{"id":2739,"date":"2026-03-07T15:16:27","date_gmt":"2026-03-07T18:16:27","guid":{"rendered":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/?p=2739"},"modified":"2026-03-07T16:11:27","modified_gmt":"2026-03-07T19:11:27","slug":"editorial-no-145-marco-2026-fluido-elementar-e-fluido-universal-de-cada-globo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/2026\/03\/07\/editorial-no-145-marco-2026-fluido-elementar-e-fluido-universal-de-cada-globo\/","title":{"rendered":"EDITORIAL No 145 (Mar\u00e7o, 2026) &#8211; \u201cFluido elementar e fluido universal de cada globo.\u201d"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Editor respons\u00e1vel: Fabio Dionisi<\/strong><br>[Fabio Dionisi] <a href=\"mailto:dutra2507@hotmail.com\">fabiodionisi@terra.com.br<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>___________________________________________________________________________<\/p>\n\n\n\n<p><a>Nosso objetivo, aqui, \u00e9 capturar o que Kardec registrou sobre o fluido elementar e o fluido universal de cada globo.<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Na obra de Kardec, por diversas vezes, nota-se que existe uma diferen\u00e7a entre o \u00e9ter (fluido elementar) e o fluido universal que envolve e penetra cada globo deste universo infinito de Deus.<\/p>\n\n\n\n<p>O elemento primeiro, mais b\u00e1sico, constituinte de tudo o que existe \u00e9 denominado por Allan Kardec como fluido elementar; portanto, todos os seus sin\u00f4nimos, tamb\u00e9m o s\u00e3o. Mantendo-se a ressalva que Kardec faz uma diferen\u00e7a sutil entre fluido universal (em todo o universo) e fluido universal de cada globo 1 (LE \u2013 94 e LE &#8211; Q. 257), embora mantendo a mesma express\u00e3o: fluido universal.<\/p>\n\n\n\n<p>Pelo estudo da GE \u2013 Cap. VI, item 45, conclu\u00edmos que a Kardec usou a denomina\u00e7\u00e3o: mat\u00e9ria c\u00f3smica, para uma forma condensada da mat\u00e9ria c\u00f3smica universal 2 (pt. II; cap. VIII; Q. 129) [subst\u00e2ncia simples primitiva. 3 (cap. VI; it. 10); mat\u00e9ria c\u00f3smica primitiva 3 (cap. VI; it. 10)].<\/p>\n\n\n\n<p>Na GE \u2013 Cap. XIV, item 5, encontramos: \u201cO ponto de partida do fluido universal \u00e9 o grau de pureza absoluta, do qual nada pode dar uma ideia; o ponto do qual nada pode dar uma ideia; o ponto oposto \u00e9 a sua transforma\u00e7\u00e3o em mat\u00e9ria tang\u00edvel. Entre os dois extremos, existem in\u00fameras transforma\u00e7\u00f5es, as quais, se aproximam mais ou menos de um ou de outra (&#8230;).\u201d 3 (p. 234-235; it. 2)<\/p>\n\n\n\n<p>Duas conclus\u00f5es, desta passagem:<\/p>\n\n\n\n<p>(a) O fluido universal vai sofrendo modifica\u00e7\u00f5es, desde o seu grau de pureza absoluta, inconceb\u00edvel para n\u00f3s, at\u00e9 o ponto oposto (forma\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria tang\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p>(b) Conclu\u00edmos que Kardec utilizou a express\u00e3o \u201cfluido universal\u201d para uma faixa ampla; desde o vero in\u00edcio da mat\u00e9ria mais elementar que possamos conceber at\u00e9 o fluido mais pr\u00f3ximo que ser\u00e1 a mat\u00e9ria prima dos corpos celestes.<\/p>\n\n\n\n<p>Na GE \u2013 Cap. XIV, item 6, podemos constatar que o fluido c\u00f3smico et\u00e9reo \u00e9 o elemento primitivo que d\u00e1 origem a mat\u00e9ria; al\u00e9m disso que fluido c\u00f3smico et\u00e9reo \u00e9 sin\u00f4nimo de elemento primitivo. Fluido c\u00f3smico significa, naturalmente, que se encontra no cosmo; mas, n\u00e3o necessariamente o que foi gerado diretamente por Deus. E, sim, algo j\u00e1 transformado; por isso, tudo nos faz crer de que se trata do material que se encontra espalhado no espa\u00e7o (Universo). Aqui, faz-se mister registrar que, ao longo dos itens j\u00e1 analisados, quando encontramos a palavra \u201cc\u00f3smica\u201d (fluido c\u00f3smico et\u00e9reo, fluido c\u00f3smico elementar, fluido c\u00f3smico universal), entendemos que \u00e9 o que se encontra espalhado no Universo, mas, algo j\u00e1 transformado, em rela\u00e7\u00e3o a subst\u00e2ncia originalmente criada por Deus.<\/p>\n\n\n\n<p>Interpretando as palavras de Kardec, alguns termos mais se aproximam do material primeiro criado por Deus, e outros est\u00e3o mais pr\u00f3ximos dos ma-teriais usados para a cria\u00e7\u00e3o de formas dos mundos. Dif\u00edcil, para n\u00f3s, fazer uma distin\u00e7\u00e3o clara a respeito, portanto, qualquer separa\u00e7\u00e3o seria imprecisa; at\u00e9 os Esp\u00edritos comunicantes, \u00e0s vezes, deram duplo sentido a um mesmo termo.<\/p>\n\n\n\n<p>Na RE (Revista Esp\u00edrita), quanto aos sin\u00f4nimos, encontramos: \u00e9ter, fluido universal, elemento universal, fluido c\u00f3smico, princ\u00edpio material.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso posto, iniciemos pelo O livro dos Esp\u00edritos 1, a primeira de suas obras, no campo da Doutrina Esp\u00edrita.<\/p>\n\n\n\n<p>Na Q. 94, ao perguntar de onde o Esp\u00edrito tira o seu perisp\u00edrito, a espiritualidade responde: \u201cDo fluido universal de cada globo. \u00c9 por isso que ele n\u00e3o \u00e9 o mesmo em todos os mundos. Passando de um mundo a outro, o Esp\u00edrito muda de envolt\u00f3rio, como mudais de roupa.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Outro ponto: ao escrever que \u00e9 do \u201cfluido universal de cada globo. \u00c9 por isso que ele n\u00e3o \u00e9 o mesmo em todos os mundos\u201d conclu\u00edmos que j\u00e1 \u00e9 o fluido universal um pouco modificado, e n\u00e3o \u00e9 o fluido elementar (n\u00e3o se trata, portanto, do \u00e9ter).<\/p>\n\n\n\n<p>A Q. 257, que tamb\u00e9m trata da origem do perisp\u00edrito, repete os conceitos da Q. 94, ao dizer que o Esp\u00edrito constitui o seu perisp\u00edrito tirando do meio ambiente, do fluido universal.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cHaurido do meio ambiente, esse inv\u00f3lucro varia de acordo com a natureza dos mundos. Ao passarem de um mundo a outro, os Esp\u00edritos mudam de envolt\u00f3rio (&#8230;). Quando v\u00eam nos visitar, os mais elevados se revestem do perisp\u00edrito terrestre.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Sabemos que o perisp\u00edrito \u00e9 diferente em cada orbe. Sabemos que os orbes s\u00e3o diferentes. Tanto os orbes como o perisp\u00edrito s\u00e3o feitos \u00e0 partir do \u201cfluido universal de cada globo. Por isso, mais uma vez ratifica que o fluido universal (de cada globo) \u00e9 um pouco modificado, e n\u00e3o \u00e9 o fluido elementar (n\u00e3o se trata do \u00e9ter).<\/p>\n\n\n\n<p>Agora passaremos ao Livro dos M\u00e9diuns, onde nossa primeira parada \u00e9 a Q. 74. 2<\/p>\n\n\n\n<p>Nos itens I e II encontramos interessante afirmativa: o fluido universal n\u00e3o \u00e9 uma emana\u00e7\u00e3o da divindade; mas \u00e9 cria\u00e7\u00e3o de Deus.<\/p>\n\n\n\n<p>Emanar, caro leitor, refere-se a originar-se ou ser proveniente de algo, como uma energia, um odor ou uma sensa\u00e7\u00e3o (h\u00e1 uma perda de algu\u00e9m ou de algo), enquanto criar envolve a a\u00e7\u00e3o de produzir algo novo, a partir do nada ou de elementos preexistentes.<\/p>\n\n\n\n<p>Um segundo ponto extra\u00eddo desta mesma Q. 74, \u00e9 que n\u00e3o podemos concluir que, na obra de Allan Kardec, este termo \u201cfluido universal\u201d se refira somente ao material primeiro da cria\u00e7\u00e3o Divina.<\/p>\n\n\n\n<p>Embora no seu item III (Q. 74) diga: que o fluido universal \u00e9 o pr\u00f3prio elemento universal. O princ\u00edpio elementar de todas as coisas (\u201cO fluido universal \u00e9 o pr\u00f3prio elemento universal? \u2014 Sim, \u00e9 o princ\u00edpio elementar de todas as coisas.\u201d), na mesma quest\u00e3o, no item V, encontramos que ele se modifica, mas continua recebendo a mesma designa\u00e7\u00e3o: \u201cComo o fluido universal se nos apresenta na sua maior simplicidade? \u2014 Para encontr\u00e1-lo na simplicidade absoluta, seria preciso remontar aos Esp\u00edritos puros. No vosso mundo, ele est\u00e1 sempre mais ou menos modificado, para formar a mat\u00e9ria compacta que vos rodeia. Podeis dizer, entretanto, que ele mais se aproxima dessa simplicidade no fluido que chamais fluido magn\u00e9tico animal.\u201d Portanto, ele se modifica, mas continua recebendo a mesma designa\u00e7\u00e3o. Tanto que, por exemplo, no LE &#8211; Q. 94 1 podemos ler: \u201cfluido universal de cada globo. \u00c9 por isso que ele [perisp\u00edrito] n\u00e3o \u00e9 o mesmo em todos os mundos\u201d . A terminologia continua sendo a mesma&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>Na Terra, \u201cele mais se aproxima dessa simplicidade [\u00e9ter] no fluido que chamais fluido magn\u00e9tico animal [fluido vital].\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Na LE \u2013 Q. 427 deparamo-nos com que o fluido magn\u00e9tico \u00e9 o fluido vital, eletricidade animalizada, que s\u00e3o modifica\u00e7\u00f5es do fluido universal. 1 (p. 275)<\/p>\n\n\n\n<p>Agora, esgotado O livro dos m\u00e9diuns, sigamos para A g\u00eanese. 3<\/p>\n\n\n\n<p>Nosso primeiro e \u00fanico encontro, com o tema objeto de nossos estudos, d\u00e1-se no cap\u00edtulo VI (\u201cUranografia geral\u201d), em \u201cA mat\u00e9ria\u201d, no item 5.<\/p>\n\n\n\n<p>A mat\u00e9ria c\u00f3smica primitiva, simples e una, d\u00e1 origem a todos os materiais constitutivos no universo. Esses materiais um dia se decomp\u00f5e.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c[Onde o pr\u00e1tico levanta o v\u00e9u] (&#8230;) v\u00ea, nos materiais constitutivos do mundo, a mat\u00e9ria c\u00f3smica primitiva, simples e una, diversificada em certas regi\u00f5es na \u00e9poca do aparecimento destas [regi\u00f5es] (&#8230;).\u201d 3 (p. 92)<\/p>\n\n\n\n<p>Fizemos uso de duas tradu\u00e7\u00f5es, pois na do Dr. Guillon fica clara que a mat\u00e9ria c\u00f3smica primitiva \u00e9 \u00fanica e simples, e quando uma regi\u00e3o do espa\u00e7o nasce, ela se transforma, diversificando-se de acordo com a regi\u00e3o formada.<\/p>\n\n\n\n<p>Existe uma mat\u00e9ria c\u00f3smica primitiva, simples e una. Todas as mat\u00e9rias do mundo tem como ponto de partida esta mat\u00e9ria c\u00f3smica primitiva. 3 (p. 92)<\/p>\n\n\n\n<p>Prossigamos, agora, com a Revista Esp\u00edrita. 4<\/p>\n\n\n\n<p>Ao estudarmos a obra kardequiana, uma das primeiras coisas que aprendemos \u00e9 que muito material que se se encontra nesta revista pode ser encontrado nas cinco obras basilares, o pentateuco; portanto, nenhuma surpresa em nos depararmos com o que j\u00e1 mencionamos alhures.<\/p>\n\n\n\n<p>(RE \u2013 Junho, 1858) \u201cTeoria das manifesta\u00e7\u00f5es f\u00edsicas (segundo artigo).\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Neste artigo, quem responde \u00e0s perguntas \u00e9 o Esp\u00edrito de S\u00e3o Lu\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>Nele, deparamo-nos com o fluido universal, a subst\u00e2ncia et\u00e9rea que en-volve os planetas.<\/p>\n\n\n\n<p>Na pergunta 10, voltamos a encontrar que ele se encontra mais ou menos condensado de acordo com os mundos: \u201cEsse fluido \u00e9 o mesmo em todos os globos? \u2014 \u00c9 o mesmo princ\u00edpio, mais ou menos et\u00e9reo, segundo a natureza dos globos; o vosso \u00e9 um dos mais materiais.\u201d 4 (p. 150)<\/p>\n\n\n\n<p>Na pergunta 11, voltamos a encontrar que ele se encontra mais ou menos condensado de acordo com os mundos: \u201c(&#8230;) ele \u00e9 mais ou menos condensado segundo os mundos.\u201d 4 (p. 150)<\/p>\n\n\n\n<p>O fluido universal varia de orbe a orbe. O princ\u00edpio \u00e9 o mesmos, mas ele pode ser mais material ou menos, segundo a natureza (eleva\u00e7\u00e3o) dos globos.<\/p>\n\n\n\n<p>Pelo que vimos at\u00e9 aqui, nesta comunica\u00e7\u00e3o (Junho, 1858), inferimos que o fluido universal j\u00e1 \u00e9 uma forma transformada do fluido que deu origem a tudo (H\u00e1lito Divino, fluido elementar, ou \u00e9ter). Ou seja, ele n\u00e3o \u00e9 o fluido elementar; j\u00e1 sofreu modifica\u00e7\u00f5es; \u00e9 um fluido condensado; e estas transforma\u00e7\u00f5es s\u00e3o de acordo com o est\u00e1gio evolutivo do globo (orbe) que ele envolve.<\/p>\n\n\n\n<p>(RE \u2013 Agosto, 1859) Neste m\u00eas encontramos dois artigos sobre o tema: \u201cMobili\u00e1rio de al\u00e9m-t\u00famulo\u201d 4 (p. 197-205) e \u201cO guia da senhora Mally\u201d 4 (p. 215-217).<\/p>\n\n\n\n<p>Quanto \u00e0 modifica\u00e7\u00e3o do elemento primitivo universal (ou elemento primitivo) para forma\u00e7\u00e3o de outros corpos, temos que n\u00e3o h\u00e1 sen\u00e3o um elemento primitivo universal, do qual os diferentes corpos n\u00e3o s\u00e3o sen\u00e3o modifica\u00e7\u00f5es. Este elemento primitivo, esparso no espa\u00e7o, \u00e9 sempre o mesmo; por\u00e9m, \u201c(pergunta 24) aqui sob uma forma, e ali sob uma outra\u201d 4 (p. 216) (em cada orbe j\u00e1 se modificou).<\/p>\n\n\n\n<p>A origem \u00e9 sempre a mesma: elemento primitivo universal (ou elemento primitivo), espalhado no espa\u00e7o c\u00f3smico. E que, segundo a sua nota, temos que este elemento primitivo tamb\u00e9m pode ser denominado por elemento universal ou mat\u00e9ria primitiva.<\/p>\n\n\n\n<p>(RE \u2013 Mar\u00e7o, 1866 \u2013 Item III) \u201cIntrodu\u00e7\u00e3o ao estudo dos fluidos espirituais.\u201d 4 (p. 71)<\/p>\n\n\n\n<p>Princ\u00edpio universal, ou \u00e9ter, ou fluido c\u00f3smico ou [fluido] universal, ou fluido primitivo universal, ou elemento primitivo.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEntre esse elemento [primitivo] em sua pureza absoluta e o ponto em que se det\u00eam as investiga\u00e7\u00f5es da ci\u00eancia [constitui\u00e7\u00e3o \u00edntima dos corpos], o intervalo \u00e9 imenso. Raciocinando-se (&#8230;), chega-se a esta conclus\u00e3o de que entre estes dois pontos extremos, esse fluido [primitivo universal] deve sofrer modifica\u00e7\u00f5es que escapam aos nossos instrumentos e aos nossos sentidos materiais (&#8230;).\u201d 4 (p. 71)<\/p>\n\n\n\n<p>Deve-se ressaltar o conceito das transforma\u00e7\u00f5es que o elemento primitivo passa, das quais resultam todos os corpos.<\/p>\n\n\n\n<p>(RE \u2013 Mar\u00e7o, 1866 \u2013 Item X) \u201cIntrodu\u00e7\u00e3o ao estudo dos fluidos espirituais.\u201d 4 (p. 77)<\/p>\n\n\n\n<p>Nela encontramos que o fluido c\u00f3smico \u00e9 o princ\u00edpio elementar universal, temos: \u201cO fluido c\u00f3smico, enquanto princ\u00edpio elementar universal, oferece dois estados distintos: o de eteriza\u00e7\u00e3o ou de imponderabilidade, que se pode considerar como o estado normal primitivo, e o de materializa\u00e7\u00e3o ou de ponderabilidade, que dele n\u00e3o \u00e9 (&#8230;) sen\u00e3o consecutivo. O ponto intermedi\u00e1rio \u00e9 o da transforma\u00e7\u00e3o do fluido em mat\u00e9ria tang\u00edvel (&#8230;).\u201d 4 (p. 77)<\/p>\n\n\n\n<p>E como j\u00e1 estudamos, no LE &#8211; Q. 94 e no Item III do LM &#8211; Q 74, ele se modifica, mas continua recebendo a mesma designa\u00e7\u00e3o, tanto para o fluido esparso no Cosmo quanto ao fluido de cada orbe.<\/p>\n\n\n\n<p>Tanto que, por exemplo, no LE &#8211; Q. 94 1 podemos ler: \u201cfluido universal de cada globo. \u00c9 por isso que ele [perisp\u00edrito] n\u00e3o \u00e9 o mesmo em todos os mundos\u201d . A terminologia continua sendo a mesma&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>Para terminar, nossa \u00faltima incurs\u00e3o deu-se em Obras P\u00f3stumas. 5<\/p>\n\n\n\n<p>(OP \u2013 Parte I; Item III) \u201cIntrodu\u00e7\u00e3o ao estudo da fotografia e da telegrafia do pensamento.\u201d 5 (p. 92-94)<\/p>\n\n\n\n<p>Outro defini\u00e7\u00e3o interessante, a bem da verdade j\u00e1 registrado em outras obras: o fluido c\u00f3smico \u00e9 emanado de uma fonte universal.<\/p>\n\n\n\n<p>Por fonte universal temos: uma fonte \u00fanica, princ\u00edpio de (que d\u00e1 origem \u00e0) todos fluidos c\u00f3smicos que envolvem os orbes, e assim por diante.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO fluido c\u00f3smico, se bem que emanando de uma fonte universal (&#8230;).\u201d 5 (p. 94)<\/p>\n\n\n\n<p>Observa\u00e7\u00e3o: emanar refere-se a originar-se ou ser proveniente de algo, como uma energia, um odor ou uma sensa\u00e7\u00e3o [h\u00e1 uma perda de algu\u00e9m ou de algo], enquanto criar envolve a a\u00e7\u00e3o de produzir algo novo, a partir do nada ou de elementos preexistentes.<\/p>\n\n\n\n<p>Caro leitor, e assim terminamos mais um t\u00f3pico, nos meandros da terminologia, ampla, encontrada na obra de Kardec.<\/p>\n\n\n\n<p>Fiquem com Deus.<\/p>\n\n\n\n<p>___________________________________________________________________________<\/p>\n\n\n\n<p><strong><sup>1<\/sup><\/strong>KARDEC, Allan. O livro dos Esp\u00edritos. Edi\u00e7\u00e3o comemorativa. Rio de Janeiro: FEB, 2007.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><sup>2<\/sup><\/strong> KARDEC, Allan. O livro dos m\u00e9diuns. Ou guia dos m\u00e9diuns e dos evocadores. S\u00e3o Paulo: Lake, 2014.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><sup>3<\/sup><\/strong> KARDEC, Allan. A g\u00eanese. Os milagres e as predi\u00e7\u00f5es segundo o Espiritismo.. S\u00e3o Paulo: Lake, 1989.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><sup>4<\/sup><\/strong> KARDEC, Allan. Revista Esp\u00edrita. Jornal de estudos psicol\u00f3gicos. Cole\u00e7\u00e3o. 1858 a 1869.<\/p>\n\n\n\n<p>(1858 a 1863) Araras: Instituto de Difus\u00e3o Esp\u00edrita, 1993<\/p>\n\n\n\n<p>(1964 a 1869) S\u00e3o Paulo: Edicel, s\/ano.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><sup>5<\/sup><\/strong> KARDEC, Allan. Obras P\u00f3stumas. S\u00e3o Paulo: Lake, 2005.<\/p>\n\n\n\n<p>___________________________________________________________________________<\/p>\n\n\n\n<p>O autor \u00e9 editor, articulista, escritor, palestrante, jornalista; respons\u00e1vel pelo CE Recanto de Luz \u2013 Pronto Socorro Espiritual Irm\u00e3 Scheilla, em Ribeir\u00e3o Pires (SP). <a href=\"http:\/\/www.irmascheilla.org.br\">www.irmascheilla.org.br<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Editor respons\u00e1vel: Fabio Dionisi[Fabio Dionisi] fabiodionisi@terra.com.br ___________________________________________________________________________ Nosso objetivo, aqui, \u00e9 capturar o que Kardec registrou sobre o fluido elementar<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":2743,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-2739","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2739","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2739"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2739\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2745,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2739\/revisions\/2745"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2743"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2739"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2739"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2739"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}