{"id":2544,"date":"2025-05-04T15:04:11","date_gmt":"2025-05-04T18:04:11","guid":{"rendered":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/?p=2544"},"modified":"2025-05-04T15:45:49","modified_gmt":"2025-05-04T18:45:49","slug":"editorial-no-135-maio-2025-os-justiceiros-e-a-pena-ser-do-tamanho-exato-da-infracao-cometida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/2025\/05\/04\/editorial-no-135-maio-2025-os-justiceiros-e-a-pena-ser-do-tamanho-exato-da-infracao-cometida\/","title":{"rendered":"EDITORIAL No 135 (Maio, 2025) &#8211; Os justiceiros espirituais e a pena ser do tamanho exato da infra\u00e7\u00e3o cometida."},"content":{"rendered":"\n<p style=\"font-size:22px\"><strong>Editor respons\u00e1vel: Fabio Dionisi<\/strong><br>[Fabio Dionisi] <a href=\"mailto:dutra2507@hotmail.com\">fabiodionisi@terra.com.br<\/a><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Folheando a Divina com\u00e9dia<strong><sup> 1<\/sup><\/strong>, monumento da literatura mundial, de Dante Alighieri<strong><sup> (a)<\/sup><\/strong>, mais precisamente o Canto 12 do Inferno, onde se inicia a descri\u00e7\u00e3o da descida ao primeiro giro do c\u00edrculo s\u00e9timo, onde se encontram os violentos surgiu-nos a ideia de fazer uma compara\u00e7\u00e3o entre o que o poeta <em>fiorentino<\/em> Dante &nbsp;<a>(1265-1321)<\/a> e o poeta mantuano Virg\u00edlio (70-19 a.C.) constaram e o que aprendemos com a Doutrina Esp\u00edrita.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Como sabemos, neste c\u00edrculo encontram-se os que s\u00e3o punidos pelo pecado da viol\u00eancia e da bestialidade.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Quando os dois poetas chegam no vale, deparam-se com um rio de sangue fervente, onde os violentos s\u00e3o punidos; aqueles que atentaram contra a vida ou os neg\u00f3cios do pr\u00f3ximo.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Uma fileira de centauros<strong><sup> (b)<\/sup><\/strong> circundava o lago formado pelo rio para vigiar os condenados, flechando-os se eles tentassem sair do sangue uma vez que isso n\u00e3o lhes era concedido.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">A fun\u00e7\u00e3o dos centauros era a de obrigar os danados a se sujeitarem \u00e0s penas que lhes foram impostas, quando chegaram ao Inferno, ap\u00f3s o desencarne.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Um dos centauros, de nome Nesso, explica-lhes que os tiranos s\u00e3o punidos nesse sangue fervente, devendo permanecerem imersos at\u00e9 os olhos; depois os homicidas, imersos at\u00e9 a garganta; e, por fim, os salteadores, cujos peitos podem ficar emersos.<strong><sup> 4 (p. 100)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">\u201cE esse do meio, que em seu peito mira, \u00e9 o gr\u00e3o Quirion, que a Aquiles instruiu, Polo \u00e9 aquele, o que estava cheio de ira. Eles \u00e0 volta v\u00e3o, de mil em mil, flechando todo que emergir mais tente de quanto a sua senten\u00e7a permitiu (vv. 70-75).\u201d <strong><sup>5 (p. 103)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Os dois tercetos transcritos descrevem que os danados, que tentam emergir do sangue fervente al\u00e9m do que suas culpas permitem, s\u00e3o alvejados pelos centauros. Por exemplo, os tiranos n\u00e3o podem emergir al\u00e9m dos pr\u00f3prios olhos, j\u00e1, os salteadores podem faz\u00ea-lo at\u00e9 a cintura.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Aqui encontramos dois aspectos que podem ser explorados \u00e0 luz da Doutrina Esp\u00edrita:<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">(1) A exist\u00eancia dos \u201cjusticeiros\u201d que mantem os danados presos ao local onde pagam pelas suas faltas; n\u00e3o somente na fun\u00e7\u00e3o de carcereiros, mas de imporem castigos e dores. Obviamente porque se outorgam este direito&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">(2) O da pena ser do tamanho exato da infra\u00e7\u00e3o cometida; nem menor e nem maior da falta cometida.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Dante refletiu exatamente o que acontece&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Antes de mais nada, cumpre explicar que as Leis Divinas s\u00e3o de justi\u00e7a, indubitavelmente; no entanto, s\u00e3o tamb\u00e9m de amor e miseric\u00f3rdia. O Senhor n\u00e3o deseja a puni\u00e7\u00e3o do infrator, antes quer o seu reajuste \u00e0 ordem, ao dever, para a sua pr\u00f3pria felicidade.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Logo no primeiro cap\u00edtulo de A\u00e7\u00e3o e rea\u00e7\u00e3o<strong><sup> 6<\/sup><\/strong>, encontramos interessante esclarecimento do instrutor Druso.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">\u201cTodos os lugares infernais surgem, vivem e desaparecem com a aprova\u00e7\u00e3o do Senhor, que tolera semelhante cria\u00e7\u00f5es das almas humanas, como um pai que suporta as chagas adquiridas pelos seus filhos e que se vale delas para ajud\u00e1-las a valorizar a sa\u00fade. As Intelig\u00eancias consagradas \u00e0 rebeldia e \u00e0 criminalidade, em raz\u00e3o disso, n\u00e3o obstante admitirem que trabalham para si, permanecem a servi\u00e7o do Senhor, que corrige o mal com o pr\u00f3prio mal.\u201d <strong><sup>6 (p. 20-21)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Druso quis dizer que Deus permite e tolera que estes seres dominadores, ainda impregnados de maldade, ajam livremente, maltratando suas v\u00edtima. Mas dentro dos limites de justi\u00e7a, e sem exceder o tempo necess\u00e1rio \u00e0 mudan\u00e7a dos que lhes sofrem as maldades.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Continuando seu esclarecimento, o instrutor prossegue dizendo que estes g\u00eanios infernais, que acreditam governar tais regi\u00f5es, com poder infal\u00edvel, costumam l\u00e1 permanecerem por tempo indeterminado. E que as criaturas perversas que se afinam com estes g\u00eanios, embora sejam por eles dominados, deixam-se prender por muitos anos. Quanto aos danados, ou seja as almas que se desviaram, caindo na delinqu\u00eancia ou no v\u00edcio, que s\u00e3o maltratados pelos dois primeiros grupos (dominadores e perversos), quando j\u00e1 det\u00e9m possibilidades de pr\u00f3xima recupera\u00e7\u00e3o, eles costumam permanecer em tempos mais curtos, com o fito de aprenderem que o pre\u00e7o de suas paix\u00f5es \u00e9 demasiado pesado para compensar. E, dentre estes, quando tomados de arrependimento e do remorso, s\u00e3o acolhidos pelas casas de fraternidade e assist\u00eancia que atuam no resgate destes irm\u00e3os, iniciando o processo de habilita\u00e7\u00e3o \u00e0s experi\u00eancias expiat\u00f3rias na carne, numa pr\u00f3xima reencarna\u00e7\u00e3o.<strong><sup> 6 (p. 19-20)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Quanto \u00e0 exatid\u00e3o do tamanho da pena, recordamo-nos de uma outra passagem, mais adiante, no mesmo livro.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Andr\u00e9 Luiz pede ao Ministro S\u00e2nzio que fale sobre o \u201ccarma\u201d. <strong><sup>6 (p. 105)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">De forma resumida, registraremos sua resposta: \u201c\u2014 Para melhor entender o \u2018carma\u2019 ou \u2018conta do destino criada por n\u00f3s mesmos\u2019, conv\u00e9m lembrar que o Governo da Vida possui igualmente o seu sistema de contabilidade, a se lhe expressar no mecanismo de justi\u00e7a inalien\u00e1vel (&#8230;); e, nas regi\u00f5es atormentadas como esta (&#8230;), temos os poderes competentes [g\u00eanios do mal] para promover a cobran\u00e7a e a fiscaliza\u00e7\u00e3o, o reajustamento e a recupera\u00e7\u00e3o de quantos se fazem devedores complicados ante a Divina Justi\u00e7a, poderes que t\u00eam a fun\u00e7\u00e3o de purificar os caminhos evolutivos e circunscrever as manifesta\u00e7\u00f5es do mal.\u201d <strong><sup>6<\/sup><\/strong><strong><sup>&nbsp;(p. 105-106)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Cujo poder de cobran\u00e7a cessa uma vez que a conta do infrator, perante a Lei Divina, esteja saldada, ou o arrependimento e o remorso sincero tenham despontado no devedor&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Acreditamos que exemplificamos \u00e0 contento. E, a dizer verdade, estes \u00faltimos par\u00e1grafos servem para todos os cantos do Inferno, da Divina com\u00e9dia.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Por isso dissemos que Dante Alighieri refletiu exatamente o que acontece&#8230; A justi\u00e7a das Leis Divinas e a Lei da causa e efeito.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Falhou na quest\u00e3o da perpetuidade das penas; mas entendemos o porqu\u00ea&#8230; Resultado de um complexo contexto de cren\u00e7as da \u00e9poca, que infelizmente se mant\u00e9m at\u00e9 os dias de hoje, em muitas religi\u00f5es.<strong><sup> (c)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Fiquem em paz.<\/p>\n\n\n\n<p>__________________________________________________________________________<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\"><strong><sup>(a)<\/sup><\/strong> \u201cDante \u00e9 um m\u00e9dium incompar\u00e1vel. Sua \u2018Divina Com\u00e9dia\u2019 \u00e9 uma peregrina\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s dos mundos invis\u00edveis (&#8230;).\u201d Frase registrada por L\u00e9on Denis, em sua incompar\u00e1vel obra: No Invis\u00edvel.<strong><sup> 2 (cap. 26)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">\u201cLembrando Dante e seu Inferno&#8230; Quando<em> psicografava os livros de Andr\u00e9 Luiz, via-se o Chico, em dado momento, transportado \u00e0quelas regi\u00f5es de que lhe falava o esclarecido autor de L<\/em>iberta\u00e7\u00e3o. Cenas dantescas presenciava: homens com fisionomias de crocodilos, cobras, arrastando-se, conturbando o ambiente j\u00e1 de si pavoroso; outros, urrando, como animais ferozes, lembrando-lhe Dante, revelando-lhe, nos c\u00edrculos do inferno d\u00e2ntico, criaturas transformadas em \u00e1rvores, enterradas at\u00e9 a cintura, verdadeiros duen<em>des, animalizados. E o M\u00e9dium conclui sua vis\u00e3o: Dante era um grande M\u00e9dium, al\u00e9m de culto Poeta. Nos momentos em que seu corpo descansava no sono, ia, em esp\u00edrito, \u00e0s regi\u00f5es boas e m\u00e1s, classificando-as como sendo o Para\u00edso, o Purgat\u00f3rio e o Inferno. Seu Guia, Virg\u00edlio, possibilitou-lhe j\u00e1 naquela \u00e9poca, conhecesse aquilo que Andr\u00e9 Luiz, hoje nos atualiza de forma mais perfeita.\u201d<\/em> <strong><sup>3 (p. 192)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\"><strong><sup>(b)<\/sup><\/strong> Centauros: seres mitol\u00f3gicos, cavalo e homem num s\u00f3 tempo, portanto, homens e animais, que conhecem somente o direito da for\u00e7a; foram s\u00edmbolos da viol\u00eancia bestial. <strong><sup><del>16 <\/del><ins>1 <\/ins>(p. 92; notas 56-57)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\"><strong><sup>(c)<\/sup><\/strong> \u00c0 t\u00edtulo de esclarecimento, n\u00f3s acreditamos que o Inferno de Dante nada mais seja que as Trevas e seus abismos, e o seu Purgat\u00f3rio, os tr\u00eas Umbrais.<strong><sup> 7 (p. 102)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>_________________________________________________________________________\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:22px\"><a><strong><sup>1 <\/sup><\/strong><\/a>ALIGHIERI, Dante. La Divina commedia. Texto cr\u00edtico de Giuseppe Vandelli. 16. ed. Milano, It: Ulrico Hoepli,1955. [A primeira edi\u00e7\u00e3o foi em 1928]<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:22px\"><strong><sup>2<\/sup><\/strong> DENI<ins>S<\/ins>, L\u00e9on. No invis\u00edvel. 12. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1987.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:22px\"><a><strong><sup>3 <\/sup><\/strong><\/a>GAMA, Ramiro. Lindos casos de Chico Xavier. 19. ed. S\u00e3o Paulo: LAKE, 2000.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:22px\"><a><strong><sup>4 <\/sup><\/strong><\/a>MARK MUSA. The portable Dante. The Viking Portable Library. Dante Alighieri. EUA: Viking Press, 1995.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:22px\"><strong><sup>5 <\/sup><\/strong>ALIGHIERI, Dante. A Divina com\u00e9dia. Tradu\u00e7\u00e3o, coment\u00e1rios e notas de Italo Eugenio Mauro. 1. ed. S\u00e3o Paulo: Editora 34, 2009.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:22px\"><sup>6<\/sup><ins>XAVIER. Francisco C\u00e2ndido. A\u00e7\u00e3o e rea\u00e7\u00e3o. Pelo Esp\u00edrito Andr\u00e9 Luiz. 28. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2008.<\/ins><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:22px\"><strong><sup>7 <\/sup><\/strong>DIONISI, Fabio. O que est\u00e1 escondido nos grandes abismos? 1. ed. Ribeir\u00e3o Pires: Editora Dionisi, 2021.<\/p>\n\n\n\n<p>_________________________________________________________________________<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:22px\">O autor \u00e9 editor, articulista, escritor, palestrante, jornalista; respons\u00e1vel pelo CE Recanto de Luz \u2013 Pronto Socorro Espiritual Irm\u00e3 Scheilla, em Ribeir\u00e3o Pires (SP). <a href=\"http:\/\/www.irmascheilla.org.br\">www.irmascheilla.org.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Editor respons\u00e1vel: Fabio Dionisi[Fabio Dionisi] fabiodionisi@terra.com.br Folheando a Divina com\u00e9dia 1, monumento da literatura mundial, de Dante Alighieri (a), mais<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6,26],"tags":[],"class_list":["post-2544","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-destaque","category-editorial"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2544","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2544"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2544\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2550,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2544\/revisions\/2550"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2544"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2544"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2544"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}