{"id":2710,"date":"2026-01-04T18:31:04","date_gmt":"2026-01-04T21:31:04","guid":{"rendered":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/?p=2710"},"modified":"2026-01-04T18:31:05","modified_gmt":"2026-01-04T21:31:05","slug":"editorial-143-janeiro-2026-caracteristicas-e-propriedades-do-eter-segundo-a-codificacao-kardequiana-parte-ii","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/2026\/01\/04\/editorial-143-janeiro-2026-caracteristicas-e-propriedades-do-eter-segundo-a-codificacao-kardequiana-parte-ii\/","title":{"rendered":"Editorial 143 (Janeiro, 2026): &#8220;Caracter\u00edsticas e propriedades do \u00e9ter, segundo a Codifica\u00e7\u00e3o Kardequiana (Parte II)&#8221;"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-f88e74494d7ca48ca896ccf168e40fd4\">Fabio Dionisi | <a href=\"mailto:fabiodionisi@terra.com.br\">fabiodionisi@terra.com.br<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-3cd8c1d2d2f61da3fa2e895da50f5721\">___________________________________________________________________________<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-bb62dde98cdf53a398b4e871d6090091\"><a>Caros leitores, na primeira parte deste artigo dissemos que, concentrados no estudo cient\u00edfico sobre o \u00e9ter c\u00f3smico (fluido universal), \u00e0 partir do Pentateuco Kardequiano, codificados por Allan Kardec, bem como a sua Revista Esp\u00edrita, vertemos para o interessante tema das suas caracter\u00edsticas e propriedades.<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-575952a48faa3ef76b4525f348989484\">Antes de prosseguirmos, sugerimos que releiam, no artigo Parte I, a terminologia encontrada na obra de Kardec.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-7ed4bd9c47e2d92641f52006dbaedb7e\">At\u00e9 este ponto j\u00e1 hav\u00edamos conclu\u00eddo nossas pesquisas nas primeiras obras publicadas por Allan Kardec, e iniciado A g\u00eanese; por isso, retomaremos de onde paramos, novamente em seu cap. VI: Uranografia geral, que trata de uma s\u00e9rie de comunica\u00e7\u00f5es do Esp\u00edrito Galileu, ditadas na Sociedade Esp\u00edrita de Paris, em 1862 e 1863. <strong><sup>1<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-dd0e2ff46d46d41bd4704e51f1d056b5\">Ap\u00f3s o item 10 (ver Parte I), o pr\u00f3ximo \u00e9 o item 17, que, por sinal, \u00e9 de riqueza \u00edmpar. <strong><sup>1 (p. 98)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-57f4f9c33681799cc9acc2cd2c025df4\">Mat\u00e9ria c\u00f3smica primitiva: (a) \u00e9 a m\u00e3e fecunda (capaz de produzir) e primacial (que ocupa o 1\u00ba lugar) de todas as coisas; (b) princ\u00edpio de tudo (o que \u00e9 formado) e \u00e9 capaz de produzir todas as coisas materiais, flu\u00eddicas e vitais (exceto o Esp\u00edrito); (c) geratriz (poder criador) eterna; (d) o poder criador \u00e9 uma propriedade inerente dela; (e) ela n\u00e3o desaparece, tampouco suas propriedades; (f) ela produz novas cria\u00e7\u00f5es incessantemente; (g) recebe de volta os elementos prim\u00e1rios que haviam constitu\u00eddo a mat\u00e9ria (esta, desagrega-se nos elementos prim\u00e1rios que a haviam formado).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-9f744fb898b468f980459ee7d64fc6ad\">No espa\u00e7o sideral encontramos a mat\u00e9ria c\u00f3smica primitiva continuamente transformada em mat\u00e9ria c\u00f3smica (massa et\u00e9rea, em maior ou menor grau rarefeita, que permeia os espa\u00e7os, entre os planetas); mas, o H\u00e1lito Divino continua presente em todo o universo <strong><sup>1 (p. 98)<\/sup><\/strong>. Portanto, o fluido c\u00f3smico primitivo est\u00e1 em toda parte; concomitantemente ao fluido c\u00f3smico criado \u00e0 partir dele.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-3b72f3aa6331d9e691171a1f210e56c2\">A subst\u00e2ncia primitiva cria o fluido c\u00f3smico (n\u00e3o mais primitivo; ou seja, j\u00e1 modificado) que preenche o Universo; mais ou menos rarefeito, subindo modifica\u00e7\u00f5es, combina\u00e7\u00f5es, segundo as regi\u00f5es. Nela residem as for\u00e7as universais que presidem todas as transforma\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para criar todas as coisas do Universo (fluido c\u00f3smico, os elementos materiais, flu\u00eddicos e vitais, em todo o Universo). <strong><sup>1 (p. 98)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-a0edbde319a10298f3b78cbff2b8facc\">Inferimos que encontramos, interpenetrados, a mat\u00e9ria c\u00f3smica primitiva e o que ela gerou: (a) no espa\u00e7o sideral, interplanet\u00e1rio: ela e a mat\u00e9ria c\u00f3smica, (b) nos orbes: ela e os elementos materiais, flu\u00eddicos e vitais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-d3a96f4dfef4587b6d4cffcd5593e897\">Outras propriedades do fluido c\u00f3smico (item 18): <strong><sup>1 (p. 99)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-15af4f42a69d7edb036e68bf14214d36\">Ele penetra todos os corpos; ele n\u00e3o s\u00f3 preenche todo o espa\u00e7o, como penetra tudo o que existe.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-d0b9489681421d595e964df463f90977\">Nele reside o princ\u00edpio vital que d\u00e1 nascimento \u00e0 vida dos seres; mas, pode estar em estado latente ou ativo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-d617ec58733321bf0ed3b2df69f0cb5b\">Em virtude desse princ\u00edpio vital universal, o mineral, o vegetal, o animal, etc., sabe adequar as condi\u00e7\u00f5es de sua exist\u00eancia e de sua dura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-8cd03b9cb457306968ed113103aeb0fb\">Nos minerais, o \u00e9ter confere-lhes o princ\u00edpio vital, assim como o faz nas sementes e embri\u00f5es. Conforme o mineral, as suas mol\u00e9culas se agrupam em configura\u00e7\u00f5es sim\u00e9tricas, fruto destas propriedades do fluido c\u00f3smico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-af209726f127fc1f0a6cdec8dbf9efb2\">A mat\u00e9ria c\u00f3smica primitiva cont\u00e9m (a) as leis que asseguram a estabilidade dos mundos, e (b) o princ\u00edpio vital universal.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-0aaf208e7030fc819ef7c00d1c01b274\">Este princ\u00edpio vital d\u00e1 in\u00edcio as gera\u00e7\u00f5es espont\u00e2neas, quando, num orbe, existam as condi\u00e7\u00f5es que permitam que a esp\u00e9cie gerada espontaneamente possa dar continuidade, por si s\u00f3, \u00e0 sua multiplica\u00e7\u00e3o. Neste momento, surge o per\u00edodo criador que se inicia com a gera\u00e7\u00e3o espont\u00e2nea. Ela ocorre, portanto, apenas nos per\u00edodos iniciais, quando tudo est\u00e1 prop\u00edcio para que, uma vez criados os primeiros seres, haja a sua multiplica\u00e7\u00e3o natural. Na Terra j\u00e1 n\u00e3o ocorre mais a gera\u00e7\u00e3o espont\u00e2nea, pois n\u00e3o \u00e9 mais necess\u00e1ria. <strong><sup>1 (p. 99)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-4eadf3112acf15e99b3eb724833412d7\">Mister enfatizar: (a) quem provoca a gera\u00e7\u00e3o espont\u00e2nea \u00e9 o fluido c\u00f3smico universal (FCU), e (b) nele reside o princ\u00edpio vital que d\u00e1 nascimento \u00e0 vida dos seres&#8230; e a perpetua sobre cada globo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-3a1d7adc93602e35d1cf608e7c8a91db\">Este princ\u00edpio da cria\u00e7\u00e3o ocorre em todo Universo, sempre da mesma forma.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-617351f61dfcedb3b9a4183e55fd8b34\">Lembrando que o que acontece na Natureza \u00e9 express\u00e3o da vontade de Deus; e que Ele sempre criou e continuar\u00e1 a criar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-781c4a610a80c6ae9b927d7a1f709c99\">Quanto ao livro A g\u00eanese, nossos estudos terminam no cap. XIV, de onde extra\u00edmos que temos tr\u00eas estados poss\u00edveis do princ\u00edpio elementar universal (FCU): (a) estado normal primitivo (eterizado ou imponder\u00e1vel), (b) estado intermedi\u00e1rio entre o \u00e9ter e a mat\u00e9ria (ainda imponder\u00e1vel), e (c) estado materializado ou de ponderabilidade. <strong><sup>1 (p. 232-233; it. 2)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-22ad44e294da9d0f15815e3f83d3bd9c\">Sucessivamente, do seu grau de pureza absoluta, inconceb\u00edvel para n\u00f3s, at\u00e9 a forma\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria tang\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-f61cf4f0adbf43e55b511bbca23dff79\">Agora, vasculharemos a Revista Esp\u00edrita. <strong><sup>2<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-ce928c90d0d0bb4da8d33f2df1f2c3e5\">(Junho, 1858) Sobre o fluido universal (a subst\u00e2ncia et\u00e9rea que envolve os planetas), encontramos que (a) a sua natureza \u00e9 a de um fluido, semimaterial, e que ele n\u00e3o \u00e9 a fonte da intelig\u00eancia (ele apenas anima a mat\u00e9ria). <strong><sup>2 (p. 149-153)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-e1c0fe74b6333e17f31758701a0f5fd1\">(Novembro, 1861) Temos que, como ele preenche todo o Universo, estando em tudo, ele acaba sendo um meio de liga\u00e7\u00e3o entre todos os orbes. <strong><sup>2 (p. 363)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-c881b2243d22ad4037ad3d753c5b3568\">(Mar\u00e7o, 1866) Sobre o \u00e9ter: \u201cOs corpos (&#8230;) simples n\u00e3o s\u00e3o sen\u00e3o modifica\u00e7\u00f5es, transforma\u00e7\u00f5es de um elemento \u00fanico, princ\u00edpio universal designado sob o nome de \u00e9ter, fluido c\u00f3smico ou universal.\u201d <strong><sup>2 (it. 3; p. 71)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-faf7edfd8fa861cdcde11f518370316f\">\u201cSegundo o modo de agrega\u00e7\u00e3o das mol\u00e9culas desse fluido, e sob a influ\u00eancia de circunst\u00e2ncias particulares, [o \u00e9ter] adquire propriedades especiais que constituem os corpos simples.\u201d <strong><sup>2 (p. 71)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-4b8d9541b7fce16f7e14f21feaff3c04\">(Maio, 1866) Kardec lan\u00e7a reflex\u00f5es oportunas: a de um fluido suficientemente sutil que seja capaz de penetrar todos os corpos, e que cada uma de suas mol\u00e9culas interaja com cada mol\u00e9cula da mat\u00e9ria, produzindo um efeito. <strong><sup>2 (p. 129)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-cafa75f0efdaa22df0fa574c0c31233b\">Obviamente deve tratar-se do fluido c\u00f3smico; e no caso da Terra, aquele que nos envolve.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-97bcc533d3e0c0951918dc9a2344f164\">Este fluido n\u00e3o \u00e9 inteligente, mas seria o meio de contato entre o Criador e sua criatura, e vice versa. <strong><sup>2 (p. 130-131)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-2b52fded4b2be0114115bfa1b193fc0f\">(Junho, 1868) O tema versa sobre a forma\u00e7\u00e3o dos fluidos espirituais, que constituem a atmosfera do Mundo Espiritual, como um dos estados do fluido c\u00f3smico. Sendo este fluido espiritual o ve\u00edculo do pensamento dos Esp\u00edritos, que, atrav\u00e9s do pensamento e da vontade, agem sobre ele para formar coisas. <strong><sup>2 (p. 166-169)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-a605d144ea904948415254d4156a155a\">(Setembro, 1868) Nela consta que a mat\u00e9ria retirou do FCU os elementos para se formar, e, depois, ao se desagregar (pelo envelhecimento), retorna ao FCU; j\u00e1 visto em A G\u00eanese. <strong><sup>1 (p. 98)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-a39451267372184752c50968dac74f42\">A pr\u00f3xima obra, em ordem cronol\u00f3gica, seria O que \u00e9 o Espiritismo<strong><sup> 3<\/sup><\/strong>; mas, nela nada consta sobre o \u00e9ter.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-0d3b158f83697326891cb27bb5764a68\">Nossa pesquisa, portanto, prossegue com Obras P\u00f3stumas. <strong><sup>4<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-1743de0b5698df3ad53bef0226a6677c\">O fluido c\u00f3smico \u00e9 emanado de uma fonte universal, uma fonte \u00fanica, princ\u00edpio que d\u00e1 origem \u00e0 todos fluidos c\u00f3smicos que envolvem os orbes. <strong><sup>4 (p. 94)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-21ee9b01025cce716712637b532bced6\">Como nada consta, sobre o \u00e9ter, em A obsess\u00e3o <strong><sup>5 <\/sup><\/strong>e tampouco em O Espiritismo na sua express\u00e3o mais simples (e outros op\u00fasculos de Kardec) <strong><sup>6<\/sup><\/strong>, assim, esgotamos o tema na obra de Kardec!<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-fb7ec98c51c70471980fb600963e5822\">Interessante o n\u00edvel de informa\u00e7\u00e3o recebida \u00e0 respeito do \u00e9ter, j\u00e1 no s\u00e9culo XIX!<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-654abc28a6105e488dca7591c57b5d6d\">Como costumamos repetir, \u00e9 mister estudar sempre!<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-4d071edb392a1d08cb8a7057ac95e7c0\">Fiquem com Deus.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-3cd8c1d2d2f61da3fa2e895da50f5721\">___________________________________________________________________________<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-f98e11a4e9468c84df3e88e245c017bd\"><strong><sup>1<\/sup><\/strong> KARDEC, Allan. A g\u00eanese. Os milagres e as predi\u00e7\u00f5es segundo o Espiritismo. Tradu\u00e7\u00e3o&nbsp; de J. Herculano Pires. 16. ed. S\u00e3o Paulo, SP: Lake, 1989.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-e516e8b0b54a97c71cb6fb2e3ed47e20\"><strong><sup>2<\/sup><\/strong> KARDEC, Allan. Revista Esp\u00edrita. Jornal de estudos psicol\u00f3gicos. Cole\u00e7\u00e3o. 1858 a 1869.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-84c86a1f4e918bd9c0a6fdabb77072cc\">(1858 a 1863) Tradu\u00e7\u00e3o de Salvador Gentile. Araras: Instituto de Difus\u00e3o Esp\u00edrita, 1993.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-f7befd511dfd07216b132ab61ed75e46\">(1964 a 1869) Tradu\u00e7\u00e3o de J\u00falio Abreu Filho. S\u00e3o Paulo: Edicel, s\/ano.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-352f3fb32d7149d634fb545200a00fdc\"><strong><sup>3<\/sup><\/strong> KARDEC, Allan. O que \u00e9 o Espiritismo. <a>56. ed. Bras\u00edlia, DF: FEB, 2024.<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-9aec32bf19c76a03df7afb98ebaeec1c\"><strong><sup>4<\/sup><\/strong> KARDEC, Allan. Obras P\u00f3stumas. 13 ed. S\u00e3o Paulo, SP: Lake, 2005.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-7a516788583c549d60cd9ba5d0af6a6f\"><strong><sup>5 <\/sup><\/strong>KARDEC, Allan. A obsess\u00e3o. Tradu\u00e7\u00e3o e pref\u00e1cio de Wallace Leal V. Rodrigues. 4. ed. Mat\u00e3o, SP: O Clarim,1986.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-6bf966d436cedfd5f4cbe7907575716c\"><strong><sup>6<\/sup><\/strong> KARDEC, Allan. O Espiritismo na sua express\u00e3o mais simples (e outros op\u00fasculos de Kardec). Tradu\u00e7\u00e3o de Evandro Noleto Bezerra. 2.ed. Bras\u00edlia: FEB, 2010.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-8637164a7132141baed03f27a19871de\">___________________________________________________________________________ O autor \u00e9 editor, articulista, escritor, palestrante, jornalista; respons\u00e1vel pelo CE Recanto de Luz \u2013 Pronto Socorro Espiritual Irm\u00e3 Scheilla, em Ribeir\u00e3o Pire<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fabio Dionisi | fabiodionisi@terra.com.br ___________________________________________________________________________ Caros leitores, na primeira parte deste artigo dissemos que, concentrados no estudo cient\u00edfico sobre o<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":2704,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6,26],"tags":[],"class_list":["post-2710","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaque","category-editorial"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2710","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2710"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2710\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2711,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2710\/revisions\/2711"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2704"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2710"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2710"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2710"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}