{"id":2773,"date":"2026-05-09T17:54:14","date_gmt":"2026-05-09T20:54:14","guid":{"rendered":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/?p=2773"},"modified":"2026-05-09T18:03:59","modified_gmt":"2026-05-09T21:03:59","slug":"editorial-no-147-maio-2026-e-preciso-que-tudo-se-destrua-para-renascer-e-se-regenerar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/2026\/05\/09\/editorial-no-147-maio-2026-e-preciso-que-tudo-se-destrua-para-renascer-e-se-regenerar\/","title":{"rendered":"EDITORIAL No 147 (Maio, 2026) &#8211; \u201c\u00c9 preciso que tudo se destrua para renascer e se regenerar\u201d"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\"><strong>Editor respons\u00e1vel: Fabio Dionisi<\/strong><br>[Fabio Dionisi] <a href=\"mailto:dutra2507@hotmail.com\">fabiodionisi@terra.com.br<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">________________________________________________________________________<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\"><a><em>\u201c\u00c9 preciso que tudo se destrua para renascer e se regenerar, pois isso a que chamais destrui\u00e7\u00e3o n\u00e3o passa de uma transforma\u00e7\u00e3o, que tem por fim a renova\u00e7\u00e3o e a melhoria dos seres vivos.\u201d<\/em><\/a> <strong><sup>1 (Q. 728)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">Vejamos o que Allan Kardec registrou sobre este ciclo incessante, do \u00e9ter \u00e0 mat\u00e9ria, seu retorno ao fluido c\u00f3smico universal, para dar \u00e0 luz a novas cria\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">Do \u00e9ter forma-se todo tipo de mat\u00e9ria que existe no Universo afora. Com o tempo, por\u00e9m, desagrega-se, retornando seus elementos \u00e0 mat\u00e9ria c\u00f3smica primitiva. Dela tem seu ponto de partida, nela tem seu retorno.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">Em nossas pesquisas, na obra kardequiana, este tema somente pode ser encontrado em A g\u00eanese <strong><sup>2<\/sup><\/strong> e na Revista Esp\u00edrita <strong><sup>3<\/sup><\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">Nosso primeiro encontro, em A g\u00eanese, com o tema objeto de nossos estudos, d\u00e1-se no cap\u00edtulo VI (\u201cUranografia geral\u201d), em \u201cA mat\u00e9ria\u201d, no item 5.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">A mat\u00e9ria c\u00f3smica primitiva d\u00e1 origem a todos os materiais constitutivos no universo. Esses materiais um dia se decomp\u00f5e.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">\u201cOnde o pr\u00e1tico suspende o v\u00e9u e come\u00e7a a distinguir o come\u00e7o das coisas (&#8230;) n\u00e3o v\u00ea, nos materiais constitutivos do mundo, sen\u00e3o a mat\u00e9ria c\u00f3smica primitiva, simples e una, diversificada em certas regi\u00f5es na \u00e9poca do seu nascimento [regi\u00f5es], repartida em corpos solid\u00e1rios durante sua vida, materiais desmembrados um dia no recept\u00e1culo da imensidade, mediante a sua decomposi\u00e7\u00e3o (&#8230;).\u201d <strong><sup>2 (p. 92)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">Aqui fica claro que a mat\u00e9ria c\u00f3smica primitiva (\u00e9ter): (1) \u00e9 \u00fanica (encontra-se em todo o Universo), (2) \u00e9 simples (\u00e9 o elemento mais simples que existe), e (3) que quando uma regi\u00e3o do espa\u00e7o nasce, ela (\u00e9ter) se transforma, diversificando-se de acordo com a regi\u00e3o formada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">Existe uma mat\u00e9ria c\u00f3smica primitiva. Todas as mat\u00e9rias do mundo tem nela como o seu ponto de partida. <strong><sup>2 (p. 92)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">Esta diversifica\u00e7\u00e3o dos materiais gerados ocorre segundo o modo de a\u00e7\u00e3o da natureza. (GE \u2013 Cap. VI; it. 5) <strong><sup>2 (p. 92)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">Em cada mundo, o elemento c\u00f3smico primitivo se modifica para gerar os elementos constitutivos daquela regi\u00e3o; que variam de mundo para mundo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">Estes corpos formados, a partir da modifica\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria c\u00f3smica primitiva, simples e una, mantem-se solid\u00e1rios at\u00e9 o dia que inicia a decomposi\u00e7\u00e3o; os elementos desmembrados ficam na imensidade dos espa\u00e7os.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">Aqui, tamb\u00e9m entendemos que permanecem desagregados no espa\u00e7o, para novo reaproveitamento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">Sobre esta desagrega\u00e7\u00e3o e retorno, no mesmo cap\u00edtulo, em seu item 17 (\u201cCria\u00e7\u00e3o Universal\u201d) ressurge a informa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">\u201cEla [mat\u00e9ria c\u00f3smica primitiva] n\u00e3o desapareceu, essa subst\u00e2ncia de onde prov\u00e9m as esferas siderais; n\u00e3o est\u00e1 morto este poder, pois, incessantemente ainda d\u00e1 \u00e0 luz novas cria\u00e7\u00f5es e recebe incessantemente os princ\u00edpios reconstitu\u00eddos dos mundos que se apagam (&#8230;).\u201d <strong><sup>2 (p. 98)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">Ela n\u00e3o desaparece, bem como as suas propriedades; o poder criador n\u00e3o morre nunca, uma vez que, incessantemente, cria. E, em nenhum momento ela perde as caracter\u00edsticas acima descritas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">O item 50 (\u201cSucess\u00e3o eterna dos Mundos\u201d), no mesmo cap\u00edtulo VI, apresenta maior riqueza e detalhamento sobre o tema.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">\u201c(&#8230;) As mesmas leis que o elevaram acima do caos tenebroso [criaram o corpo celeste] (&#8230;), as mesmas for\u00e7as que o governaram durante os s\u00e9culos de sua adolesc\u00eancia (&#8230;) e que o conduziram \u00e0 idade madura e \u00e0 velhice, v\u00e3o presidir \u00e0 desagrega\u00e7\u00e3o de seus elementos constitutivos para entreg\u00e1-los ao laborat\u00f3rio de onde a pot\u00eancia geratriz [poder criador] extrai sem cessar as condi\u00e7\u00f5es da estabilidade geral. Estes elementos v\u00e3o voltar a essa massa comum de \u00e9ter, para se assimilar a outros corpos ou para regenerar outros s\u00f3is (&#8230;).\u201d <strong><sup>2 (p. 112-113)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">As leis (e as for\u00e7as) s\u00e3o as mesmas que (a) agregam os corpos celestes, quando \u201cnascem\u201d, (b) os governam durante as suas exist\u00eancias, (c) e os desagregam quando se extinguem.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">Continuando em A g\u00eanese, agora no cap\u00edtulo IX (\u201cRevolu\u00e7\u00f5es do Globo\u201d), item 15 \u201c(Acr\u00e9scimo e diminui\u00e7\u00e3o do volume da Terra\u201d), encontramos que do fluido c\u00f3smico universal (FCU) s\u00e3o formados os mundos; e, quando estes se esgotam, o que foi retirado retorna ao FCU. <strong><sup>2 (p. 157-159)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">Vamos \u00e0 passagem (item 15), cuja mensagem \u00e9 do Esp\u00edrito Galileu: \u201cOs mundos se esgotam pelo envelhecimento, e tendem a se dissolver para servir de elemento de forma\u00e7\u00e3o a outros universos. Pouco a pouco, eles entregam ao fluido universal do espa\u00e7o, aquilo que dele tiraram para se formar. Al\u00e9m disso, todos os corpos se gastam pelo atrito; o movimento r\u00e1pido e incessante do globo atrav\u00e9s do fluido c\u00f3smico tem por efeito diminuir constantemente sua massa, se bem que isto se d\u00e1 numa quantidade inapreci\u00e1vel num dado tempo.\u201d <strong><sup>2 (p. 159)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">Como novo, at\u00e9 este ponto de nossos estudos, aqui aprendemos que a desagrega\u00e7\u00e3o se d\u00e1 devido \u00e0 duas causas: (a) o envelhecimento da mat\u00e9ria, e (b) o atrito, que, mesmo sendo m\u00ednimo, ele existe, e tem por efeito o de diminuir constantemente a massa do orbe que circula pelo espa\u00e7o afora.<strong><sup> 2 (p.157-159) e 3 (p. 166-169)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">O que nos arremete, nos dias atuais, ao estudo da radioatividade (envelhecimento e desagrega\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria) e ao resgate do conceito da exist\u00eancia do \u00e9ter c\u00f3smico, na F\u00edsica Moderna&#8230; Mas, esses s\u00e3o assuntos para outro momento&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">Retornando&#8230; Nosso tema \u00e9 reencontrado no cap\u00edtulo XIV (\u201cOs fluidos\u201d), item 6 (\u201cNatureza e propriedade dos fluidos\u201d): \u201cA solidifica\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria, na realidade, n\u00e3o passa de um estado transit\u00f3rio do fluido universal, o qual pode voltar ao seu estado primitivo quando as condi\u00e7\u00f5es de coes\u00e3o cessam de existir.\u201d <strong><sup>2 (p. 235)<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">Do fluido c\u00f3smico et\u00e9reo chega-se, pelas modifica\u00e7\u00f5es deste, os materiais que conhecemos,&nbsp; em suas m\u00faltiplas formas, detentoras de propriedades que lhes s\u00e3o espec\u00edficas. E quando as condi\u00e7\u00f5es de coes\u00e3o cessam de existir, h\u00e1 o retorno, por desagrega\u00e7\u00e3o, ao estado primitivo; ou seja, \u00e0 sua origem, o \u00e9ter.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">Quanto a \u201ccoes\u00e3o\u201d, uma palavra chave no texto acima, trata-se de uma lei, uma propriedade, intr\u00ednseca ao pr\u00f3prio \u00e9ter; \u00e9 de sua natureza, que provoca a agrega\u00e7\u00e3o, bem como a desagrega\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">Numa pequena digress\u00e3o, caro leitor, todos este conhecimento nos lembraram o que hoje sabemos sobre a desintegra\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria nos buracos negros e o seu rein\u00edcio \u00e0 partir dele&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">Esgotada a obra, passemos para a Revista Esp\u00edrita <strong><sup>3<\/sup><\/strong>, mais especificamente na de Setembro, 1868, em \u201cA prop\u00f3sito da g\u00eanese\u201d [Mensagem de Galileu].<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">Importante explicar que este artigo <strong><sup>3 (p. 166-169)<\/sup><\/strong> foi escrito no mesmo ano da publica\u00e7\u00e3o de A g\u00eanese, que nela consta no cap\u00edtulo IX (\u201cRevolu\u00e7\u00f5es do Globo\u201d), no item 15, (\u201cAcr\u00e9scimo e diminui\u00e7\u00e3o do volume da Terra\u201d) <strong><sup>2 (p. 159)<\/sup><\/strong>. Por este motivo, abster-nos-emos repetir o que j\u00e1 foi escrito acima.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">Como nas demais obras de Allan Kardec nossas pesquisas foram infrut\u00edferas, \u00e0 respeito do tema que nos propusemos estudar, s\u00f3 nos resta desejar \u00e0 todos que fiquem com Deus.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">___________________________________________________________________________<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\"><strong><sup>1<\/sup><\/strong> <a>KARDEC, Allan. O livro dos Esp\u00edritos. Tradu\u00e7\u00e3o de Evandro Noleto Bezerra. 3. ed. edi\u00e7\u00e3o comemorativa. Rio de Janeiro, RJ: FEB, 2007.<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\"><strong><sup>2<\/sup><\/strong> KARDEC, Allan. A g\u00eanese. Os milagres e as predi\u00e7\u00f5es segundo o Espiritismo. Tradu\u00e7\u00e3o de Victor Tollendal Pacheco. Notas de J. Herculano Pires. S\u00e3o Paulo, SP: Lake, 1989.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\"><strong><sup>3<\/sup><\/strong> KARDEC, Allan. Revista Esp\u00edrita. Jornal de estudos psicol\u00f3gicos. Cole\u00e7\u00e3o. 1858 a 1869.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">(1858 a 1863) Araras, SP: IDE, 1993.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">(1964 a 1869) S\u00e3o Paulo, SP: Edicel, s\/ano.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">___________________________________________________________________________<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">O autor \u00e9 editor, articulista, escritor, palestrante, jornalista; respons\u00e1vel pelo CE Recanto de Luz \u2013 Pronto Socorro Espiritual Irm\u00e3 Scheilla, em Ribeir\u00e3o Pires (SP). <a href=\"http:\/\/www.irmascheilla.org.br\">www.irmascheilla.org.br<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Editor respons\u00e1vel: Fabio Dionisi[Fabio Dionisi] fabiodionisi@terra.com.br ________________________________________________________________________ \u201c\u00c9 preciso que tudo se destrua para renascer e se regenerar, pois isso<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":2775,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6,26],"tags":[],"class_list":["post-2773","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaque","category-editorial"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2773","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2773"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2773\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2774,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2773\/revisions\/2774"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2775"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2773"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2773"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2773"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}