A sintomática da dor

Hugo P. Dionisi – Psicografia ditada pelos “Amigos de Altamiro”
[Hugo P. Dionisi] hugopdionisi@gmail.com

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            Todas as dores que sentimos têm origem em nossa própria mente. Mas antes, é preciso relembrar do importante papel que as aflições humanas desempenham na reconexão com o nosso Eu superior. Quando em desalinho, vibramos em uma frequência diferente da do Universo. Nossos pensamentos, sentimentos e ações são ásperos diante da sutileza e harmonia do todo.

            A dor vem, nesse momento, sinalizar que algo está em desacordo com aquilo que é natural. É o alarme irritante a avisar que a mudança é inadiável. Ergamos nossa sintonia o quanto antes. E erradiquemos de nós mesmos o fator de desequilíbrio.

            Se ignorarmos a causa, remediando apenas os sintomas, acabamos por esconder o real motivo do sofrimento. E esse, por não ter recebido a atenção necessária, retornará ainda mais resistente para não ser adiado novamente.

            A dor é uma linda ferramenta divina de reconexão. É evidente que sofrimento algum é desejável, mas o distanciamento da nossa verdadeira essência e de nosso pai criador resulta em angústias ainda maiores. Benditas sejam essas nossas guias! Saibamos logo identificar onde se originam para extinguí-las prontamente.

            A vida é como uma campestre estradinha de terra, ora larga e florida, ora estreita e cercada por espinheiros. O homem em desequilíbrio não nota as belas paisagens, mas acaba despertando devido aos arranhões do percurso. Quando em harmonia, porém, se emociona diante dos campos floridos e redobra a atenção ao caminhar suavemente por entre os espinhos da vida.

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