpora\u00e7\u00e3o.<br><em>\u201cAl\u00e9m disso, ele costumava fazer, uma vez por semana, uma reuni\u00e3o medi\u00fanica, secreta, onde n\u00e3o era permitida a participa\u00e7\u00e3o do p\u00fablico alheio aos trabalhos.\u201d<\/em> Participavam, nestes encontros, a esposa de Jos\u00e9 de Souza Dias, compadres e os filhos.<br>Nestas reuni\u00f5es, esp\u00edritos eram evocados. Curiosamente, era muito comum evocar esp\u00edritos de outros \u00edndios. Estes, quando incorporavam no m\u00e9dium, falavam suas l\u00ednguas de origem (por exemplo, o Guarani). E, para o entendimento, outro Esp\u00edrito ajudava a traduzir.<br>O respeito era tamanho, com os guias espirituais, que Jos\u00e9 de Souza Dias os chamava a todos de Mestre. O que coadunava com o seu car\u00e1ter. Quieto, quase sempre calado, bem-educado, s\u00e9rio em retid\u00e3o, do tipo <em>\u201csim, sim, n\u00e3o, n\u00e3o\u201d<\/em>.<br>Nunca bateu em seus filhos; diga-se de passagem, caracter\u00edstica esta dos \u00edndios em geral.<br>Mesmo trabalhando na lavoura, para seu sustento, bastava que uma pessoa o procurasse para obter sua ajuda; ele parava o que estivesse fazendo, para atender ao pedido, indo, inclusive, at\u00e9 a casa das pessoas. Pode-se afirmar que ele atendia das 6h \u00e0s 18h, e de maneira gratuita.<br>J\u00e1 que estamos falando de lavoura, \u00e9 curioso registrar que tudo, naquela \u00e9poca e regi\u00e3o, era feito de forma coletiva. Desde a colheita at\u00e9 a obten\u00e7\u00e3o do produto final: a farinha de mandioca, o biju, e o a\u00e7\u00facar.<br>Usavam burros para fazer a farinha de mandioca.<br>Quando abatiam um capado, todos os vizinhos eram presenteados com um peda\u00e7o.<br>Enfim, sem ego\u00edsmo, dividiam tudo\u2026<br>No campo da mediunidade, Jos\u00e9 de Souza Dias era realmente bem-dotado. Possu\u00eda a vid\u00eancia, a audi\u00e7\u00e3o e psicofonia inconsciente.<br>Neste campo, ele citou dois fen\u00f4menos que eram comuns ao av\u00f4 materno: <em>\u201cCom uma vasilha com \u00e1gua, Jos\u00e9 entrava em prece; se o consulente quisesse, ele podia ver, naquela \u00e1gua, a m\u00e3e deste, ou outra pessoa qualquer, e o que ela estava fazendo no momento [clarivid\u00eancia]. Ele lograva, tamb\u00e9m, que a pessoa enxergasse na \u00e1gua.\u201d<\/em><br>O segundo fen\u00f4meno, igualmente inusitado, est\u00e1 relacionado com transporte atrav\u00e9s de objetos s\u00f3lidos: <em>\u201cCostumava entrar em casa, de madeira, dotada de apenas uma porta e uma janela, a seguir sendo trancado, por algu\u00e9m, num dos quartos [este sem janela], por meio de uma tramela externa. Dentro deste, conseguia se transportar, sumindo do mesmo; a pessoa, passado algum tempo, ao entrar no mesmo, n\u00e3o conseguia encontr\u00e1-lo!\u201d<\/em><br>S\u00f3 para refrescarmos a mem\u00f3ria\u2026 Tramela \u00e9 uma pe\u00e7a de madeira, que gira ao redor de um prego, para fechar a porta, porteira, postigo, etc.<br>O av\u00f4 materno do Edson Barbosa era muito devoto do Padre C\u00edcero do Juazeiro. Tanto que, na d\u00e9cada de 30, chegou a dar guarida, isto \u00e9, comida e pouso para pessoas ligadas ao santo.<br>De f\u00e9 cat\u00f3lica, ele o chamava de <em>\u201cmeu padrinho Pe. C\u00edcero\u201d.<\/em><br>Tanto o venerava que n\u00e3o permitiu que colocassem o nome dele no seu neto.<br><em>\u201cQuando minha m\u00e3e ficou gr\u00e1vida, ela queria colocar o nome de C\u00edcero em mim; por\u00e9m, ele proibiu isso, pois eu poderia n\u00e3o me portar \u00e0 altura da figura que o nome representava! Por exemplo, dizia ele, se me xingassem o estariam ofendendo\u2026 [ao Pe. C\u00edcero]\u201d<\/em><br>Jos\u00e9 de Souza Dias tinha como guia e protetor espiritual um \u00edndio que fora cacique e, al\u00e9m disso, paj\u00e9 da tribo dos Tupinamb\u00e1s.<br>Quando encarnado, este cacique e paj\u00e9 Tupinamb\u00e1 vivia numa tribo entre o eixo de Cananeia e S\u00e3o Sebasti\u00e3o, no Estado de S\u00e3o Paulo; o que corresponde, caro leitor, \u00e0 localiza\u00e7\u00e3o da Cidade Espiritual de Alvorada Nova, como j\u00e1 tivemos oportunidade de citar.<br>Para termos uma ideia do grau de evolu\u00e7\u00e3o deste \u00edndio, sua \u00faltima encarna\u00e7\u00e3o, aqui na Terra, ocorreu no ano de 1620.<br><em>\u201cE ele era o mentor espiritual do meu av\u00f4 materno.\u201d<\/em><br><strong>E quanto ao m\u00e9dium Edson Barbosa de Souza?<\/strong><br>O que gostar\u00edamos de saber dele?<br>Por que n\u00e3o deixar que ele mesmo se apresente\u2026<br><em>\u201cO nome de meu pai \u00e9 Jos\u00e9 Barbosa de Souza, nascido em Promiss\u00e3o, Estado de S\u00e3o Paulo, no dia 08 de dezembro de 1936. O de minha m\u00e3e \u00e9 Waldeci dos Anjos Dias, nascida em Pernambuco, na cidade de Tacaratu, no dia 30 de agosto de 1939, e desencarnada, recentemente, em 16 de agosto de 2011, aqui no Estado de S\u00e3o Paulo, em Franca.<br>Meu pai ainda est\u00e1 entre n\u00f3s [desencarnou, posteriormente, no ano de 2018].<br>A fam\u00edlia de minha m\u00e3e, como tive oportunidade de contar, morava em Pernambuco. Aos poucos foram migrando para o Sul, estabelecendo-se no Paran\u00e1; contudo, assentaram-se, por uns tempos, no Estado de S\u00e3o Paulo.<br>Dedicados \u00e0 agricultura, trabalharam na lavoura do caf\u00e9. Derrubavam a mata, aravam, plantavam e colhiam.<br>Quando se mudaram para o Paran\u00e1, estabeleceram-se em v\u00e1rias cidades. N\u00e3o me lembro quais, mas n\u00e3o importa realmente. O fato \u00e9 que ficaram, por muito tempo, naquele Estado.<br>Nasci em S\u00e3o Carlos do Iva\u00ed (PR), no dia 19 de maio de 1958.<br>Desde os 4\u20135 anos de idade eu conversava com crian\u00e7as j\u00e1 desencarnadas (Esp\u00edritos).<br>Minha m\u00e3e acompanhou todo este processo; dando-me muito apoio, sempre. Recebi dela sempre muito carinho.<br>Fui coroinha de Igreja; roubava h\u00f3stia\u2026 Meu neg\u00f3cio era roubar h\u00f3stias [risos do m\u00e9dium]; mas, eu n\u00e3o gostava do vinho seco que o Padre usava\u2026<br>Mas, voltando a fase dos amiguinhos invis\u00edveis, para os outros, pois eram bem vis\u00edveis para mim, ela durou at\u00e9 meus nove anos de idade. Passei a ter, neste per\u00edodo, sonhos com entidades espirituais que me transmitiam informa\u00e7\u00f5es sobre plantas, para fazer ch\u00e1s, beberagens [cozimentos medicinais]. Obediente, passava estas informa\u00e7\u00f5es para minha m\u00e3e, dizendo para quem eram destinadas.<br>Ela dava para as pessoas indicadas, e, normalmente, elas ficavam boas.<br>Tudo com muito apoio dela e do meu av\u00f4 materno, Jos\u00e9 de Souza Dias, que explicava, para minha m\u00e3e, o que deveria ser feito. Isso quando encarnado, pois, ele veio a falecer no ano de 1980, aproximadamente com 85 anos de idade.<br>Curioso \u00e9 que eu achava que eram sonhos. Conversava com desencarnados, passando seus recados sem saber disso. J\u00e1 fazia o correio fraterno quando crian\u00e7a! (risos)<br>Tudo isso sempre ocorrendo de forma espont\u00e2nea.<br>Quanto ao meu av\u00f4, Jos\u00e9 de Souza Dias, tenho a certeza de que tinha aceitado a tarefa de me guiar ao longo da minha inf\u00e2ncia. Tanto que sempre ficou atento e nunca ficou longe de n\u00f3s. Sempre ficou muito pr\u00f3ximo, acompanhando as mudan\u00e7as de resid\u00eancia de minha fam\u00edlia.<br>Tanto que num determinado dia, na d\u00e9cada de 80, ele me disse: voc\u00ea \u00e9 que vai dar continuidade a este trabalho, por\u00e9m, voc\u00ea vai ser mais conhecido, e milhares de pessoas v\u00e3o te procurar.<br>Foi tamb\u00e9m nesta ocasi\u00e3o que conheci o chamado cacique dos Tupinamb\u00e1s. Segundo o meu av\u00f4 materno, Jos\u00e9 de Souza Dias, ele seria meu orientador espiritual.<br>Houve uma pausa [quanto \u00e0 mediunidade] aos 13 anos de idade.<br>O tempo passou, adentrei ao Espiritismo em 1980, j\u00e1 com toda a mediunidade aflorada e sem conhecer nada a respeito\u2026<br>A orienta\u00e7\u00e3o que recebi, do cacique e paj\u00e9 Tupinamb\u00e1, foi de que deveria ler toda a obra de Kardec, e que deveria treinar a psicografia e a psicofonia. Estas duas mediunidades j\u00e1 eram ostensivas em mim.<br>Em 1981 j\u00e1 atuava como m\u00e9dium psic\u00f3grafo, psicof\u00f4nico, e j\u00e1 fazia curas espirituais. Explicando, para voc\u00ea, que eu era apenas um instrumento, pois quem realizava as curas era este \u00edndio.<br>At\u00e9 ent\u00e3o, os trabalhos eram pequenos. Em 1983, ele transmitiu a todos n\u00f3s que ele traria um m\u00e9dico, muito seu amigo, para iniciar o atendimento de pessoas doentes (o Esp\u00edrito Dr. Stefani Oswald).<br>Acrescentando que ele [o cacique] ficaria como auxiliar respons\u00e1vel pela seguran\u00e7a do trabalho espiritual.<br>Na verdade, ele \u00e9 o respons\u00e1vel pela seguran\u00e7a de todo o trabalho ligado ao Recanto de Luz &#8211; Pronto Socorro Espiritual Irm\u00e3 Scheilla.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\"><strong>No CEDDRE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Nada melhor que transcrevermos o depoimento escrito por algu\u00e9m que muito apoiou as atividades do m\u00e9dium neste Centro Esp\u00edrita: Sra. Maria Helena T. C. Canev\u00e9r (desencarnou recentemente).<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\" class=\"has-text-align-center\"><strong><em>O jovem m\u00e9dium<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\" class=\"has-text-align-center\"><em>Jovem sim. Foi dessa forma que n\u00f3s vimos \u00e0quele jovem, que estava no port\u00e3o da nossa casa, numa manh\u00e3, que fez toda a diferen\u00e7a para n\u00f3s e os trabalhos do <strong>CEDDRE<\/strong>.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\" class=\"has-text-align-center\"><em>Isto aconteceu h\u00e1 vinte e quatro anos atr\u00e1s <\/em>[isso em 2012]<em>. Uma colega, comum entre n\u00f3s, entregou a esse jovem um exemplar de <strong>O Terceiro Mil\u00eanio<\/strong>, jornalzinho do <strong>CEDDRE (Centro de Estudos e Divulga\u00e7\u00e3o das Doutrinas Reencarnacionistas)<\/strong>; e quando o Edson Barbosa de Souza o leu, veio \u00e0 nossa procura.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\" class=\"has-text-align-center\"><em>Assim come\u00e7ou uma bonita amizade entre ele, eu e o meu marido, Sr. Newton Bastoni, presidente do <strong>CEDDRE<\/strong>.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\" class=\"has-text-align-center\"><em>O interessante \u00e9 que, no dia em que o jovem Edson foi \u00e0 nossa procura, conversamos muito sobre v\u00e1rios assuntos, por\u00e9m, sempre sobre Espiritualidade. Ao se despedir, depois de umas duas horas, fomos acompanh\u00e1-lo at\u00e9 a porta, e ao segurar as suas m\u00e3os para as despedidas, fiquei abismada com o tamanho daquelas m\u00e3os, e, o informei, menino suas m\u00e3os s\u00e3o imensas, voc\u00ea n\u00e3o tem no\u00e7\u00e3o, tinham mais de meio metro. <strong>\u201cM\u00e3os curadoras\u201d<\/strong>, <strong>\u201cM\u00e3os do divino dom de curar\u201d<\/strong>. Ele se emocionou muito; despediu-se do meu marido, deu-me um abra\u00e7o e foi embora.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\" class=\"has-text-align-center\"><em>Foi assim que nos conhecemos.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\" class=\"has-text-align-center\"><em>Nessa \u00e9poca o Edson tinha um Centro de Umbanda e, nos convidou para participarmos de um trabalho de \u201cCuras\u201d; claro que aceitamos. Foi a primeira vez em que participei de um trabalho desse tipo. Ao entrarmos, o Newton encontrou, sobre uma mesa, um exemplar de <\/em><strong>O Evangelho segundo o Espiritismo<\/strong>,<em> e, sem que ningu\u00e9m falasse nada, naquela noite o trabalho nessa Casa foi regado com as b\u00ean\u00e7\u00e3os do Evangelho&#8230;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\" class=\"has-text-align-center\"><em>Foi selada, ent\u00e3o, uma amizade benfeitora a todos. Participamos de dois outros trabalhos nessa Casa e convidamos o m\u00e9dium Edson Barbosa de Souza para realizar um trabalho de Curas Espirituais no CEDDRE, uma vez por semana.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\" class=\"has-text-align-center\"><em>Trabalho aben\u00e7oado desde o primeiro; mais de 1.500 pessoas num s\u00f3 dia. Inici\u00e1vamos o trabalho \u00e0s seis da manh\u00e3 indo \u00e0s vezes at\u00e9 meia noite ou mais.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\" class=\"has-text-align-center\"><em>Eu, Heleninha C\u00e2ndido, coordenando, o Newton Bastoni assumindo a parte doutrin\u00e1ria, com o Evangelho e as palestras, com a Lourdes Barbe, companheira, firme sempre ao meu lado, e o Sr. Claude Barbe harmonizando, com s\u00e1bias palavras, os pacientes, juntamente com o Sr. Ant\u00f4nio Antunes. A esposa do m\u00e9dium, Sra. Maria, sempre ao seu lado, na sala de tratamentos, com a Heleninha e a Lourdes. Form\u00e1vamos uma equipe imbat\u00edvel. \u00c9ramos os curingas do trabalho de Curas.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\" class=\"has-text-align-center\"><em>Muito jovem, o m\u00e9dium Edson teve a humildade de aceitar as nossas orienta\u00e7\u00f5es. Muitas vezes convers\u00e1vamos com as entidades para fortificar cada vez mais o m\u00e9dium, outras vezes convers\u00e1vamos com o m\u00e9dium para facilitar o trabalho das entidades.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\" class=\"has-text-align-center\"><em>A cada semana o n\u00famero de pessoas aumentava sensivelmente; chegamos a ter 2.500 pessoas, num s\u00f3 dia; quem conhece o CEDDRE, sabe o quanto isso foi dif\u00edcil, pelo seu diminuto tamanho. A ben\u00e7\u00e3o foi sempre t\u00e3o grande, e generosa, que nunca houve sequer um atrito entre a multid\u00e3o.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\" class=\"has-text-align-center\"><em>Atend\u00edamos as pessoas com fichas por ordem de chegada.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\" class=\"has-text-align-center\"><em>Passamos a proteger o m\u00e9dium; quando ele estacionava o carro, a Heleninha e a Lourdes iam receb\u00ea-lo, levando-o imediatamente por entre a multid\u00e3o, para dentro do CENTRO. N\u00e3o era poss\u00edvel deix\u00e1-lo \u00e0 merc\u00ea de tanta gente.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\" class=\"has-text-align-center\"><em>Como em todos os lugares onde existem trabalhos desse porte, esse cuidado era absolutamente necess\u00e1rio.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\" class=\"has-text-align-center\"><em>O tempo foi passando, os doentes aumentando, a nossa preocupa\u00e7\u00e3o para com o m\u00e9dium crescendo; muito jovem, tem\u00edamos que se envolvesse com o orgulho. Convers\u00e1vamos constantemente ap\u00f3s cada trabalho, convid\u00e1vamos para que ele fosse a nossa casa, para feedback de cada trabalho realizado.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\" class=\"has-text-align-center\"><em>A imprensa come\u00e7ou a assedi\u00e1-lo, por todos os lados, e n\u00f3s n\u00e3o ach\u00e1vamos prudente, pois, j\u00e1 sem propaganda os pacientes n\u00e3o paravam de aumentar; preferimos n\u00e3o facilitar&#8230;, por\u00e9m, certa feita, os Diretores do CEDDRE permitiram que a reportagem fosse feita na pr\u00f3pria Casa de Caridade e, um rep\u00f3rter do Di\u00e1rio do Grande ABC veio em busca da t\u00e3o esperada reportagem.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\" class=\"has-text-align-center\"><em>Reunimos ent\u00e3o o Sr. Newton Bastoni, a Heleninha Candido e o Sr. Claude Barbe, e fomos com o m\u00e9dium esperar o rep\u00f3rter.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\" class=\"has-text-align-center\"><em>O rep\u00f3rter chegou. Foi muito bem atendido, e o levamos para a t\u00e3o desejada sala de Cirurgias Espirituais. O Rep\u00f3rter conversou com o m\u00e9dium e n\u00e3o ficou t\u00e3o empolgado como seria o esperado. Na sala, em quest\u00e3o, o mesmo n\u00e3o encontrou nenhum instrumento cortante; nem uma tesoura, nem bisturis, nem seringas hipod\u00e9rmicas; ou seja, nada que demonstrasse cortes, suturas, etc.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\" class=\"has-text-align-center\"><em>O m\u00e9dium Edson Barbosa de Souza foi sempre um m\u00e9dium equilibrado, ponderado nas decis\u00f5es de aux\u00edlio ao pr\u00f3ximo, sem o m\u00ednimo de ostenta\u00e7\u00e3o; pois, a mediunidade \u00e9 dom que deve ser cultivado para todo o sempre.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\" class=\"has-text-align-center\"><em>Passados alguns poucos anos, chegou \u00e0 nossa casa de caridade outro m\u00e9dium que se tornou grande amigo do Edson, o Sr. Ibraim Lima de Ribeir\u00e3o Pires <\/em>[Grupo Esp\u00edrita de Estudos A Caminho da Luz]<em>; passado algum tempo, o m\u00e9dium Edson dividiu o seu atendimento entre o CEDDRE e o Centro Esp\u00edrita do Sr. Ibraim. Passou ent\u00e3o a trabalhar conosco de quinze em quinze dias.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\" class=\"has-text-align-center\"><em>Resolvemos ent\u00e3o marcar as consultas por telefone, diminuindo-as convenientemente, para o bem do pr\u00f3prio m\u00e9dium e seus auxiliares.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\" class=\"has-text-align-center\"><em>Como pass\u00e1vamos o dia todo em trabalho espiritual, t\u00ednhamos uma equipe que trabalhava na cozinha, fazendo almo\u00e7o para todos os trabalhadores, lanches, cafezinhos. T\u00ednhamos a equipe da limpeza. T\u00ednhamos, tamb\u00e9m, uma equipe de Ora\u00e7\u00e3o; essa equipe iniciava o trabalho uma hora antes do m\u00e9dium de curas, e terminava uma hora depois. De hora em hora, t\u00ednhamos uma pessoa orando para que o m\u00e9dium fosse fortificado atrav\u00e9s das ora\u00e7\u00f5es; para que tudo corresse bem.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\" class=\"has-text-align-center\"><em>Durante os vinte e quatro anos, em que o m\u00e9dium Edson trabalhou no CEDDRE, tivemos v\u00e1rias equipes trabalhando em prol de todos. Perdoem-nos n\u00e3o declinar o nome de todos, pois ter\u00edamos uma longa lista; por\u00e9m, agradecemos de cora\u00e7\u00e3o a cada trabalhador, dirigente e Diretor do CEDDRE, que permitiram que esse trabalho fosse realizado. Colocaremos todos os detalhes no livro que estamos escrevendo, em alguns cap\u00edtulos dedicados aos estudos dos trabalhos de curas.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\" class=\"has-text-align-center\"><em>Por aqui, passaram pessoas de todas as ra\u00e7as, credos, posi\u00e7\u00f5es sociais, para serem atendidas sem que isso influenciasse o m\u00e9dium, que a todos tratava com o mesmo carinho e doa\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\" class=\"has-text-align-center\"><em>Nos \u00faltimos quatro anos, o m\u00e9dium j\u00e1 apresentava problemas s\u00e9rios de sa\u00fade; mesmo assim, nunca deixou de se doar ao pr\u00f3ximo; por isso, sendo sempre respeitado pelas Entidades que com ele trabalham at\u00e9 hoje. O amor do Dr. Arthur Neiva o segurava firmemente, para que ele pudesse trabalhar na sala de cirurgias, sem o apoio da bengala. O <\/em>[Esp\u00edrito] <em>Dr. Xavier amparando-o, para que n\u00e3o tivesse nenhuma vertigem; foi uma das vis\u00f5es mais emocionantes que esta m\u00e9dium Heleninha j\u00e1 teve.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\" class=\"has-text-align-center\"><em>Agradecemos a todos os que passaram pelo CEDDRE durante estes 24 anos, a todos que se doaram de corpo e alma para que o trabalho de Curas, como era chamado, e ainda o \u00e9, pudesse ter sido sempre um magn\u00edfico sucesso da Espiritualidade Maior, atrav\u00e9s do Instrumento Edson Barbosa de Souza e sua equipe.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\" class=\"has-text-align-center\"><em>Resumi, bastante, estes 24 anos de atividades, por\u00e9m, o CEDDRE se coloca \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para outras informa\u00e7\u00f5es que julguem necess\u00e1rias.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\" class=\"has-text-align-right\"><em>Newton Bastoni<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\" class=\"has-text-align-right\"><em>Presidente<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\" class=\"has-text-align-right\"><em>Maria Helena T. C. Canev\u00e9r<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\" class=\"has-text-align-right\"><em>Diretora Doutrin\u00e1ria<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\" class=\"has-text-align-center\"><em>(Ambos desencarnaram alguns anos ap\u00f3s esta missiva nos ter sido enviada)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\"><strong>No Grupo de Estudos A Caminho da Luz<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">O n\u00facleo, que mais tarde iria constituir a institui\u00e7\u00e3o <strong>Grupo de Estudos Esp\u00edritas A Caminho da Luz<\/strong>, iniciou suas atividades em outubro de 1986, na casa do Sr. Jos\u00e9 e sua esposa D. Nilze.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">O casal Sr. Ibrahim Lima e Da. Eurides Lima, entre outros integrantes, realizavam reuni\u00f5es evang\u00e9licas nesta casa, localizada na Rua Iutaca Yishihara. Contudo, \u00e9 importante frisar que n\u00e3o se tratava de reuni\u00f5es p\u00fablicas.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">At\u00e9 ent\u00e3o, o Edson e o seu Ibrahim <strong><sup>(cc)<\/sup><\/strong> n\u00e3o se conheciam. Isso ocorreu no ano de 1988, quando este \u00faltimo visitou \u00e0 empresa do m\u00e9dium, para lhe oferecer servi\u00e7o de transporte para seus funcion\u00e1rios. Na \u00e9poca, Edson era propriet\u00e1rio da Caldeiraria e Mec\u00e2nica Inox.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Atrav\u00e9s de uma rela\u00e7\u00e3o comercial, tornaram-se amigos. Ap\u00f3s certo tempo, seu Ibrahim convido-o para participar do Evangelho dessa casa, em Ribeir\u00e3o Pires. Aceitando, Edson tomou parte de algumas reuni\u00f5es. N\u00e3o pouco tempo depois, por sua vez, convidou o novo amigo para conhecer o trabalho que vinha realizando no <strong>CEDDRE<\/strong>; um trabalho p\u00fablico de curas.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">O seu Ibrahim e esposa participaram destas atividades p\u00fablicas por cerca de um ano e meio, sem interrup\u00e7\u00e3o (1988\u20131989).<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Ap\u00f3s esse per\u00edodo, o seu Ibrahim manifestou, ao mentor espiritual, o desejo de abrir uma atividade espiritual p\u00fablica em Ribeir\u00e3o Pires (SP).<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Passado algum tempo, o benfeitor espiritual autorizou o m\u00e9dium a iniciar as atividades p\u00fablicas em Ribeir\u00e3o Pires. Aproveitando, na ocasi\u00e3o, para tamb\u00e9m avisar que, em fun\u00e7\u00e3o dessas reuni\u00f5es de cura, a espiritualidade construiria um hospital na dimens\u00e3o espiritual, para o recebimento e tratamento das entidades desencarnadas que para l\u00e1 fossem encaminhadas. Al\u00e9m disso, o mentor desencarnado orientou o dirigente para que fosse providenciada toda a documenta\u00e7\u00e3o da institui\u00e7\u00e3o, uma vez que, at\u00e9 aquele momento, a casa era somente usada para as reuni\u00f5es entre amigos, sem ser, at\u00e9 o momento, uma entidade jur\u00eddica constitu\u00edda (1989-1990).<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Desta forma, iniciou-se o lado \u201cmaterial\u201d da institui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Chegara o momento de se colocar um nome na casa. Estando em d\u00favida quanto a que nome adotar, o seu Ibrahim decidiu perguntar ao mentor da tarefa espiritual; entretanto, este n\u00e3o respondeu de pronto.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Tendo o seu Ibrahim realizado uma excurs\u00e3o a Uberaba, no m\u00eas de junho de 1990, o mentor orientou-o para que procurasse um senhor de nome Eledir. Disse-lhe, tamb\u00e9m, que ap\u00f3s a sua volta, a sua d\u00favida estaria esclarecida. L\u00e1 chegando, iniciou a busca desta pessoa e, a princ\u00edpio, n\u00e3o encontrou ningu\u00e9m que o conhecesse, mas, por fim, conseguiu localiz\u00e1-la.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Este encontro teve dois pontos significativos:<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">(a) Ao chegar \u00e0 casa do Sr. Eledir, o mesmo encontrava-se a manusear plantas e ervas vindas de v\u00e1rias regi\u00f5es do Brasil;<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">(b) O seu Ibrahim Lima, ao olhar em cima de uma porta, avistou uma placa com a inscri\u00e7\u00e3o: \u201cA Caminho da Luz\u201d. Sem hesitar, de pronto, adotou este nome para a institui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Como, desde antes de conhecer o irm\u00e3o Edson, o seu Ibrahim tinha o sonho de montar um grupo Esp\u00edrita de estudos, a nova casa Esp\u00edrita foi chamada de <strong>Grupo Esp\u00edrita de Estudos A Caminho da Luz<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Com a rela\u00e7\u00e3o dos irm\u00e3os que iriam fazer parte da Diretoria, fornecida pelo Ibrahim, Edson solicitou ao advogado Dr. Edson Baldu\u00edno a confec\u00e7\u00e3o do primeiro Estatuto do centro Esp\u00edrita. Ao que parece, este advogado houvera participado da confec\u00e7\u00e3o do Estatuto da FEB; por\u00e9m, \u00e9 necess\u00e1rio ressaltar que n\u00e3o dispomos, at\u00e9 a data, de confirma\u00e7\u00e3o a respeito desta informa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">A data da primeira Ata de Reuni\u00e3o \u00e9 de 02\/08\/1990, sendo a mesma levada para registro no 3\u00b0 Cart\u00f3rio de Registro, em SP, para se obter a homologa\u00e7\u00e3o da Ata de Funda\u00e7\u00e3o e do Estatuto da Institui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">O registro foi concedido no dia 25\/10\/1990; curiosamente, exatos quatro anos ap\u00f3s o in\u00edcio das atividades evang\u00e9licas na casa do Sr. Jos\u00e9 (outubro de 1986).<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Na \u00e9poca, o Sr. Ibrahim Lima e o irm\u00e3o Edson Barbosa foram orientados, pelo mentor espiritual, para que o m\u00e9dium n\u00e3o exercesse qualquer cargo de Dire\u00e7\u00e3o, uma vez que ele j\u00e1 estava ligado com a parte espiritual e tinha a sua pr\u00f3pria tarefa a executar.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">At\u00e9 ent\u00e3o, acreditava-se que o Esp\u00edrito de Cairbar Schutel fosse o mentor do <strong>Grupo Esp\u00edrita de Estudos A Caminho da Luz<\/strong>, contudo, mais tarde, descobriu-se que n\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Atrav\u00e9s do livro <strong>Alvorada Nova<\/strong>, elaborado por Abel Glaser, sob a coordena\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito de Cairbar Schutel, associou-se que a institui\u00e7\u00e3o estava ligada \u00e0 <strong>Casa de Repouso<\/strong>, na col\u00f4nia espiritual de Alvorada Nova; tamb\u00e9m conhecida como <strong>Hospital de Scheilla<\/strong>, liderada pelo Esp\u00edrito de Scheilla, como j\u00e1 vimos alhures.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Cairbar de Souza Schutel era, e ainda o \u00e9, o Coordenador Geral das atividades de toda a col\u00f4nia espiritual; que tamb\u00e9m conta com dois postos de socorro espiritual, situados na zona do Umbral: o Posto 5 e o Posto 6.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">E, diga-se, <em>en passant, <\/em>que v\u00e1rias entidades, na mat\u00e9ria, est\u00e3o afiliadas a esta cidade espiritual, como \u00e9 o caso de centros Esp\u00edritas, escolas, creches, etc.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Voltando um pouco no tempo, como j\u00e1 citado acima, do encontro do Irm\u00e3o Edson com o Sr. Ibrahim Lima foram iniciadas as reuni\u00f5es m\u00e9dico-espirituais na casa do Sr. Jos\u00e9; alinhadas ao modelo previsto para o Hospital Espiritual que seria implantado no espa\u00e7o espiritual correspondente \u00e0 casa da mat\u00e9ria, lar do Sr. Jos\u00e9 e esposa Nilza, por\u00e9m, numa outra dimens\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">\u00c0 medida que o volume de atividades foi aumentando, tornou-se necess\u00e1ria uma amplia\u00e7\u00e3o; motivo este que gerou um desentendimento entre os componentes do grupo. O que ocasionou a transfer\u00eancia do centro Esp\u00edrita para a Rua Vera Cruz, 245, no bairro Jardim Centen\u00e1rio. Isso por volta de 1994. Casa alugada, onde as atividades permaneceram at\u00e9 a constru\u00e7\u00e3o do <strong>Grupo de Estudos A Caminho da Luz<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Os trabalhos de cura e cirurgia espiritual tamb\u00e9m se transferiram para o novo local, levando-se em considera\u00e7\u00e3o a exist\u00eancia de um Hospital Espiritual e seus objetivos.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">O \u201cSeu\u201d Ibrahim tamb\u00e9m deu in\u00edcio, naquela \u00e9poca, \u00e0s suas tentativas de conseguir um terreno da Prefeitura, para a constru\u00e7\u00e3o do centro Esp\u00edrita definitivo. Al\u00e9m de se pagar um aluguel, na Rua Vera Cruz, as instala\u00e7\u00f5es eram pequenas para as atividades previstas.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Entre os v\u00e1rios terrenos oferecidos pela Prefeitura, consultada a Espiritualidade, esta pediu que fosse escolhido o terreno ao lado do Cemit\u00e9rio Municipal de Ribeir\u00e3o Pires. Pura suposi\u00e7\u00e3o, mas imaginamos que, provavelmente, em fun\u00e7\u00e3o das atividades do Hospital Espiritual, com rec\u00e9m desencarnados<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">As instala\u00e7\u00f5es f\u00edsicas encontram-se constru\u00eddas neste local, na Rua Pelegrino Gianasi, 411, Bairro IV Centen\u00e1rio, Ribeir\u00e3o Pires, Estado de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Conta-se que j\u00e1 era de conhecimento do grupo que o Hospital Espiritual j\u00e1 contava com aproximadamente 200 leitos (enfermaria), quando ainda localizado na Rua Vera Cruz, 245.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Outro ponto interessante para se registrar \u00e9 a respeito do projeto da Institui\u00e7\u00e3o. Este foi concebido pela Espiritualidade&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Consultada, ela definiu as seguintes premissas:<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">(a) O pr\u00e9dio deveria ser constru\u00eddo em posi\u00e7\u00e3o espec\u00edfica; isto \u00e9, numa dada posi\u00e7\u00e3o do terreno;<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">(b) Haveria uma pir\u00e2mide, na nave principal;<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">(c) Sua localiza\u00e7\u00e3o foi tamb\u00e9m definida por eles;<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">(d) Esta pir\u00e2mide seria de vidro (curiosamente, em muitos dos pr\u00e9dios de Alvorada Nova, as torres s\u00e3o em cristal);<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">(e) A finalidade desta pir\u00e2mide era a de captar certo tipo de energia, necess\u00e1ria aos trabalhos; da\u00ed sua exist\u00eancia, sua posi\u00e7\u00e3o, ser de vidro, etc.; contudo, em fun\u00e7\u00e3o da falta de recursos financeiros, acabou sendo constru\u00edda de telhas;<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">(f) Al\u00e9m disso, tamb\u00e9m foi sugerido o layout das salas e suas fun\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">O projeto do novo centro Esp\u00edrita foi dado para o Arquiteto Genilson dos Santos, atualmente com um escrit\u00f3rio em Mau\u00e1, Estado de S\u00e3o Paulo, para que fosse feito de acordo com as diretrizes da espiritualidade. Ressaltamos que, por generosidade e desprendimento, este o realizou sem nada cobrar.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Por ocasi\u00e3o do in\u00edcio das obras, a Institui\u00e7\u00e3o contava, em caixa, com cerca USD$ 130.000; fruto das diversas campanhas realizadas para angariar os fundos necess\u00e1rios. Al\u00e9m do mais, muitos outros ajudaram na constru\u00e7\u00e3o desta casa.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">O pr\u00e9dio foi idealizado para tamb\u00e9m comportar o aumento previsto nas consultas m\u00e9dico-espirituais.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">A Espiritualidade tamb\u00e9m foi consultada sobre as divis\u00f5es internas do pr\u00e9dio, durante a confec\u00e7\u00e3o do projeto, realizado pelo arquiteto Genilson dos Santos.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">A concep\u00e7\u00e3o escolhida, pelos benfeitores espirituais, pode ser resumida assim:<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">(a) Utiliza\u00e7\u00e3o de tr\u00eas salas, ao fundo do sal\u00e3o, atr\u00e1s da mesa grande, para o atendimento do m\u00e9dium. As mesmas estariam interligadas, interiormente; o atendimento principiaria por uma das duas salas laterais (1\u00aa sala), o atendimento do m\u00e9dium seria feito na sala do meio (2\u00aa sala), e a sa\u00edda ocorreria atrav\u00e9s da 3\u00aa sala;<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">(b) As duas salas laterais, no sal\u00e3o principal, que foram ocupadas pela Livraria e sala de aula, foram concebidas para que nelas ocorressem duas reuni\u00f5es medi\u00fanicas, simult\u00e2neas \u00e0 reuni\u00e3o de cura;<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">(c) A Secretaria e a Livraria\/Biblioteca foram previstas no andar t\u00e9rreo;<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">(d) A entrada principal do centro Esp\u00edrita seria onde se encontra atualmente a porta de vidro (primeira entrada do pr\u00e9dio, para quem chega da rua), sendo que a rampa, e respectiva entrada superior, seriam destinadas aos cadeirantes e ao acesso dos carros transportando pessoas com dificuldade para caminhar;<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">(e) No t\u00e9rreo tamb\u00e9m ficaria uma cozinha grande, maior do que a atual; com amplo refeit\u00f3rio, destinado \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o das pessoas que passariam pelos tratamentos de cura;<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">(f) O projeto tamb\u00e9m previa, onde s\u00e3o servidas atualmente as pizzas, a constru\u00e7\u00e3o de dormit\u00f3rios; os mesmos seriam destinados ao repouso das pessoas que viessem de outros Estados. Elas passariam pela consulta, permanecendo algum tempo nos alojamentos.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Inclusive, na \u00e9poca, o seu Ibrahim pensara em construir um local coberto, na \u00e1rea externa ao pr\u00e9dio, para fazer as pizzas; entretanto, com a necessidade de se angariar fundos para a constru\u00e7\u00e3o, o local para a prepara\u00e7\u00e3o das pizzas ficou, em car\u00e1ter tempor\u00e1rio, dentro do edif\u00edcio; exatamente no local onde fora previsto, no projeto original, construir-se os dormit\u00f3rios.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Em fun\u00e7\u00e3o do desencarne do seu Ibrahim, e para atender as mudan\u00e7as de plano nas atividades do centro Esp\u00edrita, ocorreram as mudan\u00e7as que est\u00e3o refletidas nas instala\u00e7\u00f5es atuais.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">A t\u00edtulo hist\u00f3rico, para registro de como foram aqueles tempos, durante a constru\u00e7\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">(a) Seu Ibrahim Lima participava ativamente na Promo\u00e7\u00e3o Social da Prefeitura de Ribeir\u00e3o Pires; por sinal, tendo sido seu presidente, por duas vezes;<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">(b) Por ocasi\u00e3o das obras da nova institui\u00e7\u00e3o Esp\u00edrita, e de sua participa\u00e7\u00e3o na Promo\u00e7\u00e3o Social, a Prefeitura buscava uma entidade para assumir um projeto para os moradores de rua. Ela contava com uma verba destinada para os mesmos;<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">(c) At\u00e9 ent\u00e3o, os moradores de rua iam \u00e0 Promo\u00e7\u00e3o Social, na Prefeitura, onde recebiam alimentos, banho, etc.; contudo, a Prefeitura desejava transferir este trabalho para uma entidade id\u00f4nea da regi\u00e3o;<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">(d) O objetivo da Prefeitura era o de implantar uma \u201ccooperativa\u201d, de forma que os moradores de rua conseguissem seus recursos de subsist\u00eancia (\u201censinar a pescar, ao inv\u00e9s de dar o peixe\u201d);<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">(e) Ao tomar conhecimento disso, seu Ibrahim pensou em submeter um projeto \u00e0 Prefeitura, como realmente o fez;<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">(f) Como que por coincid\u00eancia, uma vez que elas n\u00e3o existem, um pouco antes da institui\u00e7\u00e3o assumir os trabalhos, o local dos moradores de rua foi incendiado, e, por este motivo, os mesmos sa\u00edram de l\u00e1;<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">(g) Com a ajuda de muitas pessoas, seu Ibrahim submeteu um projeto, alinhado com os objetivos da Prefeitura;<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">(h) Projeto para os moradores de rua: o objetivo era transformar os moradores em catadores (papel, latinhas, etc.). Uma cooperativa seria constitu\u00edda, junto aos j\u00e1 catadores da cidade; isto \u00e9, a ideia era unir os catadores de Ribeir\u00e3o Pires aos moradores de rua, para realizar esta coleta. Inclusive, foram idealizados os uniformes.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">(i) Diante disso, ele conseguiu a verba, no entanto, em vista dos acontecimentos (inc\u00eandio), a \u00fanica obriga\u00e7\u00e3o assumida pelo seu Ibrahim foi a de levar \u201ca quentinha\u201d, l\u00e1 na Pra\u00e7a da Igreja Matriz.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Ap\u00f3s estas idas e vindas, um pouco antes do seu desencarne, ele informou ao seu Tesoureiro que, naquele ano, desistiria da Casa do Migrante; e, como houve sobra de dinheiro referente ao conv\u00eanio do ano anterior, o Tesoureiro indagou-o sobre como preceder. Em resposta, recebeu a orienta\u00e7\u00e3o de que devolvesse o dinheiro ao Er\u00e1rio P\u00fablico (Prefeitura).<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Os trabalhos de cura e cirurgia espiritual, com uma breve interrup\u00e7\u00e3o, entre os anos de 2009 e 2010, prosseguiram at\u00e9 o final de julho de 2011, quando se decidiu concentrar as tarefas de cura na recentemente fundada Institui\u00e7\u00e3o do <strong>Recanto de Luz &#8211; Pronto Socorro Espiritual Irm\u00e3 Scheilla<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\"><strong>No Centro Esp\u00edrita Allan Kardec<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">J\u00e1 existiam la\u00e7os de uni\u00e3o entre o m\u00e9dium Edson Barbosa e este Centro Esp\u00edrita, localizado em Mau\u00e1, embora os trabalhos nunca tivessem sido realizados naquela casa. Seu benem\u00e9rito fundador, Fernando Louzada, conhecia o Edson de longa data.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Por ocasi\u00e3o de sua grave enfermidade, como forma de fortalecer a entidade que passava por momentos dif\u00edceis, a espiritualidade decidiu tamb\u00e9m realizar trabalhos de cura e cirurgia espiritual naquele local.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Desta forma, em 2008, as atividades foram implementadas no <strong>Centro Esp\u00edrita Allan Kardec<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Todas as noites de quartas-feiras, que antecediam o s\u00e1bado de cirurgia espiritual, eram realizadas as reuni\u00f5es de cura espiritual. Desta forma, numa quarta e num s\u00e1bado, de cada m\u00eas, as atividades eram realizadas em Mau\u00e1, alternando-se com as atividades em Ribeir\u00e3o Pires, no <strong>A Caminho da Luz<\/strong>, igualmente realizadas numa quarta-feira e s\u00e1bado, de cada m\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Com a inaugura\u00e7\u00e3o do <strong>Irm\u00e3 Scheilla<\/strong>, as reuni\u00f5es em Mau\u00e1 foram restringidas a um \u00fanico s\u00e1bado por m\u00eas. E, desta forma continuaram at\u00e9 o in\u00edcio de 2014.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">A partir de maio de 2014 as atividades do <strong>PSE Irm\u00e3 Scheilla<\/strong> foram centralizadas no <strong>Recanto de Luz \u2013 Pronto Socorro Espiritual Irm\u00e3 Scheilla<\/strong>, em Ribeir\u00e3o Pires.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">\u00c9 mister registrar que n\u00e3o se tratava apenas de uma reuni\u00e3o por m\u00eas&#8230;, pois, sempre contamos com uma acolhida inigual\u00e1vel. Seu presidente, Helder da Costa Banhara, a coordenadora dos trabalhos de cura, Elisabete Baptista Alfieri, bem como todo o grupo de tarefeiros, proporcionaram um ambiente extremamente favor\u00e1vel \u00e0s atividades espirituais. A amizade e uni\u00e3o grassaram \u00e0 solta, naquela casa Esp\u00edrita.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Sempre seremos, encarnados e desencarnados, muito agradecidos a esta equipe maravilhosa, do Centro Esp\u00edrita Allan Kardec.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Muito obrigado a todos!<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\"><strong>No Recanto de Luz &#8211; Pronto Socorro Espiritual Irm\u00e3 Scheilla<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Nos pr\u00f3ximos cap\u00edtulos teremos a oportunidade de contar a hist\u00f3ria de funda\u00e7\u00e3o do <strong>Recanto de Luz &#8211; Pronto Socorro Espiritual Irm\u00e3 Scheilla<\/strong>, desde as primeiras orienta\u00e7\u00f5es recebidas da espiritualidade, em reuni\u00f5es com o Esp\u00edrito de Dr. Arthur Neiva, por meio da psicofonia inconsciente do Edson Barbosa de Souza, ocorridas no final de 2010 e in\u00edcio de 2011, at\u00e9 completar seu primeiro ano de exist\u00eancia; por isso, seremos muito sucintos neste t\u00f3pico.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Como Presidente Honor\u00e1rio da Institui\u00e7\u00e3o, e respons\u00e1vel pelas Coordenadorias do Pronto Socorro Espiritual Irm\u00e3 Scheilla e da Divulga\u00e7\u00e3o Radiof\u00f4nica (R\u00e1dio Mundial), o irm\u00e3o Edson Barbosa de Souza deu continuidade \u00e0s atividades de cura. Duas quartas-feiras e dois s\u00e1bados, todo m\u00eas; dando prosseguimento a este trabalho, ininterruptamente, nos \u00faltimos 33 anos (Completados no dia 13\/02\/2018).<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">A despeito das crises renais que o acometeram durante alguns anos, na d\u00e9cada passada, bem como de problemas cut\u00e2neos nas m\u00e3os e nos p\u00e9s, e de um AVC que o deixou paralisado por meses, nunca faltou a uma \u00fanica reuni\u00e3o p\u00fablica de cura; nem mesmo quando algum familiar, mesmo entre os mais pr\u00f3ximos, encontrava-se hospitalizado e em estado grave.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Pasme, caro leitor, mas de acordo com uma estat\u00edstica, at\u00e9 o final de 2024, mais de 1.200.000 de atendimentos, por meio deste trabalho intermediado pelo instrumento medi\u00fanico de cura Edson Barbosa de Souza.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Em nome destes, e em nosso nome, nosso muito obrigado!<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">________________________________________________________________<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:22px\"><strong>NOTAS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:22px\"><strong>CEDDRE:<\/strong> \u201cCentro de Estudos e Divulga\u00e7\u00e3o das Doutrinas Reencarnacionistas&#8221;, Bairro Camil\u00f3polis, Cep: 09230-280, Santo Andr\u00e9, SP [Na \u00e9poca, os respons\u00e1veis eram: Newton Bastoni e Helena Canev\u00e9r].<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:22px\"><strong>Grupo Esp\u00edrita de Estudos A Caminho da Luz<\/strong>, Rua Pelegrino Gianasi, 411, Bairro IV Centen\u00e1rio, Ribeir\u00e3o Pires, SP.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:22px\"><strong>Centro Esp\u00edrita Allan Kardec<\/strong>, Rua Santo Andr\u00e9, 284, Jardim Hayd\u00e9e, Cep. 09370-310, Mau\u00e1, SP.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:22px\"><strong>Recanto de Luz \u2013 Pronto Socorro Espiritual Irm\u00e3 Scheilla<\/strong>, Rua \u00c1ustria, 57, Jardim Alvorada, Cep. 09402-080, Ribeir\u00e3o Pires, SP [T. (11) 4268.0445 e (11) 4823.4707] [<a href=\"http:\/\/www.irmascheilla.org.br\">www.irmascheilla.org.br<\/a>].<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:22px\"><strong>Irm\u00e3 Scheilla: <\/strong>a veneranda Irm\u00e3 Scheilla coordena as atividades da Casa do Repouso, apelidada carinhosamente como Hospital de Scheilla. Hospital da cidade espiritual Alvorada Nova, e importante departamento de suas atividades.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:22px\"><strong>Alvorada Nova:<\/strong> col\u00f4nia da Espiritualidade, coordenada pelo Esp\u00edrito de Cairbar de Souza Schutel, situada numa outra dimens\u00e3o, na altura da cidade de S\u00e3o Vicente, Estado de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fabio A R Dionisi [fabiodionisi@terra.com.br] Edson Barbosa de Souza \u00e9 natural do Estado do Paran\u00e1. 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