{"id":960,"date":"2020-12-05T15:54:52","date_gmt":"2020-12-05T18:54:52","guid":{"rendered":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/?p=960"},"modified":"2021-01-03T15:58:49","modified_gmt":"2021-01-03T18:58:49","slug":"a-linguagem-dos-espiritos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/editoradionisi.com.br\/folhaespiritacairbarschutel\/2020\/12\/05\/a-linguagem-dos-espiritos\/","title":{"rendered":"A linguagem dos Esp\u00edritos?"},"content":{"rendered":"\n<p style=\"font-size:24px\">[Jos\u00e9 Dutra] <a href=\"mailto:dutra2507@hotmail.com\">dutra2507@hotmail.com<\/a><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">Qual a linguagem dos esp\u00edritos?<br>\u00c9 o pensamento. Entretanto, os menos evolu\u00eddos ainda precisam da linguagem articulada, ou seja, da palavra falada. A linguagem articulada \u201cainda possui fundamental import\u00e2ncia nas regi\u00f5es a que o homem comum ser\u00e1 transferido imediatamente ap\u00f3s desligar-se do corpo f\u00edsico.\u201d(1)<br>Andr\u00e9 Luiz(2) explica que para comunica\u00e7\u00f5es \u00e0 dist\u00e2ncia os menos evolu\u00eddos precisam de aparelhos de comunica\u00e7\u00e3o, mas os mais evolu\u00eddos n\u00e3o precisam de aparelhos, e podem manter conversa\u00e7\u00e3o mental, por pensamento.<br>Aqui surge uma pergunta interessante: se somente os esp\u00edritos menos evolu\u00eddos precisam da linguagem articulada, por que vemos frequentemente que, em col\u00f4nias como Nosso Lar e Alvorada Nova, os esp\u00edritos mais evolu\u00eddos tamb\u00e9m se utilizam dela?<br>\u00c9 que, como nem todos os habitantes destas col\u00f4nias t\u00eam eleva\u00e7\u00e3o suficiente para se comunicar por pensamento, os esp\u00edritos mais elevados se abst\u00eam dessa forma de comunica\u00e7\u00e3o em p\u00fablico, para evitar humilha\u00e7\u00e3o ou constrangimento \u00e0queles que ainda n\u00e3o t\u00eam essa condi\u00e7\u00e3o. Em outras palavras, os esp\u00edritos mais elevados n\u00e3o gostam de se exibir. O mesmo se d\u00e1 com a volita\u00e7\u00e3o e outras si\u00actua\u00e7\u00f5es, como podemos ver nos exemplos a seguir:<br>Andr\u00e9 Luiz, em uma viagem de retorno \u00e0 Nosso Lar, experimentou, pela pri\u00acmeira vez, a capacidade de volita\u00e7\u00e3o, e ouviu um esclarecimento da enfermeira Narcisa: \u201cEm Nosso Lar, grande parte dos companheiros poderia dispensar o aer\u00f3bus(3) e transportar-se, \u00e0 vontade, nas \u00e1reas de nosso dom\u00ednio vibrat\u00f3rio; mas, visto a maioria n\u00e3o ter adquirido essa faculdade, todos se abst\u00eam de exerc\u00ea-la em nossas vias p\u00fablicas. Essa absten\u00e7\u00e3o, todavia, n\u00e3o impede que utilizemos o processo longe da cidade, quando \u00e9 preciso ganhar dist\u00e2ncia e tempo.\u201d(4)<br>Andr\u00e9 Luiz, seu companheiro Vicente e o instrutor Aniceto estavam a caminho de um posto de socorro: \u201cAgora, em meio das sombras, divisava alguns vultos negros, que pareciam fugir apressados, confundindo-se na treva das furnas pr\u00f3ximas. Nosso orientador avisou, cauteloso: Procuremos interromper os efeitos luminosos do nosso corpo espiritual. Bastar\u00e1 que pensem com vigor na necessidade dessa provid\u00eancia. Estamos atravessando extensa zona, a que se acolhem muitos desventurados, e n\u00e3o \u00e9 justo humilhar os que sofrem com a exibi\u00e7\u00e3o de nossos bens.\u201d(5)<br>Andr\u00e9 Luiz, Vicente e Aniceto chegam ao posto de socorro: \u201cEspantado, notei que o nosso orientador fazia mover quase impercept\u00edvel campainha, disfar\u00e7ada na muralha. Creio que, se Aniceto estivesse s\u00f3, n\u00e3o precisaria desse expediente, dado o seu poder espiritual acima de todas as resist\u00eancias grosseiras; no entanto, est\u00e1vamos em sua companhia e, mais uma vez, quis igualar-se a n\u00f3s, por fidalguia de tratamento. Ocultar a pr\u00f3pria gl\u00f3ria \u00e9 do c\u00f3digo do bom-tom nas sociedades espirituais nobres e santas.\u201d(6)<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\">(1) Francisco C. Xavier; Waldo Vieira \/ Andr\u00e9 Luiz &#8211; Evolu\u00e7\u00e3o em dois mundos, segunda parte, cap\u00edtulo 2.<br>(2) Francisco C. Xavier \/ Andr\u00e9 Luiz &#8211; Nosso Lar, cap\u00edtulos 24 e 50.<br>(3) Aer\u00f3bus \u00e9 um ve\u00edculo de transporte a\u00e9reo, citado em Nosso Lar, cap\u00edtulo 10.<br>(4) Francisco C. Xavier \/ Andr\u00e9 Luiz &#8211; Nosso Lar, cap\u00edtulo 50.<br>(5) Francisco C. Xavier \/ Andr\u00e9 Luiz &#8211; Os mensageiros, cap\u00edtulo 15.<br>(6) Idem, cap\u00edtulo 16.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">_____________________________________________________________<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:22px\">Este artigo \u00e9 uma adapta\u00e7\u00e3o do cap\u00edtulo 13 do livro Espiritismo para iniciantes e iniciados, do mesmo autor, publicado pela Editora Dionisi.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[Jos\u00e9 Dutra] dutra2507@hotmail.com Qual a linguagem dos esp\u00edritos?\u00c9 o pensamento. 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