{"id":2524,"date":"2025-04-05T11:57:57","date_gmt":"2025-04-05T14:57:57","guid":{"rendered":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/?p=2524"},"modified":"2025-04-05T12:02:10","modified_gmt":"2025-04-05T15:02:10","slug":"editorial-no-134-abril-2025-fatores-de-risco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/2025\/04\/05\/editorial-no-134-abril-2025-fatores-de-risco\/","title":{"rendered":"Editorial No. 134 (Abril, 2025) \u2013 &#8220;Suic\u00eddio. Fatores de risco\u201d"},"content":{"rendered":"\n<p style=\"font-size:22px\"><strong>Editor respons\u00e1vel: Fabio Dionisi<\/strong><br>[Fabio Dionisi] <a href=\"mailto:dutra2507@hotmail.com\">fabiodionisi@terra.com.br<\/a><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Caro leitor, para abordar assunto t\u00e3o profundo e complexo, acreditamos que devamos iniciar reportando-nos ao que o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade tem a dizer a respeito.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Em trabalho publicado em 2006<strong><sup> 1<\/sup><\/strong>, encontramos alguns dos fatores de risco associados \u00e0 idea\u00e7\u00e3o suicida: transtornos mentais (especialmente a depress\u00e3o), sociodemogr\u00e1ficos (pertencer a grupos minorit\u00e1rios, discriminados), abalos psicol\u00f3gicos, condi\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas incapacitantes (restri\u00e7\u00f5es decorrentes pela perda da sa\u00fade), j\u00e1 ter tentado se matar.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Quanto ao primeiro, a entidade lista de forma decrescente as raz\u00f5es imputadas ao suic\u00eddio: transtorno de humor (depress\u00e3o), transtornos mentais e de comportamento decorrentes do uso de subst\u00e2ncias psicoativas (alcoolismo, medicamentos psiqui\u00e1tricos, drogas, etc.), transtornos de personalidade (mormente os de borderline, narcisista e antissocial), esquizofrenia, transtornos de ansiedade (quando atinge o n\u00edvel de ansiedade patol\u00f3gica).<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Os dados coletados imputam os seguintes fatores sociodemogr\u00e1ficos como os mais expostos ao risco de suic\u00eddio: ser do sexo masculino (nas faixas et\u00e1rias entre 15 e 35 anos e acima de 75 anos), vivenciar problemas econ\u00f4mico-financeiros extremos, como a perda de emprego, ser residente em \u00e1rea urbana (95% dos casos de suic\u00eddios notificados), ser aposentado, isolamento social, solteiros ou separados, migrante.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Fatores psicol\u00f3gicos apontados: perdas recentes, din\u00e2mica familiar conturbada, personalidade com tra\u00e7os significativos de impulsividade, agressividade, humor l\u00e1bil.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Adicionalmente, o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade inclui as condi\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas incapacitantes, tais como: doen\u00e7a org\u00e2nica incapacitante, dor cr\u00f4nica, les\u00e3o desfigurante perene, epilepsia, trauma medular, neoplasia maligna, aids.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Embora sejam tantos, baseado em estudos da OMS (Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade), o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade aponta como os dois principais fatores de risco para o morte auto afligida: (a) hist\u00f3ria pregressa de tentativa de suic\u00eddio; ou seja, j\u00e1 ter sido tentado anteriormente, (b) a presen\u00e7a de transtorno de ordem mental.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Estudos em diferentes regi\u00f5es do mundo t\u00eam demonstrado que, na quase totalidade dos suic\u00eddios, os indiv\u00edduos estavam padecendo de um transtorno mental.<strong><sup> 2 (p. 206-207)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">De um estudo efetuado por J. M. Bertolote e A. Fleischmann<strong><sup> 3<\/sup><\/strong>, referentes a 15.629 casos de suic\u00eddio, abstrairemos as seguintes estat\u00edsticas: (1) depress\u00e3o (transtorno de humor): 35,8% dos casos; (2) transtorno relacionado com uso de subst\u00e2ncias (drogas l\u00edcitas e il\u00edcitas): 22,4%; (3) transtorno de personalidade: 11,6%; (4) esquizofrenia: 10,6%; (5) transtorno de ansiedade e somatoforme: 6,1%.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Para se ter uma ideia da gravidade da depress\u00e3o, segundo dados da OMS (2012), o transtorno atinge mais de 350 milh\u00f5es de pessoas em todo o mundo<strong><sup> 2 (p. 207)<\/sup><\/strong>. Ou seja, cerca de 5% da popula\u00e7\u00e3o mundial! Por isso, a alcunha de \u201cO mal do s\u00e9culo\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">A esquizofrenia, embora abranja uma parcela menor, merece nossas considera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Segundo o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade<strong><sup> 1<\/sup><\/strong>, encontramos que a esquizofrenia se situa ao redor de 1% da popula\u00e7\u00e3o, em termos tanto globais quanto no Brasil; e que aproximadamente 10% dos indiv\u00edduos que possuem esquizofrenia morrem por suic\u00eddio.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Novamente, nosso \u00f3rg\u00e3o m\u00e1ximo da sa\u00fade conclui que a maneira mais eficiente de se reduzir o risco de suic\u00eddio nessas pessoas, bem como em outros transtornos mentais, \u00e9 o tratamento correto.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Prosseguindo&#8230; De acordo com o mesmo relat\u00f3rio<strong><sup> 1<\/sup><\/strong>, estima-se que cerca de 11,2% da popula\u00e7\u00e3o brasileira era dependente de \u00e1lcool no ano de 2006; mas, isso n\u00e3o \u00e9 nada em compara\u00e7\u00e3o com o n\u00famero de pessoas que faziam uso nocivo do \u00e1lcool, mesmo sem terem atingido um padr\u00e3o de depend\u00eancia. E que, a cada dia que passa, mais e mais jovens fazem uso abusivo e tornam-se dependentes do \u00e1lcool.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Infelizmente, a coisa \u00e9 mais complexa do que possa parecer \u00e0 primeira vista, uma vez que a depend\u00eancia alco\u00f3lica est\u00e1 associada \u00e0 v\u00e1rios transtornos psiqui\u00e1tricos. Tanto que hoje em dia ela \u00e9 respons\u00e1vel por uma boa parte das interna\u00e7\u00f5es psiqui\u00e1tricas, aqui no Brasil.<strong><sup> 1<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">No que tange ao suic\u00eddio, o \u00e1lcool aumenta a impulsividade e, com isso, o risco de lograr o auto exterm\u00ednio.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Quanto ao que se deve fazer para ajudar um dependente: \u201cAt\u00e9 recentemente, a interna\u00e7\u00e3o era vista como \u00fanica alternativa terap\u00eautica (&#8230;). Atualmente, com o aprimoramento das interven\u00e7\u00f5es psicossociais, o surgimento de novos f\u00e1rmacos, a redu\u00e7\u00e3o do car\u00e1ter moral na compreens\u00e3o das depend\u00eancias e com a maior participa\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia no tratamento, \u00e9 poss\u00edvel que o tratamento seja ambulatorial. Manter o paciente na sua vida cotidiana facilita a identifica\u00e7\u00e3o e o enfrentamento dos riscos do consumo, al\u00e9m de permitir a reorganiza\u00e7\u00e3o de sua vida sem ter o \u00e1lcool como prioridade.\u201d<strong><sup> 1<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Dando continuidade aos nossos estudos, segundo ao oportuno manual dirigido a profissionais das equipes de sa\u00fade mental, nos transtornos de personalidade, o indiv\u00edduo apresenta duas caracter\u00edsticas b\u00e1sicas: (a) sofre e faz sofrer quem est\u00e1 ao seu derredor, (b) n\u00e3o aprende com a experi\u00eancia&#8230; Ou seja, n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 ele que sofre, mas toda a fam\u00edlia e as pessoas a ele afei\u00e7oados.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Al\u00e9m disso, o transtorno de personalidade n\u00e3o se modifica facilmente, uma vez que a tend\u00eancia \u00e9 se manter est\u00e1vel ao longo de toda a vida do indiv\u00edduo.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Quanto \u00e0 predisposi\u00e7\u00e3o ao suic\u00eddio, o risco \u00e9 maior para os indiv\u00edduos com as caracter\u00edsticas de personalidade descritas a seguir.<strong><sup> 4<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"blob:https:\/\/editoradionisi.com.br\/4cb4e0bc-dcae-4c05-b597-20adbbb3f0ae\" alt=\"\" width=\"757\" height=\"248\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Como lidar com essas pessoas? Definitivamente, esses pacientes necessitam de apoio de equipe assistencial e de limites para se adequarem ao ambiente em que vivem e \u00e0s limita\u00e7\u00f5es existentes.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Continuando a nos valer do estudo publicado em 2006<strong><sup> 1<\/sup><\/strong>, aprendemos que para se chegar a inten\u00e7\u00e3o do suic\u00eddio passa-se por est\u00e1gios.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">O primeiro, em geral, \u00e9 a contempla\u00e7\u00e3o da ideia suicida (imagina\u00e7\u00e3o), para depois se entrar no est\u00e1gio da elabora\u00e7\u00e3o de um plano de como se matar, que pode ser implementado por meio de ensaios real\u00edsticos ou imagin\u00e1rios, culminando com \u00e0 pr\u00f3pria a\u00e7\u00e3o destrutiva, ou seja, o suic\u00eddio. Entretanto, o resultado mesmo de um ato suicida depende de m\u00faltiplas vari\u00e1veis que nem sempre envolve planejamento.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">A maioria das pessoas sob o risco de suic\u00eddio apresentam tr\u00eas caracter\u00edsticas psicol\u00f3gicas pr\u00f3prias do estado em que se encontram:<strong><sup> 1<\/sup><\/strong> (1) Ambival\u00eancia: uma atitude caracter\u00edstica das pessoas com idea\u00e7\u00e3o suicida. Quase sempre desejam, ao mesmo tempo, alcan\u00e7ar a morte, mas, tamb\u00e9m, viver. No predom\u00ednio do desejo de vida sobre o desejo de morte, encontra-se um fator que possibilita a preven\u00e7\u00e3o do suic\u00eddio. Muitos deparam-se numa luta interna entre os desejos de viver e de acabar com a dor ps\u00edquica.. (2) Impulsividade: o suic\u00eddio pode ser tamb\u00e9m um ato impulsivo; por isso, pode ser transit\u00f3rio, (3) Rigidez\/constri\u00e7\u00e3o: \u201co estado cognitivo de quem apresenta comportamento suicida \u00e9, geralmente, de constri\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">O indiv\u00edduo sob risco, isto \u00e9, que est\u00e1 com a firme ideia de se auto extinguir, passa apresentar caracter\u00edsticas t\u00edpicas, como a dicotomia de posi\u00e7\u00e3o (\u201co tudo ou o nada\u201d), os pensamentos, sentimentos e a\u00e7\u00f5es ficam girando em torno da ideia de que o suic\u00eddio \u00e9 a \u00fanica solu\u00e7\u00e3o, tornando-se incapaz de perceber uma maneira de sair do problema que o oprime, e \u00e9 r\u00edgido e dr\u00e1stico em sua posi\u00e7\u00e3o. <strong><sup>2 (p. 210)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Outro aspecto psicol\u00f3gico marcante \u00e9 que comunicam seus pensamentos e inten\u00e7\u00f5es suicidas&#8230; D\u00e3o sinais e fazem coment\u00e1rios sobre \u201cquerer morrer\u201d, \u201csentimento de n\u00e3o valer pra nada\u201d, e assim por diante. A bem da verdade, psicologicamente falando, todos eles s\u00e3o pedidos de ajuda. Por isso, quem est\u00e1 pr\u00f3ximo deve permanecer atento, uma&nbsp; vez que os sinais e coment\u00e1rios est\u00e3o quase sempre presentes.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Cabe a n\u00f3s, portanto, ser a ponte entre nosso irm\u00e3o que sofre e o profissional capacitado a ajudar.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Fiquem com Deus!<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">_________________________<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong><sup>1<\/sup><\/strong> Preven\u00e7\u00e3o do Suic\u00eddio. Manual dirigido a profissionais das equipes de sa\u00fade mental. Estrat\u00e9gia Nacional de Preven\u00e7\u00e3o do Suic\u00eddio. Alguns fatores de risco para o suic\u00eddio. Minist\u00e9rio da Sa\u00fade. 2006.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong><sup>2 <\/sup><\/strong>DIONISI, Fabio. Suic\u00eddio. Precisamos falar a respeito! Ribeir\u00e3o Pires: Editora Dionisi, 2019.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong><sup>3<\/sup><\/strong> BERTOLOTE, Jos\u00e9 M. e FLEISCHMANN Alexandra. Suicide and psychiatric diagnosis: a worldwide perspective. Departamento de sa\u00fade mental e depend\u00eancia \u00e0 subst\u00e2ncias. WHO World Health Organization. 2002.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong><sup>4<\/sup><\/strong> Dalgalarrondo, P. Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais. Porto Alegre: Artmed Editora, 2000.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">__________________________________________<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:22px\">O autor \u00e9 editor, articulista, escritor, palestrante, jornalista; respons\u00e1vel pelo CE Recanto de Luz \u2013 Pronto Socorro Espiritual Irm\u00e3 Scheilla, em Ribeir\u00e3o Pires (SP). <a href=\"http:\/\/www.irmascheilla.org.br\">www.irmascheilla.org.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Editor respons\u00e1vel: Fabio Dionisi[Fabio Dionisi] fabiodionisi@terra.com.br Caro leitor, para abordar assunto t\u00e3o profundo e complexo, acreditamos que devamos iniciar reportando-nos<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":659,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6,26],"tags":[],"class_list":["post-2524","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaque","category-editorial"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2524","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2524"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2524\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2526,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2524\/revisions\/2526"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/media\/659"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2524"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2524"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2524"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}