{"id":2728,"date":"2026-02-14T12:52:51","date_gmt":"2026-02-14T15:52:51","guid":{"rendered":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/?p=2728"},"modified":"2026-02-14T13:00:30","modified_gmt":"2026-02-14T16:00:30","slug":"editorial-144-fevereiro-2026-o-espirito-constroi-seu-mundo-exterior","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/2026\/02\/14\/editorial-144-fevereiro-2026-o-espirito-constroi-seu-mundo-exterior\/","title":{"rendered":"Editorial 144 (Fevereiro, 2026): &#8220;O Esp\u00edrito constr\u00f3i seu mundo exterior.\u201d"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Editor respons\u00e1vel: Fabio Dionisi<\/strong><br>[Fabio Dionisi] fabiodionisi@terra.com.br<\/p>\n\n\n\n<p>_______________________________________________________________________________<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-c555a13262d090a41cfa159dba4b5b11\"><a>Nosso objetivo, aqui, \u00e9 capturar o que Kardec registrou sobre a capacidade do Esp\u00edrito construir seu exterior \u00e0 partir do \u00e9ter (fluido elementar).<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-825bc6c7ca829b4ff9d4caef466b4dd9\">O Esp\u00edrito utiliza-se do fluido universal (fluido primitivo, fluido elementar ou \u00e9ter), e sob a sua a\u00e7\u00e3o produz mat\u00e9ria em outras formas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-13de085e64a92bce8a2c6a70e83adf5b\">Iniciemos pelo O livro dos Esp\u00edritos <strong><sup>1<\/sup><\/strong>, a primeira de suas obras, no campo da Doutrina Esp\u00edrita.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-77971daa30ab93093c3dbe5556695f67\">Logo na Q. 22a, ao perguntar sobre uma defini\u00e7\u00e3o para a mat\u00e9ria, a espiritualidade responde que \u00e9 la\u00e7o que prende o Esp\u00edrito, <em>\u201co instrumento de que este se serve e sobre o qual, ao mesmo tempo, exerce sua a\u00e7\u00e3o. (&#8230;) a mat\u00e9ria \u00e9 o agente, o intermedi\u00e1rio com o aux\u00edlio do qual e sobre o qual atua o Esp\u00edrito.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-47d0862549c922a96f1ac4123af186e4\">O que volta \u00e0 baila na Q. 27. O Esp\u00edrito se utiliza do fluido universal, e sob a sua a\u00e7\u00e3o produz mat\u00e9ria em outras formas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-059ed175150ba9036e0455c8d91cd59d\">O fluido universal \u00e9 mat\u00e9ria, <em>\u201ce suscet\u00edvel, pelas suas in\u00fameras combina\u00e7\u00f5es com esta e sob a a\u00e7\u00e3o do esp\u00edrito, de produzir a infinita variedade das coisas de que n\u00e3o conheceis sen\u00e3o uma \u00ednfima parte.\u201d<\/em> <strong><sup>1 (p. 82)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-e6e4f9f560c997f1a1863b5386a0864c\">Uma destas produ\u00e7\u00f5es, muito conhecida por n\u00f3s, \u00e9 o perisp\u00edrito. O Esp\u00edrito constitui o seu perisp\u00edrito tirando do meio ambiente, do fluido universal.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-6b8b38d86e86de1db1e2feb83567793b\">\u201c(Q. 257) O perisp\u00edrito \u00e9 o la\u00e7o que \u00e0 mat\u00e9ria do corpo prende o Esp\u00edrito, que o tira do meio ambiente, do fluido universal (&#8230;). <em>Haurido do meio ambiente, esse inv\u00f3lucro varia de acordo com a natureza dos mundos. Ao passarem de um mundo a outro, os Esp\u00edritos mudam de envolt\u00f3rio (&#8230;). Quando v\u00eam visitar-nos, os mais elevados se revestem do perisp\u00edrito terrestre.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-b18853515ce4a3ac5b9cc8091dc253c7\">No Livro dos M\u00e9diuns (Q. 58; cap. I) <strong><sup>2<\/sup><\/strong> \u00a0reencontramos o conceito de que o Esp\u00edrito precisa de mat\u00e9ria para atuar sobre a mat\u00e9ria. E a mat\u00e9ria mais elementar que ele atua \u00e9 o fluido universal.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-47e505d3b0532547fca0f57419d97b34\">O Esp\u00edrito atua sobre a mat\u00e9ria atrav\u00e9s do perisp\u00edrito (assim como o encarnado utilizasse do corpo f\u00edsico para atuar na mat\u00e9ria); mas, o Esp\u00edrito tamb\u00e9m atua diretamente sobre o fluido universal, para produzir coisas (por meio da dilata\u00e7\u00e3o, da compress\u00e3o, da propuls\u00e3o ou das vibra\u00e7\u00f5es).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-75d00add75b71ff81419e137adbf7449\">Na Q. 75 voltamos a encontrar que o Esp\u00edrito, tanto encarnado como desencarnado, impulsionam (atuam) o fluido universal. Ele o utiliza para constituir o perisp\u00edrito, condensando-o. O fluido condensado constitui o perisp\u00edrito. <strong><sup>2 (p. 67-68)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-e3ecc8a3b25682345d41ad9bdaf9e017\">Ainda no Livro dos M\u00e9diuns, a Q. 128 tratou da apari\u00e7\u00e3o de um Esp\u00edrito que tinha uma tabaqueira, com a mesma forma de quando estava encarnado. Perguntou-se para S\u00e3o Lu\u00eds, incumbido de dar as explica\u00e7\u00f5es, se ela era a mesma, ao que respondeu que n\u00e3o, tratando-se de uma imita\u00e7\u00e3o. Explicou que com a ajuda do princ\u00edpio material, o Esp\u00edrito aparenta vestir-se com roupas semelhantes \u00e0s que usava quando vivo. Constitu\u00eddo deste princ\u00edpio material, dando-lhe o formato desejado, forma os objetos. No item 4 encontramos que o Esp\u00edrito disp\u00f5e, sobre os elementos materiais dispersos por todos o espa\u00e7o da atmosfera, de um poder que estamos longe de suspeitar<em>. \u201cEle pode concentrar esses elementos pela sua vontade e dar-lhe a forma aparente que convenha \u00e0s suas inten\u00e7\u00f5es.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-8f8ed5df31963c15f99d3c426833eb37\"><em>\u201cResulta desta explica\u00e7\u00e3o que os Esp\u00edritos submetem a mat\u00e9ria et\u00e9rea \u00e0s transforma\u00e7\u00f5es que desejam. Assim, por exemplo, no caso da tabaqueira, o Esp\u00edrito n\u00e3o a encontrou feita, mas ele mesmo a produziu (&#8230;), por ato da sua vontade, e da mesma maneira a desfez.<\/em> <em>\u00c9 isso mesmo que se d\u00e1 com todos os outros objetos, como as roupas, as joias, etc.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-1517b02d306ba01606c2af1373a78f31\">Continuando com as perguntas, S\u00e3o Lu\u00eds explicou que o Esp\u00edrito poderia tornar a tabaqueira tang\u00edvel, tendo tabaco em seu interior, e que se algu\u00e9m o tomasse espirraria.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-448910980a5f67054902f81c511ef512\">No item 10, temos que o Esp\u00edrito n\u00e3o s\u00f3 pode dar forma a um objeto, como conferir-lhe propriedades especiais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-41eff4c7b08fe7229101f0ac3e82bdb8\">Ele o consegue atrav\u00e9s de sua vontade, desde que Deus o permita (Item 13). E quanto mais elevado, mais facilmente o consegue (Item 15). Nem sempre o faz de forma consciente: \u201c<em>Muitas vezes ajuda a form\u00e1-las por uma a\u00e7\u00e3o instintiva, que ele mesmo n\u00e3o compreende.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-1b02eb5777a5c5746016aa871d8c5a97\">(Item 17) O Esp\u00edrito pode tirar do elemento universal os materiais para estas produ\u00e7\u00f5es, dando a essas coisas uma realidade tempor\u00e1ria, com suas propriedades.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-a6b3b08883793889827bfc6c882f0640\">Resumindo:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-d50ba39a9e1d1599ceba3be04e87c965\">\u2012&nbsp;&nbsp; O Esp\u00edrito utiliza o \u201cprinc\u00edpio material\u201d (\u201cmat\u00e9ria et\u00e9rea\u201d) para formar seus objetos, vestu\u00e1rio, etc. Por \u201cprinc\u00edpio material\u201d, leia-se: \u201cmat\u00e9ria elementar\u201d, \u201cprinc\u00edpio elementar\u201d; ou seja, \u201cfluido elementar\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-57815eb7209979bd344157441770dbd9\">\u2012&nbsp;&nbsp; O Esp\u00edrito pode concentrar a sua vontade nesses elementos (princ\u00edpio material; elemento universal) e dar-lhes a forma e as propriedades (cheiro, tangibilidade, etc.) que desejar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-f609dc10c6c241d9feab648cab449746\">\u2012&nbsp;&nbsp; \u201cO Esp\u00edrito pode tirar do elemento universal os materiais para estas produ\u00e7\u00f5es, dando a essas coisas uma realidade tempor\u00e1ria, com suas propriedades (&#8230;).\u201d<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-64344fc9778a564c53de73e1878fe187\">\u2012&nbsp;&nbsp; Instrumentos do Esp\u00edrito para criar \u00e0 partir do elemento universal: a sua vontade [O mesmo nas Q. 129 e Q. 148] e a permiss\u00e3o de Deus.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-c82f2c86420d5c93a37e574e1cc9b133\">A quest\u00e3o seguinte (Q. 129) faz um resumo da Q. 128:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-e73c8fdd347f7a67ca5e2d059aae9bd6\">\u201cO Esp\u00edrito age sobre a mat\u00e9ria.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-56bb402a49d3494805d5203e09ff0978\"><em>\u201c(&#8230;) tira da mat\u00e9ria c\u00f3smica universal os elementos necess\u00e1rios para formar (&#8230;) objetos.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-be1d4c200565f7fe7e27f94600e5f39a\"><em>\u201cPode tamb\u00e9m operar, pela vontade, sobre a mat\u00e9ria elementar, uma transforma\u00e7\u00e3o \u00edntima que lhe d\u00ea certas propriedades [O mesmo na Q. 148].\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-126d9cb43c75c1702c9584ae4cc6f603\">Na Q. 148, que trata da escrita direta, temos: <em>\u201cEle pr\u00f3prio fabrica a mat\u00e9ria e os instrumentos de que h\u00e1 mister, tirando, para isso, os materiais precisos, do elemento primitivo universal que, pela a\u00e7\u00e3o da sua vontade, sofre as modifica\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias \u00e0 produ\u00e7\u00e3o do efeito desejado.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-1d1afdec847530004fb7fa8e1a66751d\">Dentre todas as demais obras de Allan Kardec, a \u00faltima em que o tema aparece \u00e9 a Revista Esp\u00edrita <strong><sup>3<\/sup><\/strong>. Alguns conceitos j\u00e1 foram coberto em outras de suas obras.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-c9994d40a5c51d1b09d4dbfa325cb79e\">(RE \u2013 Junho, 1858) \u201cTeoria das manifesta\u00e7\u00f5es f\u00edsicas (segundo artigo) [Esp\u00edrito de S\u00e3o Lu\u00eds].\u201d <strong><sup>3 (p. 149-153)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-8cf976d443316f8b74b2c1dadf002589\">O Esp\u00edrito, quer encarnado, quer desencarnado, age sobre o fluido universal (a subst\u00e2ncia et\u00e9rea que envolve os planetas).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-0a4351f9c69c5c7127a25ad7d4269165\"><em>\u201cPergunta 23. (&#8230;) Essa teoria das manifesta\u00e7\u00f5es f\u00edsicas [da apari\u00e7\u00e3o dos Esp\u00edritos, e a do movimento dado aos corpos s\u00f3lidos] (&#8230;). O fluido universal, no qual reside o princ\u00edpio da vida, \u00e9 o agente principal dessas manifesta\u00e7\u00f5es, e que esse agente recebe seu impulso do Esp\u00edrito, quer este esteja encarnado ou errante.\u201d<\/em> <strong><sup>3 (p. 149-153)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-b91dc2009f3130dd2a8d6c099983f7c3\">(RE \u2013 Agosto, 1859) \u201cPneumatografia ou escrita direta [Kardec].\u201d <strong><sup>3<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-f5c998d00761bee3f661b1dfa408cb15\">A pneumatografia \u00e9 a escrita produzida diretamente pelo Esp\u00edrito, sem nenhum intermedi\u00e1rio. Ele n\u00e3o se serve das subst\u00e2ncias que n\u00f3s encarnados produzimos. O Esp\u00edrito, ele mesmo, cria as subst\u00e2ncias e os instrumentos necess\u00e1rios, tirando esses materiais do elemento primitivo universal; ao qual faz sofrer, por sua vontade, as modifica\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias ao efeito que quis produzir (escrita sobre um papel). <strong><sup>3<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-93f35daa81f128fa4eecd39636fd158d\">(RE \u2013 Agosto, 1859) \u201cMobili\u00e1rio de al\u00e9m-t\u00famulo.\u201d <strong><sup>3<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-27ca6efe33d75f95f96e296437987d7c\">[Um passagem extra\u00edda de uma carta endere\u00e7ada \u00e0 Kardec, do departamento do Jura, por um dos correspondentes da Sociedade Parisiense de Estudos Esp\u00edritas]<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-83bb0e8b7a0ec4129b13829dc5a0d1fd\">O item 26 trata da a\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito para modificar o elemento universal para forma\u00e7\u00e3o de outros corpos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-142ff4c5a32f010432b307eaa891dc1d\">O Esp\u00edrito pode haurir na mat\u00e9ria primitiva universal os materiais para fazer outras coisas (vestimenta, cachimbo, escrita direta, etc.).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-82cbcfb24e829ce0979c34bb399b66a2\">O Esp\u00edrito age nesta mat\u00e9ria elementar (mat\u00e9ria primitiva universal) produzindo coisas, e dando-lhe determinadas propriedades. N\u00e3o poucas vezes, fazendo-o de forma inconsciente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-9bc1cafdf08a33ed1e4206806764d4e7\">Todavia, <em>\u201cos objetos formados pelo Esp\u00edrito t\u00eam uma exist\u00eancia tempor\u00e1ria, subordinada \u00e0 sua vontade ou \u00e0 necessidade; podem faz\u00ea-los e desfaz\u00ea-los \u00e0 sua vontade (&#8230;). H\u00e1 forma\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o cria\u00e7\u00e3o, tendo em vista que o Esp\u00edrito nada pode tirar do nada.\u201d<\/em> <strong><sup>3<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-60842515a5c1cca27b517275125472ba\">(RE \u2013 Fevereiro, 1861) \u201cSenhor Squire, m\u00e9dium [ Kardec]\u201d <strong><sup>3<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-6e7b5ee665cdd8ad22c5e9f450c027ac\">Encontramos um repeteco sobre a a\u00e7\u00e3o dos Esp\u00edritos sobre o fluido universal; inclusive, modificando lhe as propriedades.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-a891b9292afd636f6c2055aa7d45814f\"><em>\u201cO fluido universal, assim como o chamam os Esp\u00edritos, \u00e9 o ve\u00edculo e o agente de todos os fen\u00f4menos esp\u00edritas; sabe-se que os Esp\u00edritos podem modificar lhe as propriedades segundo as circunst\u00e2ncias; que \u00e9 o elemento constitutivo do perisp\u00edrito, ou envolt\u00f3rio semimaterial do Esp\u00edrito (&#8230;)..\u201d<\/em> <strong><sup>3<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-e9fc871deebd37487b0c61e150a9de16\">(RE \u2013 Agosto, 1864) \u201cConversas familiares de al\u00e9m-t\u00famulo [Grand-Pierrot (M\u00e9dium, senhora Delanne)].\u201d <strong><sup>3<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-949f13a5163f79fc1eafa70244adeb06\">Nesta passagem encontramos, mais uma vez, que o Esp\u00edrito tem a capacidade de produzir objetos, no seu mundo, \u00e0 partir do fluido c\u00f3smico; no caso espec\u00edfico do artigo, que ele pode faz\u00ea-lo transformando uma parte do fluido perispiritual para produzir objetos. Usando sua vontade ou unicamente pelo pensamento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-373ab7da5dad0418c6b6776f297c18e9\">(RE \u2013 Junho, 1868) \u201cFotografia do pensamento.\u201d <strong><sup>3<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-9b44a51de0533f66b6558ccfd1025e5c\">Neste artigo, Kardec reproduz uma passagem do livro da G\u00eanese, do cap\u00edtulo dos fluidos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-84967ee546ca11badecf81b89d925fe1\">Encontram-se dois conceitos: (a) um dos estados do fluido c\u00f3smico constitui os fluidos espirituais, e (b) atrav\u00e9s do pensamento e da vontade, o Esp\u00edrito age sobre os fluidos espirituais (que \u00e9 um estado do fluido c\u00f3smico) para formar coisas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-894ad78b23c1c4fd127a3e418f68479d\"><em>\u201cOs fluidos espirituais, que constituem (&#8230;) um dos estados do fluido c\u00f3smico (&#8230;). Pelo pensamento, eles imprimem a esses fluidos tal ou tal dire\u00e7\u00e3o; aglomeram-nos, combinam-nos ou os dispersam; com eles formam conjuntos tendo uma apar\u00eancia, uma forma, uma cor determinada; mudando-lhes as propriedades (&#8230;), os combinam segundo certas leis; \u00e9 a grande oficina ou o laborat\u00f3rio da vida espiritual.\u201d<\/em> <strong><sup>3 (p. 166-169)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-57af2cb1eb20d522c71cb419e1d7ea17\">(RE \u2013 Janeiro, 1869) \u201cDisserta\u00e7\u00f5es Esp\u00edritas &#8211; A m\u00fasica e as harmonias celestes [Esp\u00edrito de Rossini (17 de janeiro de 1869 &#8211; M\u00e9dium, Sr. Nivard.)] <strong><sup>3<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-2ea32f3889ea8d19515ab29319374a0e\">Encontramos uma curiosidade: sobre os efeitos musicais que o Esp\u00edrito pode produzir agindo sobre \u00e9ter (ou fluido universal).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-6bb9522cd9f7685e27837c79ff246395\">O \u00e9ter vibra sob a a\u00e7\u00e3o da vontade do Esp\u00edrito. Ele \u00e9 capaz de fazer ressoar o \u00e9ter produzindo os acordes da harmonia que deseja.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-bcdb11aab35ce650f3b200a49fc5da0f\">Fiquemos com Deus.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-3cd8c1d2d2f61da3fa2e895da50f5721\">___________________________________________________________________________<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-019fca38d9beb3b472b2d504846e826f\"><strong><sup>1<\/sup><\/strong> KARDEC, Allan. O livro dos Esp\u00edritos. Edi\u00e7\u00e3o comemorativa. Rio de Janeiro: FEB, 2007.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-fecfabdfadf1a62a45f716953e2f9cec\"><strong><sup>2<\/sup><\/strong> KARDEC, Allan. O livro dos m\u00e9diuns. Ou guia dos m\u00e9diuns e dos evocadores.. S\u00e3o Paulo: Lake, 2014.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-83ed73f486baa8417d2f43f3311f3b0a\"><strong><sup>3<\/sup><\/strong> KARDEC, Allan. Revista Esp\u00edrita. Jornal de estudos psicol\u00f3gicos. Cole\u00e7\u00e3o. 1858 a 1869.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-5f01a48248ce116e5c11bbd29f82fde0\">(1858 a 1863) Araras: IDE, 1993.  |  (1964 a 1869) S\u00e3o Paulo: Edicel, s\/ano.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-3cd8c1d2d2f61da3fa2e895da50f5721\">___________________________________________________________________________<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-732fa7d99fe8140d1811016dd266ad05\">O autor \u00e9 editor, articulista, escritor, palestrante, jornalista; respons\u00e1vel pelo CE Recanto de Luz \u2013 Pronto Socorro Espiritual Irm\u00e3 Scheilla, em Ribeir\u00e3o Pires (SP). <a href=\"http:\/\/www.irmascheilla.org.br\">www.irmascheilla.org.br<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Editor respons\u00e1vel: Fabio Dionisi[Fabio Dionisi] fabiodionisi@terra.com.br _______________________________________________________________________________ Nosso objetivo, aqui, \u00e9 capturar o que Kardec registrou sobre a capacidade do<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":2731,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6,26],"tags":[],"class_list":["post-2728","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaque","category-editorial"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2728","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2728"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2728\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2730,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2728\/revisions\/2730"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2731"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2728"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2728"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2728"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}